terça-feira, 8 de abril de 2014

O Sussurrar de Uma Garota Apaixonada – Capitulo 1


Eu era uma caloura.
Uma caloura caminhando pelos corredores desconhecidos de um lugar desconhecido. Caminhava devagarzinho com uma caixa imensa em meus braços, quase cedendo em alguns momentos. Ninguém parecia estar disposto a me ajudar, todos arrumavam e organizavam seus quartos novos. Seu novo lar. Um quarto que vamos compartilhar com uma pessoa estranha por longos quatro anos, ou mais. Eu estava prestes a conhecer a garota que saberia de todos os meus segredos mais íntimos e privados, ninguém nesta terra me conhecia tão bem assim. Isso me assustava, e, além disso, uma nova experiência estava bem na frente em minha cara.
Uma nova porta que me levaria a lugares que eu nunca tinha ido antes.
Em dois dias começavam minhas aulas na Universidade de Stanford, na cidade de Jericho, Califórnia. Tenho 19 anos e começaria minha longa jornada cursando medicina, uma escolha que fez minha família dar pulos de alegria. “Teremos uma médica na família!” — disse minha mãe quando chegou a carta de aprovação da universidade. Naquele dia eu fiquei feliz, provavelmente o dia mais feliz que uma pessoa possa ter. Eu sou filha única, meu pai e minha mãe são advogados e adoram gastar sua fortuna comigo. Gastar, por exemplo, em uma festa de comemoração. Centenas de pessoas apareceram, eu me senti menor do que já era.
Meus pais não puderam ajudar na minha mudança. Eles trabalhavam em um grande caso, como sempre. Não puderam acompanhar a filha que estava partindo de sua linda casa de conforto.
Então tudo que ouvia era os veteranos gritando pelos corredores a chegada dos calouros. Eu sorria quando alguém sorria para mim e ficava séria com os olhares maldosos em minha direção. Fiz o possível para parecer agradável, conseguir amigos no primeiro dia de arrumação, mas meus planos não estavam dando muito certo.
— Hey, cuidado, caloura. — gritou um garoto apressado, esbarrou em mim e derrubou minha caixa que antes se encontrava tão equilibrada em minhas mãos. Quando levantei meus olhos para ele, somente consegui ver seu corpo sem camisa seguindo em frente. Nem teve a decência de me ajudar. Que grande cavalheiro!
— Deixe que eu a ajudo com isso aí. — falou uma voz fina e agradável aos ouvidos. Levantei a cabeça para olhar a garota que me ajudava a colocar meus pertences de volta ia minha caixa. Ela possuía olhos escuros cativantes e sinceros, cabelos vermelhos muito cheios encaracolados, um óculos gigante se encontrava em seu rosto oval e delicado.
— Obrigada. — eu agradeci com um sorriso.
— Não há de que. Além do mais, sou a sua colega de quarto. Vi sua foto do lado da minha na papelada dos alojamentos. Sou Vanessa Hudgens. — ela estendeu a mão para mim e eu apertei.

— Demi Lovato.
— Muito prazer Demi — ela disse com um sorriso amável.
Levantamos-nos e eu equilibrei a grande caixa em meus braços novamente. Pensei se faltava muito para meu quarto, ou melhor, nosso quarto. Quando segui em frente Vanessa me impediu. — Nosso quarto é aqui, você deu sorte de aquele garoto se esbarrar com você logo aqui em frente.
Por isso vi que era você. — explicou ela apontando para o lado esquerdo com a porta já aberta revelando as duas camas.
Entrei no quarto com passos minúsculos e silenciosos. Descansei minha caixa na cama da esquerda e olhei em volta. Vanessa escolheu o lado direito do quarto, que já estava todo arrumado. Sua cama estava feita com lençóis rosa florido e havia ursinhos de pelúcia sobre ela. Sua escrivaninha estava lotada de coisas logo em frente à cama, como cadernos, livros, canetas, o laptop aberto e outras bugigangas. Havia um pôster acima de sua cama do filme  O diário da nossa paixão. Sua parte estava impecável, e a minha parte estava nua e pedindo por atenção.
— Você não fala muito, fala? — perguntou Vanessa depois de ficar me observando memorizar todas as suas coisas organizadas.
— Sou mais para reservada.
— Mas vai ter que começar a abrir a boca logo, logo. Tem certos professores que adoram fazer perguntas no meio da aula muito aleatoriamente. Isso faz as pessoas tímidas ficarem. “p” da vida, — ela disse se atirando em sua cama, fazendo alguns de seus ursos de pelúcia voarem para o chão.
Não sou tímida, sou apenas reservada. É diferente. Esse é um dos motivos por que não tive muitos amigos na escola. Sou morena de olhos castanhos, baixinha, rechonchuda e reservada. Muitos rapazes adoram começar a puxar papo comigo e eu não digo uma palavra. Isso os faz ficar um pouco irritados. E foi por isso que acabei conhecida como “Garota sem palavras” ou, na boca dos maldosos, “Malcomida”, e até mesmo por lésbica. Assim como todas as pessoas que são zoadas na escola, eu segui em frente.
Estudei bastante e fui aceita em uma boa faculdade, o que deixou meus pais orgulhosos.
— Você conhece o garoto que esbarrou em mim? — perguntei a Vanessa, que encarava o teto branco. Enquanto isso eu colocava meus pertences sobre a minha própria escrivaninha, que também ficava logo em frente à minha cama.
— Joe alguma coisa. Ouvi falar dele pela minha irmã. Ela está no último ano de Publicidade e Propaganda. Você vai conhecê-la mais cedo ou mais tarde — eu sabia. Vanessa adorava ficar falando. Ao contrário de mim. E não sei por que lhe perguntei do rapaz que esbarrou em mim, acho que apenas saiu de minha boca sem mais nem menos. — E Joe é muito grosso. Muitas pessoas o detestam por ser tão egoísta e um  bad boy.
— É, notei isso quando não parou pra me ajudar — disse com um sorriso de leve.
— Ele está no quarto ano de medicina, tens uns 23 anos e muitas garotas são gamadas nele. Não me leve a mal, o cara é lindo e tal, mas ele não trata ninguém bem.
Eu não disse mais nada, apenas deixei Vanessa falando o que lhe vinha a cabeça, algo que ela adorava fazer. Enquanto isso eu arrumava a minha parte do quarto. Meus pais trariam mais caixas quando pudessem, então eu praticamente arrumei apenas minha escrivaninha e alinhei meus livros em uma prateleira.
— Qual o seu curso? — perguntei quando a voz de Vanessa se apagou do ambiente. Eu não falava muito, mas gostava de ouvir os outros. Ainda mais a voz de Vanessa, que parecia ser de um anjo infantil.
— Jornalismo. E você?
— Medicina.
— Não brinca? Eu nunca iria imaginar você cursando medicina.
Nem em um milhão de anos.— Vanessa disse enquanto mexia em seu celular rosa da Hello Kitty, sua voz soando espantada. O que me deixou um pouco chateada. Já ouvi muito sobre medicina ser para as pessoas fortes e inteligentes, e eu sou isso e muito mais. Mas as pessoas em minha volta não pensam a mesma coisa, o que me deixa muito magoada.
— Por quê? — perguntei com um sorriso sem graça.
—Olha para você. — ela pediu e se sentou na cama e me encarou.
— Você tem um jeito deque será uma professora de jardim de infância, ou até mesmo uma modelo. Você parece ser tão inocente. Aposto que muitos caras ficarão gamados em você por aqui.
Eu apenas a encarei de volta com olhos arregalados. Vanessa não apenas fala muito, mas fala tudo o que passa em sua cabeça, inclusive a verdade nua e crua. Algo a que eu não estava acostumada. Por um momento pensei que poderíamos não nos dar bem e notei também que ela, como todas as garotas tirando eu, é vidrada em garotos. A única coisa que eu quero na faculdade é estudar e me tornar uma médica. Não quero nenhum garoto desviando a minha atenção sobre o que realmente é importante. Depois que for médica profissional que quero um namorado.
— Desculpe se te assustei. Eu sou assim mesmo, sabe. Não consigo mudar. Você é tão perfeitinha e doce, acho que podemos nos dar bem.
— É. — eu disse envergonhada por ter pensado um pouco mal de sua pessoa.
Vanessa com certeza não seria a primeira e nem a última a me chamar de “professora de jardim de infância”; medicina é para os fortes e destemidos e eu pareço ser frágil como uma boneca de porcelana. Eu quero que isso mude, quero que as pessoas comecem a me levar a sério.
Eu sou forte e destemida, sou apenas calada e na minha.
— Está aqui faz quanto tempo? —perguntei quando ela Ficou calada novamente.
— Desde hoje cedo. Estava ansiosa para estar aqui, minha casa é um inferno danado. Sem contar comigo, tenho cinco irmãos. CINCO. Dá pra acreditar ?!
— Acho que é melhor do que ser sozinha que nem eu. Acho que esse é um dos motivos de eu ser tão calada e Fechada — confessei. E pela primeira vez eu contei algo a uma pessoa que estava disposta a ouvir.
Meus pais quase nunca estavam em casa, não tinha irmãos e minhas amigas mais próximas se mudaram para muito longe. Que sorte a minha, não é? Então a única opção que eu tenho é conversar com elas on-line quando podem. O que acontece raramente.
— Acho que tem os pontos altos e baixos. Adoro ficar com eles, brincar e tudo mais. Nunca fico sozinha e me sinto bem. Mas as vezes fico tão irritada que quero jogá-las pela janela — ela riu e eu a acompanhei.
— Olá —ouvi uma voz feminina junto com batidas leves na porta.
Dei um sorriso enorme quando vi que era minha mãe com mais coisas minhas. Ela é diferente de meu pai, sempre arranja tempo para mim, não importa o que esteja fazendo.
— Mamãe, essa é Vanessa Hudgens. Vanessa, essa é a minha mãe, Diana Lovato — apresentei as duas enquanto estava nos braços de minha mãe.
Ela sorriu para Vanessa e apertou sua mão. E também sorriu para mim, notando que eu já havia feito uma amiga.
— Muito prazer, Vanessa. Espero que você e minha filha se deem tão bem quanto eu e minha colega de quarto quando tinha a idade de vocês — minha mãe sorriu enquanto dirigiu a palavra para Vanessa. Minha mãe é morena, o cabelo quase loiro e olhos claros. Sou mais parecida com meu pai, moreno de olhos castanhos. Algumas pessoas até nos chamam de irmãs, porque minha mãe me teve quando era muito nova.
Mas com ajuda ela conseguiu entrar na faculdade para cursar direito, aqui mesmo em Stanford. Ela deixou minhas caixas excessivas no chão, me abraçou muito apertado e logo foi embora.
— Demizinha, sua mãe é demais — disse Vanessa se atirando em sua cama novamente. — Ela é muito nova para ser sua mãe. Vocês parecem. até irmãs — ela continuou falando bem de minha mãe por um longo tempo. Estava começando mesmo a gostar dela, até já havia adotado um apelido para mim.
— É, muitas pessoas pensam assim. Ela é minha melhor
— Tipo aquele seriado,  Gilmore Girls — ela deduziu. — Mãe filha que são melhores amigas. E..
Eu a interrompi:
— É, eu conheço a série. Gosto de pensar que somos agora eu finalmente estava colocando lençóis em minha cama nua.
— Você tem sorte. A única coisa que minha mãe diz para mim é: Você é uma imprestável.
— Isso é horrível — eu disse parando de fazer minha cama e fiz uma cara assustada. Por que uma mãe seria assim tão horrível para uma filha? Vanessa é extremamente adorável.
— Ah, talvez você possa me emprestar sua mãe — disse sorrindo.
Apesar de as aulas somente começarem em dois dias, tudo na universidade estava funcionando, morávamos ali, afinal de contas. Fui jantar e Vanessa me acompanhou, ela sabia de tudo, naturalmente. Ela não parou de falar nem um minuto quando sentamos no refeitório. Eu me servi com uma maçã, suco em lata e macarrão com queijo. Não estava tão ruim quanto pensei que fosse.
O refeitório era como qualquer outro, como qualquer um que você assiste em filmes e séries de IV Várias mesas azuis retangulares de no máximo dez pessoas eram postas aqui e ali até o salão ficar lotado. Era tipo buffet, você escolhia o que queria e ia se sentar. Naquele dia o refeitório não estava necessariamente lotado, mas até que havia bastante gente.
— Aquele garoto, o de moletom vermelho, é meio feinho, mas é muito simpático e faz tudo o que você pedir — ela dizia enquanto eu comia e olhava para o menino de quem ela estava falando.
— Aquela guria somente entrou aqui porque os pais são ricos de morrer — Vanessa disse olhando para uma menina super bem-vestida com chapinha nos longos cabelos loiros e perfeitos.
— Minha irmã não está aqui ainda, mas quero muito que você a conheça. Enquanto isso, aquele é o namorado dela, o nome dele é Jason — ela deu um grande assovio que chamou a atenção de quase todos naquele ambiente e acenou para Jason, que olhou para ela com um sorriso. Eu podia ver que ele estava um pouco envergonhado com aquela atitude de Vanessa, mas o modo como ele sorriu para ela não notar foi uma grande atitude. Ele parecia ter uns 24 anos e era muito charmoso, cabelos castanhos-claros e bem encorpado. Não consegui decifrar a cor de seus olhos por ele estar a umas quatro fileiras da gente.
— E lá está o Joe sentado com várias garotas, é claro — Vanessa disse olhando por cima de meus ombros, e eu me virei para observar. Não havia visto o seu rosto quando ele esbarrou em mim, afinal de contas.
Joe era bonito sim, com toda a certeza. E acho que bonito era pouco para ele. Ele tinha um ar à la Tom Cruíse, mas Joe possuía olhos de mel muito, muito claros. Eu podia dizer que ele era alto, somente vi seu ombro quando ele esbarrou em mim.. E era musculoso, como aqueles caras que ficam em academias quase o dia todo para impressionar as gatinhas.
Enquanto o observava com as garotas e amigos, nossos olhos se conectaram por alguns segundos.. Eu me virei ligeiramente, mas podia sentir seus olhos cravados em minhas costas.
— Ah lindo mesmo — disse uma Vanessa sonhadora dando inúmeros suspiros.
— Vanessa, come e para de ficar aí suspirando — pedi como se fôssemos amigas desde sempre, mas ela me obedeceu.
Era tarde da noite e eu encarava o teto. Vanessa dormia tranquilamente na cama ao meu lado. Ela não roncava, apenas respirava em um modo esquisito e singular. Eu quis dormir, até tentei deitar de barriga para baixo e fechar os olhos, mas tudo passava a mil por hora em minha cabeça.
Estava longe de casa, longe de meus pais pela primeira vez, e pronta pata encarar uma jornada sozinha. A minha jornada era apavorante. Podia ser tarde da noite, mas em universidades isso não significava nada. Havia uma festa em algum lugar do prédio, dava para ouvir a música do meu quarto e eu ouvia vozes no corredor quase a cada nano segundo. Eu estava acostumada com silêncio profundo na hora de meu sono.
Ouvi um baque em minha porta e me sobressaltei. Olhei para Vanessa, que dormia pacificamente. Decidi ver o que havia sido aquilo, calcei meus chinelos e fui até a porta. Quando a abri, um garoto que estava sentado diante da porta caiu sobre minhas pernas, indo ao chão. Mas ele não estava apenas sentado, ele estava dormindo, Ajoelhei-me ao seu lado e lhe dei um leve tapa na cara para acordá-lo.
— Acorde, Joe — eu disse.  Por que eu fui logo pensar em abrir aporta?, pensei. Tentei chamá-lo novamente e ele começou a gemer.
Agarrou-se em minha perna, e quando tentei tirá-lo fui eu que caí para trás, batendo a cabeça na porta aberta. Arfei de dor e foi aí que ele acordou.
— O que aconteceu? — ele perguntou enquanto se sentava, totalmente acordado. — Por que estou aqui com você? — perguntou novamente, só que agora parecia constrangido.
— Você se atirou na minha porta, seu idiota. Quando vim ver o que era, você caiu em cima de mim e ainda por cima me atacou me fazendo bater a cabeça — respondi à sua pergunta ainda com a mão na cabeça, sabia que ali ficaria um galo logo, logo. E chamei Joe de idiota porque ele simplesmente me viu gemer de dor e não disse nada, nem um pedido de desculpas.
— E o que eu estava fazendo aqui, garota? — perguntou ele ainda sentado em meu chão, praticamente dentro de meu quarto, no vão da porta aberta.
— Como é que vou saber, foi você quem me acordou.
— Eu com certeza não iria parar aqui de propósito com você — ele disse agora se levantando, e eu fiz o mesmo.
— Como assim não iria parar aqui de propósito comigo? — perguntei aos sussurros, boquiaberta.
— Está na cara que você é uma santa, que está aqui para ser uma professorinha no futuro — ele começou a olhar meu corpo rechonchudo e frágil com a bermuda curta e uma blusa com o símbolo de superman , e percebi que ele estava fantasiando sobre mim.
— Para sua informação garoto, eu estou aqui para ser médica — afirmei cruzando os braços, e ele fez uma cara de surpresa e começou rir.
— Isso quer dizer que irá cursar Medicina. Uau, eu queria muito estar aqui para ver isso acontecer, mas eu mesmo vou ser médico em poucos anos. Com certeza passarei aqui para ver como você estará indo — disse ele debochando, assim como todo mundo fazia. Por que ninguém me leva a sério? — quase gritei com muita irritação, mas antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa eu apontei para fora e disse:
— Saia, agora — ele bufou, revirei os olhos e saiu de meu quarto.
Fechei a porta e ele bateu fortemente, fazendo Vanessa saltar da cama.
— O que está acontecendo? — perguntou ela, ainda de olhos fechados.
— Nada, volte a dormir. Foi apenas um idiota na porta — respondi e fui diretamente para minha cama. Tapei-me até a cabeça e tentei lavar todos os meus pensamentos e os sentimentos daquele momento. Não demorou muito até eu cair num sono profundo.


XOXO Neia :-)
Então que acharam?? Espero os vossos comentários e POR FAVOR ajudem a divulgar o blog...kiss 


terça-feira, 1 de abril de 2014

O Sussurrar de Uma Garota Apaixonada - Sinopse

Demi Lovato, uma novata na Universidade de Stanford.
Demi não queria saber nada de garotos, apenas queria se concentrar nos estudos e ser uma boa médica no futuro.
Joe Jonas entra em sua vida, um garoto arrogante que a maioria das pessoas da Universidade detesta.
Ele é morto por um Serial-Killer do campus e Demi é a única que consegue vê-lo.

Eles se detestam, mas deverão trabalhar juntos para descobrir quem é o assassino que está matando os meninos no campus da Universidade.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Olá?!


Tudo bom com vocês??
Bem como ninguém falou nada no meu ultimo poste eu mesma decidi o que vou fazer........: Love Me As I Am vai ficar, parada, tou sem motivação para continuar essa fic, vocês também não estão ajudando muito né?!
Não sei dizer se irei terminar ou não...depois logo verei isso, se alguém quiser que continue é só me falar que eu irei pensar....

NOVA FIC
Aqui está a minha decisão....aviso já que irá ser diferente da primeira e da Love Me As I Am. Mas acho que voces vao adorar *-*

Como tou a entrar de férias também provavelmente e se tiver comentários, irei postar mais regularmente. Se conseguir ainda postarei HOJE a sinopse...por isso fiquem de olho!



XOXO Neia *-*


segunda-feira, 10 de março de 2014

Sinal de Vida

Hey lindos :)

Desculpem não estar a postar, mas com as aulas é muito dificil...como muito de voces devem saber! Uma das razões pela qual também não tenho postado é: comentários! - voces não tem comentado nada e assim não me sinto tentada a postar um novo capitulo :(

Quero-vos deixar algumas opiniões/propostas:
                                   1- querem uma nova fic?
                                   2- uma mini-fic enquanto não posto Love me as i am?
                                   3- continue a postar Love me as i am até ao fim?

Espero as vossas opiniões nos comentários!!
Sejam sinceros...se acham que a fic é secante, estejam à vontade para me dizer, sério!!


XOXO Neia *-*

ps: ajudem a divulgar o blog pls

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Love Me…As I Am - Capitulo 7


"É esse." Puxando um dos últimos remanescentes vestidos em seu armário de seu cabide, Miley jogou toda a sala em minha direção, então caiu de joelhos para, eu assumi, comece a busca por sapatos combinando. "É perfeito para você."
Revirei os olhos em sua direção, antes de examinar a roupa que tinham desembarcado no meu colo. Azul marinho e sedosa, foi na altura do joelho com um decote recatado. Muito simples e muito o meu estilo.
"Este não é o seu estilo de costume." Eu ponderei o vestido, um pouco ofendido que Miley pensou que algo tão simples era 'perfeito' para mim.
"Transformá-lo por perto." Ela saiu do armário por tempo suficiente para sorrir para mim, então voltei para vasculhar. Ela gritou quando uma avalanche de bolsas caíram da prateleira de cima.
Eu fiz ela solicitado. Fiquei de boca aberta quando eu vi que a parte de trás do vestido recatado era inexistente.
"Santo inferno." Não havia mesmo qualquer tiras para quebrar a nudez. Havia apenas ... nada.
"De jeito nenhum."
"Sim." Emergindo do armário com um par de bombas de prata e uma bolsa de noite de correspondência em suas mãos, Miley soprou a franja do rosto. "Ele vai comer você com esse vestido."
Ele já me comeu, eu pensei, e senti o rubor resultante. Eu escondi atrás de uma análise aprofundada do vestido, não querendo Miley questionando a causa.
Estávamos quase de volta ao normal, mas não estava lá, ainda não. Se eu mencionar as minhas reservas sobre um relacionamento com ela novamente, ele iria jogar tudo de volta o equilíbrio.
"É um... talvez." Coloquei o vestido de lado, em seguida, olhou para o outro monte de vestidos que eu não tinha rejeitado completamente. Infelizmente, este número foi provavelmente o mais conservador.
"Você não tem tempo para talvez." Miley abriu sua caixa de maquiagem e despejou uma enorme pilha de tubos brilhantes e garrafas em sua cama. "Duas horas até que você tem que ir. Isso é apenas o tempo suficiente apenas para embelezar você."
"Puxa, obrigada." Eu sabia que ela queria dizer, mas fiz uma careta para ela, independentemente de ela classificados através de mais varas de rímel de uma menina poderia usar em um ano. Na verdade, parecia que ela tinha vindo a ter por mais do que isso, como desde o início do primeiro ano, quando nos conhecemos.
Estávamos agora no segundo ano. Isso foi um monte de maquiagem.
"Este aqui." Jogando um tubo rotulado Supremo Estender em cima das bombas de prata, Miley assentiu com satisfação. "Por falar nisso, eu tenho um presente para você."
Até agora ocupada com batom, ela balançou a cabeça na direção de um saco que estava em sua mesa de cabeceira. As listras cor de rosa e branco e logotipo familiar de uma grande cadeia de lingerie me fez levantar as sobrancelhas.
Eu comprava a minha calcinha de algodão, onde quer que passava a ser colocado à venda. Eu tinha certeza de que tudo o que foi neste saco ia ser tão fora da minha zona de conforto que eu estava certa que Miley sabia.
"Meu Deus." Peguei o papel integrante do tecido da bolsa, abriu-a e recuou. Puxar o pedaço de renda azul elétrico, eu conectei fora um dos meus dedos e sacudiu-a Miley.
"Que diabos é isso?" Eu tinha uma ideia muito boa.
"É uma tanga. Duh." Depois tirou os itens que ela queria usar, Miley deixou o resto para trás em uma montanha metálica gigante. Um punhado grande caiu quando ela se levantou para ligar em seu ferro de ondulação, e eu estremeci como eles bateram no chão e espalhados.
"Eu não preciso de uma tanga. Eu não vou usar isso." Se alguém, não Miley tivesse dado isso para mim, eu teria ficado mortificada. Como se fosse, eu simplesmente me contorcia com desconforto.
"Nem todos nós gostamos de fio dental nossas bundas, muito obrigada."
"Se você não usá-lo você vai ter linhas de calcinha com esse vestido." Este foi jogado por cima do ombro para mim, como ela se abriu ainda um outro saco, desta vez cheio de joias.
Olhei para o pedaço de tecido que estava disfarçado de cuecas. Linhas panty não eram algo que eu pensei sobre com o jeans que eu usava todos os dias.
"Eu nem sei se eu vou." Eu cuidadosamente coloquei o pedaço do laço na parte superior do vestido sem costas, em seguida, fez uma careta para Miley.
"Você está namorando o cara. Claro que você está indo." Embora ela não pudesse ter conhecido a importância por trás de suas palavras, senti o peso delas.
"Eu não estou namorando com ele." Eu disse cuidadosamente, procurando a minha escova apenas para ter algo para fazer com as minhas mãos. "Ele só precisava de um encontro."
"Demetria". Miley virou-se e, apesar de seu tom de voz era leve, o rosto dela era grave. "Você sabe como ele é, né?"
"Sim, eu olhei para ele uma ou duas vezes." Franzi minha testa. Eu não tinha ideia de onde ela queria chegar.
"Ele é lindo. Ele é atlético. Ele é bom. Certo?" Miley atravessou a sala e sentou na borda da cama. Colocou as mãos sobre os joelhos e me olhou nos olhos.
"Sim." Eu estendi a palavra. "Ele é quente. Nós estabelecemos isso. Estou assumindo que há um ponto aqui em algum lugar."
"Ele é quente, e ele quer que você." Ela falou calmamente, como se ter certeza de que eu ouvia. "Então pare de correr e faça algo sobre isso."
Eu mexia enquanto eu estava fora do salão onde o evento estava ocorrendo. Pessoas bem vestidas passaram por mim em pares e em grupos, e todos eles pareciam conhecer um ao outro.
Eu era a única sozinha, e no meu vestido e sapatos emprestados senti incrivelmente auto- consciente.
Eu tinha dado para lancinante de Miley sobre o fio dental, também, e que acabou de adicionar o meu desconforto.
Eu resisti à vontade para tirar meu telefone da minha bolsa e verificar a hora. Foi minha própria teimosia que me fez insistir em me reunir com Joseph aqui em vez de deixá-lo me pegar.
Eu tinha concordado com o encontro, mas eu não estava indo para torná-lo fácil para mim.
"Demetria". Nesse ponto eu teria reconhecido a voz rouca em qualquer lugar. Virei-me, uma brisa pegando as bordas da minha saia. Lá estava ele, parecendo algo saído de um filme.
Meu pulso parou, em seguida, começou a bater o dobro do tempo. Minha boca-de-rosa pintada caiu.
Vestia-se, como eu estava, e... wow. Apenas wow.
Ele estava usando o inferno fora desse terno preto.
"Uau." Ele disse que a palavra que eu estava pensando enquanto subia a última das escadas e pegou minha mão. Levantando-a acima da minha cabeça, ele assobiou quando me girou. O som cortado abruptamente quando ele tem um vislumbre de minhas costas nuas.
Boca seca, eu lambi meus lábios e olhei para trás, por cima do meu ombro timidamente.
Quando seus olhos encontraram os meus, eles me disseram que ele não queria nada mais do que para obter-me o inferno fora do vestido e de volta para sua cama.
"Você está tentando me enlouquecer?" Ele apertou um dedo para a base do meu pescoço, e depois arrastou-o pelas costas, traçando minha espinha. Mudei inquieta sob o toque, meu aquecimento da pele em um caminho que seguiu sua mão.
"É o vestido de Miley. Minha companheira de quarto." Minha voz nem sequer soava como a minha, que era tão apertado de saudade. "Acredite ou não, foi a coisa mais conservadora que ela possuía."
O dedo de Joseph parou na própria base da minha espinha, a pele sedosa, onde a minha volta acabou. Seu toque permaneceu lá por um longo momento antes que ele passou um braço em volta de mim, apertando uma vez.
"Graças a Deus para Miley." Sua voz era de adoração, e eu não pude deixar de rir, a ansiedade das últimas horas aliviar.
Como sempre, ele fez todas as coisas ruins fossem embora.
"Gostaria de uma bebida?" Joseph deu os nossos bilhetes para a mulher que estava sentada em uma mesa dentro da entrada principal. Embora ela parecia ser, pelo menos em seus trinta e poucos anos, olhou para mim para cima e para baixo lentamente, em seguida, ligou-me apenas com a simples sugestão de escárnio.
Eu ignorei. O braço dele estava em volta de mim, depois de tudo.
"Hum. Claro." Ele pegou uma taça de vinho fora de uma bandeja, que foi realizada por um garçom circulando a sala e apresentou-me com um floreio.
"Você não vai querer?" Minha boca ainda estava seca de seu toque, e eu tomei um gole de vinho para aliviar o desconforto.
Ele balançou a cabeça, seu olhar fixo em meus lábios enquanto eu bebia.
"Se eu beber, meu fígado fica preocupado com a obtenção da bebida fora do meu sistema, em vez de regular o açúcar no meu sangue." Ele deu de ombros, como se não fosse grande coisa para ele, e eu fiquei surpreso mais uma vez que ele tomou o seu diabetes no tranco muito bem. "Eu posso ficar muito baixo de açúcar no sangue dessa forma, pode passar para fora dele. Uma vez que as pessoas que bebem até desmaiar também, é muito fácil confundir os dois e não receber o tratamento certo. Isso sempre me assustou, então eu não sei."
"Há algo que te assusta?" Eu tentei fazer o meu tom de provocação, mas eu estava admirado com a maneira como ele só... Eu nem sabia que a palavra para usar. Ele simplesmente tinha tratado toda a merda que a vida jogou pra ele, intimidando seu caminho através dela como se não houvesse outra opção.
Ele me surpreendeu.
"Por outro lado..." Joseph abriu a mão espalmada em minhas costas e me puxou para perto dele, entrelaçando seus dedos com os meus ao redor da flauta de vidro. "Eu não me importaria de apenas um gosto."
Minha respiração parou quando ele pediu o copo até os lábios para mais um gole. Antes que eu pudesse engolir, ele pressionou sua boca com a minha, sua língua deslizando entre meus lábios, saboreando o vinho.
Eu estava sem fôlego e despertou quando ele se afastou, com um sorriso nos lábios.
"O melhor vinho que eu já tive." Eu não tinha resposta para isso, então eu simplesmente balancei a cabeça e olhou para os meus pés em seus sapatos prateados.
Eu fiz uma careta quando um par de brilhantes sapatos de salto alto vermelhos veio correndo em minha direção, acompanhada, longas pernas bem torneadas e uma voz gritando.
"Joseph", eu olhei para cima a tempo de ver uma menina incrivelmente linda vestida como um carro de bombeiros, ou desculpa para o vermelho vestido de lançar-se nos braços do meu encontro.
Para minha surpresa, ele sorriu e abraçou de volta, parecendo não notar quando os seios, seios muito grandes escovaram seu antebraço.
"Hey, Blanda." Eles sorriram um para o outro por um longo momento enquanto eu lidei com os meus primeiros sentimentos de inveja.
Quem era esta megera de cabelos negros e, mais importante, por que ela e Joseph estavam uns sobre os outros?
Pela primeira vez, eu entendi a vontade de derramar uma bebida sobre a cabeça de outra pessoa.
Joseph virou-se, pegou a minha expressão, e rapidamente começou a desembaraçar-se dos membros da morena.
"Landa, esta é Demetria Lovato. Meu encontro." A morena virou-se e, vendo-me com as minhas bochechas vermelhas e carranca, fez uma careta.
"Desculpe, mano." Alisando o vestido que ela tinha amassado em seu abraço, ela estendeu a mão para mim a tremer. "Incrível conhecê-la, Demetria. Uau. Joseph nunca traz ninguém-"
"Blanda era minha irmã adotiva, quando eu tinha dezesseis anos." Joseph olhou para a outra mulher, com, agora que eu sabia que eu poderia vê-lo, uma expressão que os irmãos geralmente reservavam para o outro. Ficou claro que ele não queria que ela derramasse quaisquer detalhes sobre ele para mim. "E ela ainda gosta de jogar o papel, mesmo agora que ela chegou à idade madura de vinte e quatro anos."
Blanda revirou os olhos para Joseph, então, levantou-se na ponta dos pés para fazer a varredura da multidão. Ela acenou com entusiasmo a alguém, apontando-lhe, antes de voltar para Joseph.
"Para quem você está acenando?" Joseph fez uma careta, como se ele não gostou do que ele tinha visto.
"Ninguém. Apenas Tripp." Blanda tornou-se muito interessada no brilhante polonês em suas unhas como Joseph observou seu blush, em seguida, olhou com raiva.
"Tripp? Como, Tripp Tripp", perguntou Joseph. Eu estava dolorosamente consciente de que eu tinha tropeçado em algum tipo de dinâmica familiar. Eu não tinha ideia de como tocar a minha parte nisso, pois minha família era muito asneira, então eu estava ali, em silêncio, deixando a cena antes de me desdobrar.
"O que está acontecendo com você e Tripp?" Joseph mal conseguiu pronunciar as palavras da sua boca antes de Blanda tinha atado o braço no dele novamente. Desta vez eu estava mais confusa do que com ciúmes.
"Vamos dançar, Joe!" Ignorando a cara feia Alex lançou seu caminho até o apelido, Blanda piscou para mim como ela o puxou para a pista de dança, claramente tentando desviá-lo do tópico em questão. Parecia que ele estava prestes a recusar, mas sorriu e fez um gesto para que ele vá.
Blanda era ainda uma outra faceta de quebrar a cabeça para Joseph. Não admira que ele me tinha amarrado em nós.
"Rude dele para deixá-la aqui sozinha." A voz veio diretamente atrás de mim. Eu sacudi muito mais do que a surpresa chamada para, vinho chapinha sobre a borda do meu copo de derramamento, pegajoso e doce, na minha mão.
Eu me virei, meu coração na minha garganta, esperando para vê-lo. Em vez disso, encontraram um homem de boa aparência em seus trinta e poucos anos, com cabelos curtos castanhos, olhos azuis cintilantes e linhas de expressão ao redor da boca.
"Eu sinto muito." Ele ergueu as mãos, com as palmas para fora, para me mostrar que ele não fez por mal. "Eu não queria assustá-la."
"Está tudo bem." Eu resisti à vontade para limpar o vinho da minha mão com a saia do vestido de Miley, sacudindo as gotas de fora em seu lugar.
Ela realmente não estava bem, apesar de tudo. Não importa quão bem ele parecia, eu não ligava muito para os homens estranhos.
"Eu sou Tripp." Ele disse com cuidado, estendendo a mão para me a tremer. "Eu sou um... amigo de Joseph."
Olhei para ele antes cautelosamente aceitando sua mão, não me importando que ele provavelmente pensava que eu era uma pessoa estranha.
Ele tinha Bob esponja calça-quadrada em sua gravata.
Quão perigoso ele poderia ser?
"Ah, o meu ponto de vir aqui foi para lhe dizer que eu ensinei Joseph melhor do que deixar a seu encontro sozinho. E também para pedir-lhe para dançar enquanto ele leciona o meu encontro." A forma como os olhos de Tripp permaneceram em Blanda foi impossível de perder, e eu encontrei-me mais confusa do que nunca.
Blanda tinha sido irmã adotiva de Joseph. Tripp disse que ele era amigo de Joseph, e ainda a forma como ele falou dele soou mais como uma figura paterna, embora ele não poderia ter tido mais de uma década em Joseph. E Blanda e Tripp estavam claramente juntos, embora Joseph estava infeliz o suficiente sobre isso para esquecer suas maneiras e me deixar sozinha, algo que eu tinha certeza de que jamais faria em circunstâncias normais.
Minha cabeça girava de todas as ligações que eu não entendia.
Demorou um pouco antes de eu percebi que Tripp estava me olhando com as sobrancelhas ligeiramente levantadas. Tardiamente, percebi que eu não tinha respondido sua pergunta.
"Oh. Hum. Sim. Dançar... eu-eu vou." Eu vou tentar é o que eu adicionei na minha cabeça.
"É bom finalmente conhecer a... amiga... de Joseph." Eu tentei não endurecer quando Tripp colocou a mão no meu cotovelo para me guiar para a pista de dança.
É apenas uma dança, eu me lembrei, assim como o meu pulso acelerou de uma forma totalmente diferente da forma como o fez quando Joseph me tocou. Ele tem que tocá-la para dançar com você.
"Oh?" Meu tom era leve como Tripp me levou para pista de dança, mas por dentro eu estava pirando. Quando ele colocou uma mão no meu ombro, o outro na minha cintura eu tinha que tentar duro para não vacilar de distância.
Foi naquele momento que eu apreciado como verdadeiramente único a conexão entre Joseph e eu era. Ele poderia ter sido o primeiro homem que eu deixe-me tocar desde que eu tomei a decisão de parar de dar para cada menino que pediu, mas isso não queria dizer que teria sido assim com ninguém.
Tripp parecia bom o suficiente, mas eu queria suas mãos longe de mim. Eu tentei ser sutil como eu fiz a varredura do espaço para Joseph, querendo nada mais do que ser segura em seus braços.
"Ele nunca leva ninguém a estas funções. Nunca traz qualquer hora que eu vê-lo, na verdade."
Eu poderia dizer que Tripp estava examinando meu rosto, tentando obter uma leitura sobre o que, exatamente, Joseph e eu fomos para o outro.
Eu não poderia ter dito a ele, porque eu não me conheço. Mas eu não podia negar que eu era insanamente feliz em saber que eu era a primeira garota que ele já levou ali.
"Desculpe-me" Joseph. Eu virei minha cabeça, orientando-me a voz, logo que o ouvi. Lá estava ele.
Ele dançou Blanda de forma que eles estavam lado a lado com Tripp e eu. "Quer trocar?"
Embora Tripp piscou para mim, ficou claro que ele só estava muito feliz por ter Blanda volta em seus braços. Quanto a mim... Eu não conseguia parar meu lábio inferior de tremer um pouco quando Joseph me estudou, em seguida, me puxou para seus braços. Mudei-me para lhes de bom grado, indo tão longe como para descansar a cabeça em seu peito.
"Eu sinto muito." Suas mãos acariciavam minhas costas, mas desta vez o gesto de um conforto, não sedução. "Eu estava distraído com a notícia de que Blanda e Tripp estão namorando. Eu nunca deveria ter deixado você sozinha."
"Está tudo bem agora." Eu inalei profundamente, saboreando o seu cheiro através de sua camisa. Minhas próprias palavras para Miley de mais cedo naquele dia reproduzidas pela minha cabeça, como eu fiz.
Nós não estamos namorando. É só um encontro.
O que quer que eu o chame, eu ansiava por esta conexão mais do que eu queria que a minha próxima respiração.
"Você sabe, Tripp é um cara bom." Eu olhei para cima, vi as linhas de preocupação ao redor dos olhos de Joseph. Ele estava preocupado comigo, eu percebi, preocupado, eu tinha certeza, sobre a razão de que eu estaria chateada com a mais benigna de toques por outro homem. "Ele cuidou de mim durante dez anos. Me manteve longe de problemas. Até mesmo fez um ótimo negócio com meu apartamento para que eu não tivesse que viver nos dormitórios."
Joseph estava tentando me colocar à vontade. Eu tive que dizer-lhe algo. E eu não podia mentir.
"Eu não sei por que estou tão confortável com você", eu comecei, fechando minhas mãos no tecido do paletó. "Por eu... Eu não gosto quando os homens me tocam. Não mesmo."
Eu nunca gostei, nem mesmo quando eu convidei cada menino que gostava de mim duas vezes.
"Eu sei." E eu sabia que ele fazia. Ele viu minhas falhas, minhas neuroses e as minhas manias.
Ele gostava de mim de qualquer maneira.
"Blanda é muito bonita." Eu não estava com ciúmes, não depois do que eu tinha visto de seu relacionamento, mas eu queria ver a reação dele ao meu comentário.
Ele arqueou as sobrancelhas quando ele olhou para mim, e eu sabia que eu não tinha enganado ele mesmo um pouco.
"Blanda era minha irmã adotiva, quando eu tinha dezesseis anos. Ela estava quase dezoito anos, e contando os dias até que ela saiu." Janelas fechadas sobre os olhos, e eu cerrei meu punho, onde eu ainda segurando o paletó.
Eu queria suavizar o sulco na testa que esta linha de questionamento tinha trazido diante.
Eu me perguntava se era assim que ele sentia por mim.
"O lugar onde eu vivi, ele não era bom." Seus lábios pressionados firmemente juntos, e eu respirei fundo. Eu tinha certeza de que essa história, ou parte dela de qualquer maneira, poderia explicar suas cicatrizes.
Ele não mencionou, e eu não poderia pedir.
"Ela já estava lá quando cheguei. Nós nos demos bem imediatamente, e ela fez o inferno um pouco mais suportável." Eu não estava acostumada a vê-lo vulnerável. Eu não tinha ideia do que dizer, e assim eu continuei em silêncio.
"Ela saiu em seu aniversário de dezoito anos, e eu não podia culpá-la. Eu estava planejando fazer o mesmo. Mantivemos contato." Seus olhos a me cortaram, e a frieza que eu vi nas profundidades azuis me surpreenderam. "Ela é como minha irmã, porque nós sobrevivemos a mesma coisa."
"Você... você estava em um orfanato até que você tinha dezoito anos?" Isso significaria que ele só foi para fora por quatro anos.
"Não." Sua voz foi curto, embora suas mãos na minha pele ainda estava quente. "Tripp me tirou no final daquele ano."
Franzindo a testa, eu esperei, certo de que ele ia me dizer mais. O que Tripp tem a ver com isso?
Ele não disse mais nada, não compartilhou mais de sua história. Eu queria me sentir mal, uma vez que se sentia quase como se ele não confiava em mim.
Eu era a última pessoa no mundo que podia reclamar sobre alguém guardar segredos.
"Vamos lá. Anime-se." O momento de tensão acabou, e quando ele deslizou as mãos sobre a minha volta eu senti a onda de calor que sempre tomou conta de mim quando ele me tocou. "Estamos aqui para nos divertir."
A música mudou depois do lento, elegante instrumental para um número de dança divertido.
Eu tentei implorar para parar, mas Joseph não quis ouvir, persuadindo até que eu concordei em dançar, dizendo que seria divertido.
Para minha surpresa, foi. Nós dançamos essa música, e a próxima, e uma depois dessa. Tripp e Blanda se juntaram a nós, e enquanto Joseph estava comigo, eu não estava com medo.
Nós dançamos até que eu estava fora do ar e suor alisado minha pele. Ao longo do caminho eu bebi mais dois copos de vinho doce, não o suficiente para ficar bêbada, mas o suficiente para me fazer relaxar.
Quando eu finalmente desmoronei contra Joseph no início da próxima música lenta, eu percebi que era a primeira vez em anos que eu tinha sido capaz de se divertir como se eu fosse... bem, como se eu fosse uma garota de vinte anos com a sua vida à sua frente.
"Eu adoro vê-la assim." Eu senti os dedos de Joseph brincando com a seda que conheceu a pele nua de minhas costas. Ele deslizou um dedo dentro e acariciou a pele quente, apertado que ele encontrou lá.
Embora apenas momentos antes eu não tinha nada em minha mente, mas diversão, eu estava instantaneamente, insanamente excitada.
"Assim como?" Minhas pálpebras estavam a meio mastro quando eu olhei para ele. Deus, mas ele era bonito.
"Quando você deixa ir." A mão não provocando sob a seda deslizou por cima do meu quadril, roçou a curva da minha bunda. Calor e úmido levado às pressas para o espaço entre as minhas pernas.
Eu queria que ele.
Por que eu não poderia tê-lo?
"Você quer sair daqui?" Não era possível encontrar as palavras, eu assenti. Meu coração batia violentamente contra meu peito quando eu percebi que o meu aceno significava.
Os dedos de Joseph entrelaçaram-se com meus enquanto ele me guiou para fora da pista de dança. Nem Tripp, nem Blanda pareceram notar que saímos, eles estavam tão envolvidos um com o outro... e Joseph estava tão decidido a me que ele já não parecia se importar com o que estava acontecendo entre eles.
O salão de fora da sala onde a festa estava sendo realizada estava vazio, e o som dos meus saltos altos ecoaram alto enquanto eu caminhava.
Então eu me encontrei nos braços de Joseph, de costas para a parede, o frio da pedra puxando a pele nua de minhas costas.
Seus lábios estavam nos meus, e ele estava me beijando como se ele nunca quisesse parar.
Eu o beijei de volta, entrelaçando meus braços em torno dele, não se importando que quem entrasse na sala iria nos ver. Eu estava longe demais para isso.
Se estivéssemos sozinhos... Se estivéssemos sozinhos, eu teria deixá-lo me levar até o fim. Mas nós não estávamos, então me contentei com o que poderíamos fazer.
"Demetria" A voz de Joseph era uma grossa como sua mão encontrou a minha mama. O sutiã sem alças que eu usava não oferecem muito em termos de apoio, e eu senti o seu toque tanto quanto eu teria se estivesse acariciando meu corpo nu.
Eu arqueei para ele, balançando minha pélvis contra a dele, desesperada por mais.
Desesperada por tudo.
Ele trabalhou o joelho entre minhas pernas, depois engoliu meu suspiro quando ele apoiou a perna para que eu montasse em sua coxa. Eu estava tão perto já que não demorou muito tempo, uma vez que eu tinha o atrito da perna andando entre as minhas coxas.
Eu gozei gemendo seu nome, o som engolido pelo cavernoso salão vazio. Ele parecia saborear a minha reação ao seu toque, sussurrando meu nome mais e mais como ele enterrou seu rosto no meu cabelo.
Eu cedi para ele com as últimas ondas de prazer derretendo na minha carne.
"Demetria", disse ele de novo, pressionando um beijo na palma da minha garganta.
Meu redor começou a filtrar de volta, e como eles fizeram, eu encontrei-me endurecendo, apesar de... porque... Eu queria tanto que tinha acontecido.
Que tipo de garota que eu era, a perder o controle assim em um lugar público, com um menino que eu tinha conhecido há poucas semanas?
Eu era uma menina suja, assim como Felicity tinha me dito, uma e outra vez, quando eu tinha encontrado consolo nos braços de qualquer garoto que me queria.
Minha mãe estava certa.
"Demetria" O tijolo do edifício raspou a pele nua de minhas costas enquanto eu cai contra ele, minha pele queimando.
Eu não me importava. Cerrando os punhos que estavam úmidos de suor na saia do meu vestido, eu engoli grandes bocados de ar, e ainda não conseguia recuperar o fôlego.
"Demetria". Joseph apareceu na esquina, seu cabelo escuro em pé. Eu olhei para ele com cautela, segurando a mão de minha garganta, minha pele lavando o vermelho de mortificação.
Não era culpa dele que eu me apavorei, então não havia razão para estar zangada com ele. Mas eu não queria que ele lá, porque doía olhá-lo, sabendo que de jeito nenhum ele iria ficar por aqui após o golpe que eu tinha acabado puxado.
Silenciosamente, ele fez o seu caminho para onde eu estava, um tremendo, tremendo bagunça.
Ele me entregou uma garrafa de água, e embora eu hesitei, eu peguei, meus dedos borrar a condensação que o plástico fosco.
A água estava molhada e fria na minha garganta seca, mas não fez nada para lavar o sentimento de vergonha.
Esperei por ele para questionar por que eu ia correr, ou para perguntar o que havia de errado comigo. Ao contrário, ele se encostou na parede ao meu lado, com as mãos nos bolsos casualmente, aparentemente conteúdo para estar comigo até que eu tenho um controle sobre mim mesmo.
Ele era bom demais para ser verdade. É evidente que ele não entendeu a profundidade do que havia de errado comigo.
"Que tipo de garota que eu sou, de perder o controle daquele jeito?" Minhas palavras foram tensas como, finalmente, eu me virei e olhei para ele. Meu coração estava batendo tão rápido que eu senti como se pudesse explodir.
Sua expressão escureceu, e eu pensei, é isso. Ele tem feito.
Ao contrário, ele estendeu a mão para minha bochecha, seu polegar pastoreio minha bochecha. Sua expressão era séria, e suas palavras eram ferozes.
"Gostar do que fizemos não é errado." Eu só olhava. Eu não me sentia capaz de responder.
Ele não sabia. Ele não conseguia entender como minha visão distorcida do sexo era.
"Mas eu não deveria ter empurrado para você. Eu deveria saber que você não estava pronta. A culpa é minha." Seus dedos apertaram momentaneamente na minha pele, como se uma onda de sentimento que ele não podia controlar havia passado por ele.
"Não." Minha voz soava como cacos de vidro tinha rasgado por ele. "No. Eu... Eu queria."
Eu queria enterrar meu rosto em minhas mãos, como eu poderia explicar?
"Eu só... Eu nunca..." Um arrepio trabalhado por mim. "Eu nunca me senti... assim. Eu não estava esperando por isso."
"Eu vejo." Eu podia sentir seus olhos em mim, me avaliando, assim como eu olhava para os brilhos nos meus sapatos emprestados.
Eu nunca tive um orgasmo antes, nem mesmo por mim. Eu nunca quis gostar de sexo, e não com os meninos que eu tinha usado para encher-me, certamente não com eles.
Ele havia me dito que iria me tornar como ele, uma e outra vez. Eu estava determinada a provar que ele estava errado, mesmo anos mais tarde.
Mas Joseph mudou tudo. Eu abri minha boca, desejando que eu pudesse explicar tudo isso para ele. Mas alguém, mais do que nunca, eu não queria assustá-lo com os meus demônios.
Eu queria que ele ficasse.
"Alguma vez você já praticou boxe?" Assustada com a pergunta aparentemente aleatória, olhei, olhei para seu rosto. Eu pensei que tinha detectado raiva depositado naqueles olhos escuros da noite, mas eu não acho que foi dirigida a mim.
"Boxe? Como... bater um saco de pancadas?" Minha descrição contundente assustou um riso fora dele, e ele esfregou as mãos sobre o rosto antes de liquidá-los em mim novamente.
"Sim, eu acho que é uma descrição para isso. Colocar luvas acolchoadas e bater o inferno fora de um saco de pancadas." Ele sorriu, mostrando apreciação de um menino para o esporte. "Tripp me ensinou quando eu... quando nos conhecemos. Eu tenho um saco no meu quarto de reposição. Eu vou lhe mostrar como algum dia."
Eu não podia acreditar que, mesmo depois de tudo, ele ainda não estava correndo. Eu estava cansada demais para questionar o porquê. Tomei outro gole da garrafa de água, em seguida, entregei de volta para ele.
"Eu gostaria disso." Momentos antes de eu me inclinei para trás contra o tijolo frio novamente, senti-lo armar algo pesado, seu paletó em torno dos meus ombros.
"Demetria?"
"Hmm." Eu fechei meus olhos e sem vergonha inalou o cheiro dele, que agarrou-se ao tecido liso.
"Você não perdeu o controle." Cautelosamente eu abri meus olhos, inclinou a cabeça para que eu pudesse ver seu rosto.
A emoção que eu vi lá o meu coração pular. As palavras que se seguiram foram a minha ruína.
"Você não perdeu o controle. Você só me deu ele por um tempo."



XOXO Neia
Desculpem a demora, espero que tenham gostado, mal possa posto outro....
Kiss

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Love Me…As I Am - Capitulo 6



Bati na porta da frente de Joseph, em seguida, abracei os braços em minha volta enquanto eu esperava que ele respondesse. Eu estava com frio, tinha sido frio desde que eu tinha substituído a navalha na minha bolsa de maquiagem.
Eu sabia exatamente como eu estava indo para aquecer-me para cima.
"Hey." Eu quase engoli a minha língua, quando ele abriu a porta. Seu cabelo estava molhado, calça de moletom cinza pendurado baixo em seus quadris... e seu peito estava nu, ainda frisado com água de seu chuveiro.
Todo o seu torso, os músculos longos e magros dele, foi descoberto ao meu ponto de vista. Eu podia ver suas tatuagens, os arcos de roda intrincados deles, e se eu olhava, podia ver as pequenas marcas que eram suas cicatrizes.
"Demetria?" Seu rosto mostrava nenhum julgamento, mas eu sabia que eu parecia um pouco selvagem. Meu rabo de cavalo tinha quase caído, os fios soltos rosnou ao redor do meu rosto. Eu estava vestindo calças de ganga rasgadas que eu tinha em um sábado à noite dentro da minha T-shirt velha e tinha o logotipo desaparecendo do estúdio de ioga em casa.
Eu podia sentir a intensidade nos meus olhos que eu olhei para cima e para baixo.
"Hey. Você está bem?" Devagar, em silêncio, eu pisei em seu apartamento. Deliberadamente, eu fechei a porta atrás de mim, então tirei dos meus tênis.
"Eu estou agora." Me elevando na ponta dos pés, eu apertei os braços superiores em minhas mãos. Ele sacudiu a sua frieza, mas que não permaneceu imóvel, observando-me constantemente.
"Beije-me." Eu não teria perguntado, mas eu não conseguia alcançá-lo, a menos que ele baixasse a cabeça.
Embora parecia que ele queria me perguntar o que estava acontecendo, ele fez o que eu pedi.
Curvou-se, roçou sua boca quente e úmida sobre a minha fria, seca.
A conexão era elétrica, o que provocou a vida dentro de mim e fez tudo brilhante.
"Sim." Eu assobiei a palavra, entrelaçando meus braços ao redor de seus ombros. Ele respirou fundo quando eu pressionei meu corpo contra o dele, e eu senti sua ereção endurecer contra a pele macia da minha barriga.
"Mais." Eu empurrei minha boca na sua, exigindo um beijo mais. Suas mãos espalmadas sobre as minhas costas, traçando meus ombros enquanto sua língua lambia sobre a costura dos meus lábios, em seguida, mergulhou para dentro para varrer os dentes.
Quando o beijo terminou, a nossa respiração combinada era irregular e rápida.
"Diga-me o que está errado." Suas mãos nunca pararam de se mover, seguindo a linha da minha espinha enquanto eu me movia inquieta em seus braços. Embora eu senti seu corpo enrijecer sempre que roçava sua ereção, ele não fez nenhum movimento para pressioná-lo dentro de mim.
Não fez nenhum movimento para se aproveitar de mim quando eu estava me sentindo vulnerável.
Eu enterrei meu rosto em seu peito e balançou a cabeça.
"Por favor." Minha voz era um sussurro, meus dedos pressionando nos músculos sólidos de seus bíceps. "Por favor. Eu preciso que você lavá-lo."
Frustração me encheu quando ele deslizou as mãos da minha volta para meus braços, me puxando para trás o suficiente para que ele pudesse olhar para o meu rosto. Seus olhos percorriam em cima de mim por um longo, minuto inquieto, como se ele estivesse tentando alcançar dentro de mim, descobrir o que me fez vibrar.
"Demetria. Eu não posso fazer isso quando você está tão obviamente chateado." Sua expressão era firme.
Meu estômago revirou. Eu vim com ele para o conforto, assim como eu tinha ido a todos os meninos na escola. Mas ele era mais para mim do que um corpo sem rosto.
Ele merecia uma explicação. Ou, pelo menos, parte de uma.
"Eu... Acabei de falar com minha mãe." Eu não poderia esconder o desgosto que coloriram minhas palavras. "Eu, realmente não nos damos bem."
"Muitas pessoas não se dão bem com os pais." Ele colocou um dedo embaixo do meu queixo, levantou meu rosto em direção a ele, para que eu não conseguisse me esconder.
Ele não ia me deixar sair facilmente, um fato para o qual eu tanto agradeci e amaldiçoei.
"Eu nunca vou voltar para lá." Minhas palavras eram planas, e provei na minha língua quase dormente.
"Por quê?" Ele perguntou. Eu afundei meus dentes profundamente em minha língua para parar a torrente de palavras que queria vir. Eu olhei para ele, os olhos arregalados, a boca bem fechada.
"Tudo bem." Ele disse finalmente, e eu vi a aceitação cautelosa em seus olhos. Eu tinha-lhe dado alguma coisa, pelo menos, e que ele não poderia ter conhecido, era mais do que eu já tinha dado a ninguém.
Eu tremia e esperei. Ele teve que fazer o próximo movimento. Eu tinha que saber que ele realmente me queria.
"Nada de sexo." Eu pisquei, surpresa, enquanto ele falava. Seu rosto estava feroz e resoluto.
"Você não me quer?" Apreciei o que ele estava tentando fazer, mas eu não poderia deixar de me sentir um pouco mal.
Ele riu, então, um grande rugido de som que me tomou de surpresa. Ele olhou para baixo, e eu segui seu olhar, sugando a respiração quando eu vi o que ele estava apontando para.
"Querer não é o problema, Demetria." Isso, eu pensei, era bastante óbvio.
"Então o que é?" Se eu admitir para mim mesma, eu estava um pouco aliviada no limite que tinha definido. Eu não era virgem, isso era certo, mas Joseph...
Joseph era diferente.
"Você não está pronta." Ele se inclinou, e o beijo foi um leve sussurro, uma provocação mais do que qualquer coisa.
Eu suspirei, chegando a correr os dedos pelo cabelo.
Então, minha boca estava esmagando sob a dele, e minhas pernas estavam em volta de sua cintura. Eu gemi quando ele me levantou logo depois dos meus pés, as mãos colocando minha bunda através do jeans rasgado.
Eu entrelacei os braços ao redor de seus ombros enquanto ele me levou ao fundo do corredor do seu pequeno apartamento.
O quarto que ele me trouxe em estava escuro, cheio de ondulações de sombras das luzes artificiais externas. Suspirei quando ele me abaixou em uma cama, virando meu rosto para pressioná-lo em um travesseiro que cheirava a ele.
"Posso acender a luz?" Sua voz era rouca, e eu mudei inquieto enquanto raspava palmas ásperas sobre a faixa de pele entre os meus t-shirt e jeans. "Eu quero ver você."
"Não. Por favor." Eu estava me sentindo bastante vulnerável. Eu não podia, simplesmente não podia, tratam explicando as minhas cicatrizes, e não depois que eu quase tinha feito esta noite.
Houve uma pausa, um silêncio, e suas mãos pararam de se mover. Mudei inquieta, precisando sentir o seu toque em mim, queimando de dor.
"Tudo bem." Eu chorei quando ele me puxou para a beira da cama, dobrando os joelhos para que meus pés estivessem cavando na borda do colchão.
Curvando-me, ele abaixou a boca nos meus em um beijo lento. Ele traçou um caminho para baixo da linha da minha mandíbula e no oco da minha clavícula.
Quando a mão dele deslizou por baixo do algodão gasto da minha T-shirt eu tremi. Ele fez uma pausa, seus lábios se movendo ao meu ouvido, onde ele mordiscou o lóbulo.
"Você quer que a camisa fique?" Sem dizer nada eu balancei a cabeça, mas em vez de retirar a mão, como eu pensei que ele faria, ele continuou sua exploração, mas manteve a camisa como uma barreira entre os olhos e minha pele.
"Oh". Quando chegou nas minhas costas, ele desabotoou meu sutiã, então encheu as mãos com meus seios. Uma onda de calor me liquefeito de dentro para fora como ele brincou com a pele distendida dos meus mamilos.
Minhas mãos arranharam sobre o tecido macio de sua colcha, finalmente encontrando compra no elástico de seus suores. Sua respiração assobiou quando os meus dedos acariciaram as superfícies planas de seu estômago, seus quadris.
Suas mãos acariciou meu torso, encontrando minha cintura também. Minha respiração ficou presa na minha garganta quando ele brincou com o botão da minha calça jeans.
"Isso é bom?" Nervos estavam um milhão de agulhas minúsculas picaram na minha pele, acordando todas as minhas terminações nervosas.
Lentamente eu balancei a cabeça, em seguida, percebeu que ele não poderia me ver no escuro.
"Sim." Minha voz parecia enferrujada, como se eu não tivesse usado por vários dias. "Sim. Está tudo bem."
Percebi com um início que eu não estava mentindo. Eu queria isso. Eu queria que ele me levasse até onde ele iria, mesmo que não envolva sexo completo.
Eu transformei minhas mãos sobre o meu estômago quando ele puxou o botão através de seu buraco. O zíper se movendo através de suas trilhas foi uma grossa metálica, e um dos sons mais dolorosamente eróticos que eu já ouvi.
Sem dizer nada, eu levantei meus quadris como ele puxou o jeans confortável pelas minhas pernas.
Então ele se ajoelhou entre as minhas pernas, um dos meus pés em cada lado dos ombros. Ele pressionou um beijo suave para o interior de uma das minhas coxas, e eu quase saltei para fora da cama com a sensação.
"Eu tenho que te provar." Solavancos frio em minha carne, e depois desapareceu em um calor febril. "Você vai me deixar?"
Oh Deus. Oh Deus.
"Sim".
Eu chorei quando ele deu um beijo entre as minhas pernas, através do algodão da minha calcinha. E então meu mundo foi brilhante, sensação minha única realidade, como ele usou sua boca em mim, puxando minha calcinha para o lado.
"Eu quero ouvir você gozar." Sua voz era rouca, os dedos de sua mão livre cavando a pele macia da minha coxa. "Eu quero tanto você."
Suas palavras cortaram a neblina quente em que eu estava flutuando. O prazer que tinha enrolada firmemente dentro de mim soltou, e eu fiquei tenso em torno de seus lábios.
"Eu-eu não acho que eu posso." Eu podia ouvir a vergonha na minha voz. Eu balancei minha cabeça de um lado para outro na cama, tentando desalojar a memória de uma outra voz.
Eu vou fazer você gostar.
"Eu sinto muito." Lágrimas engrossou minha garganta enquanto, lentamente, Joseph tirou os lábios do espaço entre as minhas pernas e alisou minha calcinha de volta no lugar. "Eu-eu quero, eu-"
Eu era um porra de um bloqueio de pênis.
"Está tudo bem." Ele apertou mais um daqueles beijos suaves para o interior da minha coxa, então a minha barriga enquanto ele se movia para trás o meu corpo. Minhas pernas dobradas pressionado em seus lados, como ele me passou para trás na cama, variando-se por cima de mim. Senti a aspereza de suas calças abrasão minha pele sensível, nua.
"Você quer parar tudo, ou apenas isso?" Seus lábios roçaram os meus enquanto ele sussurrou, e minha pélvis arqueou contra ele, apesar de mim mesmo.
"Você não é louco?" Esta perto que eu podia ver o rosto dele, mas ele estava cheio de sombras na sala escura. Suas pálpebras estavam a meio mastro, seus olhos atentos em mim, mas nada sobre a sua expressão disse que ele estava chateado comigo.
"Claro que não." Ele franziu a testa como se eu o tivesse chocado. "Por que eu seria?"
Eu soltei uma gargalhada, eu não podia parar. Ele me olhou com curiosidade, depois gemeu quando, timidamente, eu trabalhei a minha mão entre nossos corpos, na cintura elástica de seus suores, onde eu o levei na minha mão.
"Eu não quero parar.", Disse. Ele empurrou para a frente em meu punho, rosnando na curva do meu pescoço.
Essa mesma incerteza tomou conta de mim, quando, com um gemido de dor, ele pegou meu pulso entre os dedos e tirou minha mão de suas calças.
"Se você fizer isso, eu não vou ser capaz de parar." Sua voz era triste, e eu não podia deixar de sentir um pouco o prazer que eu era o único que estava a fazer-lhe sentir que espera.
"Tudo bem." Mordi o lábio, ainda deitado debaixo dele. "Será que... temos que parar tudo?"
Eu gritei quando ele mordeu meu pescoço, em seguida, beijou-lhe o caminho de volta para os meus lábios.
"Não." Sua voz era tão ofegante quanto a minha, e eu sorri contra a sua boca. "Não, nós não temos."
Joseph roncava.
Eu não podia deixar de achar engraçado que esta prefeita criatura tinha uma falha. Meus ombros balançaram silenciosamente com o riso como eu saiu da cama, peguei meu jeans do chão e o vesti.
A diversão desapareceu quando eu voltei para a cama para uma última olhada. Ele adormeceu logo depois que paramos de brincar, com um braço em volta de mim, o outro atrás de sua cabeça enquanto ele estava deitado de costas. Na verdade, eu estava um pouco aliviada.
Joseph acordado exigiu toda a minha energia, a minha atenção, apenas por ser quem ele era.
Adormecido ele ainda era lindo, mas a animação que o fez tão atraente quando acordado dormiu com ele, permitindo-me a chance de respirar.
Estendi a mão e acariciei seu braço, franzindo a testa quando meus dedos encontraram a textura de suas cicatrizes. Mordendo meu lábio, eu dobrei e acendeu a pequena lâmpada que estava em sua mesa de cabeceira.
Ele resmungou um pouco, ainda dormindo, e atirou um braço sobre os olhos, quando a luz dourada aqueceu o ambiente. Então ele relaxou no sono, permitindo-me a oportunidade de olhar para ele.
Seu moletom ainda estava ele, embora eles pendurassem um pouco baixo agora do que tinha antes. O brilho do suor do nosso encontro estava secando em sua pele, deixando para trás um cheiro almiscarado que até agora estava me deixando selvagem.
Mas o que eu realmente queria fazer agora, enquanto ele estava dormindo, e seus olhos não eram para mim, foi a olhar para suas cicatrizes.
Ajoelhada ao lado da cama de modo que eu estava ao nível dos olhos com o braço caído sobre os olhos, me inclinei até que eu estava apenas uma polegada de distância de sua pele.
Cima e para baixo os lados de sua cintura, e nas partes do braço que teria sido carnuda se não fossem tão enfraquecida, eu vi dezenas de minúsculos pontos vermelhos, cada um do tamanho da cabeça de uma agulha. Eu tinha certeza que eram de suas injeções de insulina, os tiros que ele tinha de dar-se pelo menos três vezes por dia.
As cicatrizes que eu tinha notado a outra noite eram maiores do que isso. Eu tive que olhar atentamente para encontrá-los, já que eles foram tão habilmente cobertos por sua tinta.
Mas lá estavam eles. Um, dois... onze, doze. Contei uma dúzia em seu braço direito, e eu imaginava que havia mais à sua esquerda, e em sua volta.
O que tinha feito isso? Um cigarro? Um laser? Grandes faíscas? No caminho teve suas injeções, ou suas picadas no dedo, causando estes.
Eu não iria contar a ele sobre o meu passado, e por isso eu certamente não poderia perguntar a ele sobre seu. Mas o fato de que ele tinha esses...
Que a tinta estava por cima me disse que ele tinha escolhido deliberadamente escondê-los. Ele também tinha segredos que não queria que o mundo soubesse. No fim das contas que não podem nos ajudar, mas por agora...
Por agora, isso me fez sentir como se eu não estivesse sozinha.
"Você saiu." Meu telefone tocou, assim que entrei no meu quarto. Miley  ainda estava fora, então eu não me preocupei em manter a minha voz.
"Eu fiz." Minha voz tremeu quando eu saí do meu tênis, minha calça jeans, e coloquei minhas calças de pijama.
Minha pele estava inchada, sensível, em todos os lugares que ele tinha beijado e tocado.
"Hmm." Ele não parece surpreso, e eu fiz uma careta enquanto eu puxei de volta minhas cobertas e deslizou para a minha cama.
"Bem. Estou de volta ao meu dormitório. Voltei bem." Eu achava que era por isso que ele estava chamando.
"Você saiu antes que eu pudesse perguntar algo." Com as luzes apagadas, e meu rosto no travesseiro, eu quase podia fingir que ele estava aqui, na minha cama, comigo.
"O que?" Eu não tenho que sussurrar, mas eu fiz assim mesmo.
"Eu quero um encontro." Eu endureci, embora nós saímos várias vezes, esta foi a primeira vez que qualquer um de nós tinha usado a palavra com e.
"Eu acho que nós apenas tivemos um." Ele bufou uma risada, e eu não pude deixar de rir junto com ele.
"Não esse tipo de encontro... embora quando quiser esse tipo de encontro, é só me avisar."
Meu sorriso desapareceu um pouco, mesmo na forma de calor me impregnado de suas palavras.
Não importa o quanto eu gostei que tínhamos feito, o argumento de Felicity tinha sido o catalisador, o que trouxe essa amargura de volta para a raiz dentro da minha boca.
Eu balancei minha cabeça, irritada. Não. De jeito nenhum que eu ia deixá-la arruinar isso para mim.
"Que tipo de encontro, então?" Minha mente percorreu o clássico jantar e filme.
"É para uma festa beneficente."
"Ah." Eu levantei minha cabeça, considerando. "É para o abrigo?" Eu tinha uma imagem mental de longas mesas de banquete, com os cães peludos e línguas babando revestem cada lado.
"Nâo. É para a Associação de Pais Adotivos de New Haven." Não era o que eu esperava. Sentei- me na cama, torcendo minha colcha entre meus dedos.
"Por que você está indo?" Até agora eu sabia que Joseph bem o suficiente para saber que isso não seria um motivo aleatório. "E para o que eles estão levantando dinheiro?"
"O dinheiro é gasto em coisas que crianças na necessidade do sistema adotivo não conseguiria de outra forma. Uma semana no acampamento no verão, ou uma bicicleta. Às vezes, se a criança ainda tem dezessete anos, quando começar a faculdade, os livros de seu primeiro semestre." Eu pensei que eu peguei um traço de melancolia, e sabia, sem dúvida, que Joseph tinha sido uma dessas crianças.
"Você era uma criança adotiva? Aqui?" Toda vez que eu pensei que eu iria descobri-lo, ele revelou algo novo que eu nunca teria imaginado. "Eu não sabia que você era de New Haven."
"Você não perguntou." Não houve julgamento em seu tom, mas eu ouvi o que ele não disse, eu continuei a partilha de informações sobre o nosso passado a um mínimo, e eu fiz isso de propósito.
A culpa era pesada, me empurrando para baixo na minha cama.
"Você é voluntário lá?" Ele trabalhou em um abrigo de animais, e parecia bom demais para ser verdade que ele seria um voluntário lá também.
"Não." Ele soltou um grande suspiro, e eu podia tudo, mas imaginá-lo passando as mãos por esses picos de seu cabelo. "Não, pois a maior parte do ano eu tento esquecer que eu era uma criança adotiva em tudo. Mas eu vou a esse benefício, com um par de outros que costumavam ser filhos  adotivos também. Para pagar as nossas dívidas, eu acho."
Fiquei em silêncio. Ele tinha acabado de compartilhar mais comigo em uma frase que eu jamais poderia esperar para compartilhar com ele.
"Basta pensar nisso, ok?" Eu balancei a cabeça, mas ele não estava lá para ver. "É na próxima sexta-feira."
"Tudo bem." Eu não tinha certeza do que fazer com o seu pedido. Se fôssemos a este evento juntos, ele ficaria como se fôssemos um casal real.
Éramos?
A ideia tanto me apavorou quanto me emocionou.
"Boa noite, Demetria." Houve que rouquidão em sua voz de novo, me fazendo tremer e me lembrando de como sua boca sentia entre as minhas pernas. Eu nunca deixei qualquer garoto fazer isso antes. Eu nunca pensei que eu iria querer.
À medida que desligou, eu pensei sobre como Joseph estava conseguindo esmagar através de todas as barreiras que eu tinha. Foi libertador.

Mas havia uma barreira que tem que segurar. Foi apenas a maneira que ia ter para ser.


XOXO Neia :'(
Sorry pela demora mas tenho bons motivos...com as aulas fica mais dificil mas eu tento postar sempre que posso. Duas coisas: 1- o que se está a passar com os comentários?? No ultimo poste não tive nenhum, e isso me deixa triste :'( 2- voces não estão gostando da fic é isso?? Bem se é me digam pls-. Espero comentários e pff divulguem kiss :(

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Love Me…As I Am - Capitulo 5




Eu corri mais rápido do que eu já tinha, empurrando-me até meus pulmões queimarem e os músculos das minhas pernas tremeram e ameaçarem doer. Arfando em grandes golfadas de ar quando me virei para o estacionamento MacKinnon, eu levantei a barra da minha T-shirt para enxugar o suor da minha testa.
Eu não era estúpida. Eu tentei ir mais rápido porque correr me fez sentir como se eu pudesse talvez deixar meus problemas para trás, se eu tenho a velocidade certa. Eu nunca seria rápida o suficiente para ultrapassá-los completamente, mas eu tinha chegado rápido o suficiente para chegar à faculdade, sair daquela casa e longe da minha miséria.
Retardando assim que cheguei ao lado do dormitório, eu me escorei contra ele com uma mão e, equilibrando em um pé, dobrei o joelho oposto e coloquei o pé atrás da minha bunda. Eu saboreava o trecho, tentando o meu melhor para não olhar para o carro batido contra o qual Joseph tinha me beijado noites sem sentido atrás.
Estremeci quando eu troquei as pernas, tentando ignorar a sensação de afundamento no meu intestino. Eu tinha realmente fodido as coisas com ele. O cara que me fez esquecer todas as trevas, e ainda assim a escuridão me impediu de dar a ele o que ele queria.
"Idiota." Eu me repreendi quando puxei meu cartão do bolso zip dos meus shorts de corrida e entrei no dormitório. Em todos os anos que minha vida tinha mudado tão drasticamente, eu tinha procurado por uma pessoa que poderia me fazer lembrar o que eu era para ser. A pessoa que eu tinha sido antes disso ter começado.
Mesmo quando eu tinha a esperança de que tal pessoa existia, eu nunca pensei que alguém iria querer mais de mim do que eu era capaz de dar. Os meninos na escola, eles tinham todos sido facilmente recebido o meu corpo em troca de alguns momentos de carinho secreto.
Joseph foi mais difícil. Ele queria mais.
Eu queria, mas eu não podia dar o que ele estava pedindo.
Eu estava de mau humor na hora que eu cheguei ao meu quarto. O mau humor se transformou em desconforto quando eu abri a porta e descobri que Miley estava acordada, sentada em sua cama com seu enorme livro de história da arte em seu colo.
"Hey." Eu sabia que o meu sorriso era mais reservado do que nunca tinha estado com ela, mas eu não conseguia evitar. Desde a nossa conversa no outro dia, em que cada um tinha admitido um pouco mais sobre o nosso passado do que queria, as coisas entre nós tinham sido empoladas.
O fato de que ela estava sentada aqui estudando sem um exame iminente me disse que Miley estava me sentindo como as coisas estavam fora também.
Saber e mudar, porém, eram duas coisas completamente diferentes.
"Ugh. Como você pode fazer isso?" Alivio foi uma lufada de ar fresco que eu recolhi minhatoalha e shampoo. Miley me fez a mesma pergunta a cada vez que eu ia para uma corrida.
Eu costumo encolher os ombros e dizer a ela que eu gostei. Desta vez eu encontrei a verdadesaindo da minha boca antes que eu pudesse impedi-lo.
"Eu grande quando eu era adolescente." Não importava o tamanho do meu corpo, eu ainda tinha sido capaz de desenhar o tipo errado de atenção dos meninos com a promessa de que estava entre as minhas pernas, mas a gordura tinha sido uma camada de isolamento para mim, uma forma de me manter distante do sofrimento inevitável que o resto do mundo pode trazer para mim.
"Muitas pessoas são gordinhas até que atingirem a puberdade." Vi que Miley estava escolhendo as palavras com cuidado. Virei a garrafa de shampoo mais na minha mão, e depois de volta no caminho certo novamente, pesando as minhas palavras, agora que eu ia deixar parte da minha deslizamento segredo.
"Eu já tinha passado da puberdade. E... Eu não teria me importado em ser gordinha, se eu fosse saudável. Mas ganhei o peso de propósito." Desafiando-a a discutir comigo, eu olhei bem para ela, meu queixo preso fora desafiadoramente.
Eu sabia que Miley era carinhosa, mas gostava de coisas sendo leves e alegres e divertidas. Eu era mais do que um pouco chocada que ela olhou de volta para mim, sua expressão calma mortal.
"Você não é mais pesado." Ela virou uma página em seu livro, e depois outro, embora ela não estivesse olhando para o livro.
"Não", eu concordei. "Eu não sou. E eu não vou me deixar ser nunca mais. É por isso que só pode tomar leite desnatado em meu café. É por isso que eu entrei em ioga. E é por isso que eu corro."
Sem esperar por uma resposta, eu empurrei para fora do pequeno quarto do dormitório e fiz meu caminho pelo corredor até o banheiro das meninas, meu coração batendo freneticamente contra minhas costelas.
Mecanicamente, eu me mudei para um dos chuveiros e despojado do meu rolamento.
Deslizando meus pés em meus chinelos de borracha, eu liguei o chuveiro e entrei debaixo dele.
Virei o calor tão alto quanto ele iria, esperando para queimar um pouco da vulnerabilidade súbita.
Eu nunca disse a ninguém antes que eu tinha ganhado o peso de propósito. Eu nunca quis.
Engolindo em seco, eu inclinei minha cabeça para trás e deixar a água fervente atropelar o meu rosto. Eu provei o sal do meu suor e estremeceu.
Minha mãe sabia que algo estava errado comigo tão logo os meus problemas começaram. Mas ela não tinha empurrado, não tentou o seu mais difícil de obter a resposta de mim, do jeito que eu pensei que a mãe deveria. Em vez disso ela o afastou ordenadamente, como se não fosse real, se ela não podia vê-lo.
Eu sempre me perguntei se ela sabia, se de alguma forma ela tinha adivinhado a verdade, mas não tinha sido capaz de enfrentá-lo. Independentemente disso, no momento em que eu disse a ela, eu sabia que ela realmente queria não acreditar em mim, ou que ela falou-se em acreditar que ele não poderia ser verdade.
Ela pensou que meus problemas de peso, a maneira como eu me escondo atrás de longas mechas de cabelo, os rumores sobre mim e tantos meninos eram simplesmente a minha forma de expressar rebeldia adolescente.
Eu não tinha certeza se eu estava sempre indo para ser capaz de perdoá-la por isso.
Como eu ensaboava mecanicamente shampoo citrus perfumado em meus cabelos, meus pensamentos voltaram para a minha companheira de quarto. Minha melhor amiga.
Eu pensei que eu conhecesse Miley por dentro e por fora, mas nos últimos dois dias tinham me dito que eu não era o único com demônios em meus pesadelos. Isso significava que ela iria me entender.
Com a espuma shampoo rodando pelo ralo, eu me perguntava como que seria dizer a alguém que realmente importava. Mas se eu dissesse a Miley, então eu não teria nenhuma razão real para não contar a Joseph.
A aversão e descrença no rosto de minha mãe foram gravados na minha mente para sempre.
Eu não penso verdadeiramente que Miley reagiria da mesma forma, mas eu sabia que iria alterar a sua percepção de mim para sempre, e eu não quero isso.
Joseph, no entanto...
Eu não podia deixá-lo pensar que eu era suja.
Enquanto eu secava a umidade fora da minha pele, eu olhei para as linhas prateadas que listradas meus braços. Na maioria das vezes eu era capaz de esquecer que eles estavam lá, mas de vez em quando eu peguei um vislumbre. As cicatrizes eram como fantasmas que poderia ser batido em sua apresentação, mas nunca totalmente exorcizado.
Ao contrário de Joseph, eu não tinha escondido as minhas cicatrizes com tatuagens. Eu precisava do lembrete visual para me impedir de fazer algo auto-destrutivo.
Algo como me envolver com um menino lindo que ficaria indignado se soubesse quão suja eu realmente era. E se eu visse que desgosto no rosto de quem fez tudo melhor, eu não tinha certeza se eu poderia viver com a emoção resultante.
Eu ouvi o silvo do spray, vi o vapor como alguém na cabine ao lado sobre começaram seu banho. Um momento depois, o cheiro de lavanda bateu no meu nariz, sabonete ou shampoo ou qualquer outra coisa inócua, mas foi o suficiente para me fazer vomitar.
De repente, miseravelmente, tirei meu roupão em torno de mim e coloquei o cabelo encharcado de volta para o meu cabelo elástico, em seguida, saiu correndo do banheiro, do cheiro enjoativo mais rápido que pude.
Joseph era um grande cara, e eu queria, queria ele mais do que eu sempre quis alguém ou alguma coisa na minha vida.
Eu o queria o suficiente para que eu não quisesse manchar-lhe as minhas trevas.
Minha mente estava tomada. Eu não ia vê-lo novamente.
As vaias e assobios de sábado à noite no campus estavam em pleno andamento fora da minha janela. Deitei-me de costas na minha cama, meu livro de Psicologia Social equilibrado em cima de mim.
Fazia três dias que eu tinha falado com Joseph. Ele mandou uma mensagem, e ele chamou, e eu tinha ignorado tudo.
Foi melhor assim.
Meu quarto era um silêncio mortal, além dos barulhos filtrados de fora. Miley estava em outra festa da fraternidade, não com Joel desta vez, mas com um cara que Joel tinha apresentado a ela.
Normalmente eu teria revirado os olhos e brincado com ela bem humorada sobre ser uma comedora de homens, mas a piada não parece tão engraçada para mim agora.
Miley teve claramente um problema que ela não estava pronta ou disposta a compartilhar comigo, e que estava tudo bem, ninguém entendia a necessidade de manter um segredo melhor do que eu. Mas pelo menos ela estava vivendo com ele, estava se divertindo.
Eu me mudei de casa, havia parado o meu comportamento auto-destrutivo, mas foi para todos os intentos e propósitos presos na mente da adolescente que eu tinha sido.
Pensei em Joseph e gemi. Minha mão subiu a correr sobre meus lábios. Eles vibraram apenas com a lembrança de seu beijo, da forma como sua boca tinha jogado sobre a minha.
Eu queria mais. Eu queria ele.
Eu não poderia tê-lo, a menos que ele tivesse a minha merda junta.
Carrancuda, eu joguei meu livro de lado e sentei-me em linha reta. Peguei meu celular, abri a tela e abri minha lista de contatos.
Timidamente eu fiz a varredura através da lista até que eu encontrei minha mãe. Felicity foi a entrada rótulo não mãe, certamente não a mãe.
Sentindo-me como se uma grande pedra foi apresentada na base da minha garganta, eu apertei o número, então cai para trás plana sobre a cama. Enquanto ouvia os toques do outro lado, eu puxei o meu cabelo na frente do meu rosto, e também organizei meus dois travesseiros para que uma era em ambos os lados da minha cabeça. Eu estava em um casulo, escondida.
Segura de danos.
"A filha pródiga se digna a chamar." Eu deveria ter desligado no momento em que ouviu a saudação irônica da minha mãe. Eu não estava preocupada que Bob iria atender o telefone, porque eu me recusava a chamar o número de casa, por essa mesma razão.
"Oi, Felicity." Fiz questão de manter minha voz calma, embora o próprio som de sua voz me fez querer gritar. "Como você está?"
Houve uma pausa, e eu imaginava que eu tinha a pegou desprevenida. Eu raramente a chamava, e eu certamente nunca perguntou como ela estava fazendo.
"Por que você está chamando, Demetria?" Ela finalmente perguntou. "É sábado à noite. Fiquei com a impressão de que você estava pelo menos tentando viver uma vida normal, agora que você está na faculdade."
Meus dentes rangeram, e a frustração fez mais apertado os nós em meu peito, me impedindo de plena inspiração.
"Eu quero falar sobre algo." As almofadas que tinham sido apenas alguns segundos antes, um porto seguro agora se sentia como se estivessem me sufocando. Enfiei-los para fora da cama e sentou- se, empurrando os fios de linho do meu cabelo para fora do caminho.
"Você precisa de dinheiro?" Havia uma presunção na voz de Felicity que me fez querer jogar alguma coisa.
"Não." Eu aterrar a palavra por entre os dentes cerrados. "Eu tenho bolsas de estudo. Você sabe disso."
Quando eu disse a ela que a escola que eu ia, e como eu joguei a pagar por isso, ela não acreditou em mim. Não com a ferocidade com que ela duvidava do outro conto mais importante, mas ainda assim, ela precisava de um pouco convincente, como se não pudesse acreditar que eu era capaz de obter uma entrada completa para uma boa faculdade.
"Bem, ela não pode ser muito dinheiro. Não é como se você é uma atleta." Isso, eu sabia, era uma referência velada ao peso extra uma vez eu tinha levado.
"A bolsa é muito, mais eu ensino ioga no campus para ter mais dinheiro." Eu não preciso explicar isso a ela, mas disse que de qualquer maneira. Talvez eu, pela primeira vez, queria ganhar um argumento.
Não que isso foi um argumento de que era apenas uma conversa normal, porque era a mulher que me deu a vida.
"Você pode fazer ioga?" A surpresa era evidente na voz de Felicity, e abafei um grito. Eu comecei a praticar ioga quando eu ainda morava com ela e Bob. Eu não poderia contar o número de vezes que eu ia correr até a cozinha para a porta dos fundos, dizendo-lhe que eu estava fora do estúdio de ioga.
Mas isso era Felicity, cabeça enterrada debaixo de seis metros de areia. Ela não absorvia qualquer coisa que ela não quisesse, qualquer coisa que pudesse atrapalhar seu mundinho perfeito.
"Eu quero falar sobre Bob." Um grande tremor acumulou meu corpo assim que as palavras saíram da minha boca. O repentino silêncio do outro lado da linha me disse que eu tinha conseguido chocar minha mãe.
Eu nunca quis falar sobre Bob - nunca quis vê-lo ou ouvi-lo, ou ouvir alguém falar sobre ele. Por isso, ela sabia exatamente o que estava se referindo, e eu sabia disso.
"Felicity?" O silêncio se estendeu diante, espesso e tenso mesmo através da linha telefônica.
Um pequeno rebento de esperança começou a se desenrolar dentro de mim.
Seria possível... que ela talvez ouviu neste momento?
"Eu espero que você não esteja se referindo ao que eu acho que você está." Quando ela finalmente falou, sua voz foi coberta com uma fina camada de gelo. Que o gelo estava claro, não tinha cheiro ou gosto, mas ficou entre nós, uma vez que tinha por tanto tempo, uma barreira impenetrável.
O frio cortante aproveitou esse pequeno broto concurso de esperança. Eu observava impotente como ela murchou e morreu.
"Sobre o que mais eu estaria falando?" Notei com um início que a minha voz não soava tão diferente da dela - amarga e zangada.
Eu ia lutar como o diabo antes de acabar com ela, apesar de tudo.
"Você precisa parar." A voz de Felicity estava mais nervosa do que eu já ouvi antes, sibilante, lançada baixa e cheia de ódio. Embora eu dissesse a mim mesmo que não podia me machucar mais, eu senti um grande soluço asfixia bem nas profundezas do meu peito.
"Parar com o quê? O que foi que eu fiz?" Eu odiava a angústia que eu podia ouvir em minhas palavras, odiava mostrar que a fraqueza quando eu passei anos tentando tornar-me forte.
Eu odiava que, cinco anos depois, ela ainda se sentia como minha culpa, do jeito que ele me disse que era.
"Eu nunca entendi por que você inventou essa história, Demetria Lovato, e eu nunca vou. Mas você é uma adulta agora, e você precisa superar isso. Qualquer motivo pouco deformado que tinha para tentar destruir essa família sumiu por muito tempo. Eu não aguento mais." A voz de Felicity passou de baixo para estridente. Bati meu punho na minha colcha, a frustração me enchendo até que eu senti como se eu pudesse dividir em dois.
Não é minha culpa.
Não é minha culpa.
Pela primeira vez desde que eu tinha dezessete anos, eu abri a minha boca, e o som que saiu foi um grito.
"Só porque você se recusa a acreditar em mim, não significa que não aconteceu!" Batendo meu dedo para baixo na tela para terminar a chamada, eu joguei o telefone tão duro quanto eu podia para a parede. Eu ouvi o estalo da tela, uma vez que se estilhaçou, mas não me importava.
Eu estava no meio da sala, com as mãos fechando em punhos mecanicamente, uma e outra vez. Eu não podia me mover, me senti congelada no lugar, com tanta emoção dentro de mim que eu estava paralisada.
Eu precisava de parte dele.
Havia apenas uma maneira que nunca tinha trabalhado, mas eu tinha jurado nunca mais fazer isso de novo.
Eu dei um passo hesitante em direção a minha bolsa de maquiagem, depois outro. Então, corri para ele, o colapso de joelhos como eu freneticamente abria o zíper.
Minha mão se fechou em torno do punho rosa fino da navalha Bic simples, e um prazer escuro deslizou através de mim. Era quase sensual, chamando meu nome, prometendo aliviar a minha dor.
O interior do meu corpo fosse um bloco sólido de gelo. Meus movimentos bruscos, eu puxei minha camiseta para cima e sobre a cabeça, em seguida, atravessou meu braço esquerdo na frente do meu torso.
A navalha era rosa brilhante e alegre na minha mão direita, um toque de cor em um mundo que de repente se desvaneceu em tons de cinza. Baixei-lo até que ficou pouco mais de seu alvo.
A pele do meu braço estava pálida, enfiada através de veias ametista exuberantes. Linhas em relevo de prata listrada, um mapa para a liberação de minha dor.
Seria tão fácil, tão simples. Use a navalha com a parte da pele, observar o fluxo de sangue carmesim, e com isso, a dor que estava me consumindo.
Tão fácil de deixar o sangue se manter fluindo.
Eu não sei quanto tempo eu fiquei agachada no chão, a lâmina de um sussurro de sua meta.
Agachei-me até meus músculos queimados e apertados de ficar quieta.
Não. Esta não era quem eu era mais. E ninguém, nem Bob, nem Felicity, ninguém poderia me fazer voltar.
Lentamente eu coloquei a navalha na minha bolsa de maquiagem, então fechei o zipper. Eu caí de joelhos e me arrastei até a cama.
O lance contra a parede tinha rachado a tela do meu celular no meio, mas ainda funcionava.
Com os dedos trêmulos, abri uma conversa de texto que não tinha sido tocado em dias.
<O que você está fazendo agora?>
Eu fiquei como eu estava, de joelhos sobre a cama, o telefone na mão, até que a resposta veio.
<Acabei de chegar do treino. O que houve?>
Não perguntando por que eu não tinha estado em contato, sem culpa. Meu corpo caiu com alívio.
<Posso ir aí?>
Mordi o lábio e observei os pontos na tela que me disse que ele estava digitando uma resposta.
Nosso relacionamento era tão novo que, normalmente, eu não teria sido tão para a frente.
Mas Joseph me fez esquecer. Ele era o único que poderia lavar o gosto amargo de distância.
Meu celular vibrou, mostrando sua resposta.
<Mal posso esperar para ver você.>
Isso foi quando eu finalmente chorei. Eu nunca quis chegar perto de alguém do jeito que eu estava conhecendo Joseph.

Mas quando alguém como ele me queria, como é que eu deveria dizer não?



XOXO Neia *-*
Desculpem a demora...mas tive uma semana agitada :-)
aqui esta mais um capitulo, espero que gostem
comentem e divulguem
kiss