quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Capítulo 23 – ÚLTIMO

Joe
A reação chocada de Demi aquelas pequenas cinco palavras não era bem a que eu estava esperando. Seus grandes olhos azuis ficaram presos nos meus por vários segundos antes de se fecharem. Ela balançou a cabeça.
— Não diga isso, se você não tem certeza do que sente.
Coloquei as mãos em suas bochechas, e ela abriu os olhos.
— Eu quis dizer cada palavra. Eu te amo. — Um sorriso brotou nos seus lábios e eu me inclinei para beija-la. — Se eu tiver que sacrificar qualquer coisa para dar a você tudo o que quer, se eu tiver que mudar quem sou, o que quer que eu tenha que fazer, me diga. Que eu faço. Não posso acreditar que pensei que poderia viver sem você.
Ela olhou para baixo, um tom rosado manchando suas bochechas.
— Joe. — ela murmurou baixinho, agarrando um punhado de lençol em suas mãos pequenas.
— Eu estava miserável sem você. Uma destruição absoluta. Por favor me perdoe, docinho.
Ela olhou para cima, parecendo tirar um pouco de força ao me ouvir, me humilhando, seu sorriso travesso escorregou de volta no lugar.
— E você vai se entregar somente para mim. Sem mais filmes, não importando o quão difíceis forem os tempos.
— Eu prometo. — Beijei as costas da sua mão, os nós dos dedos, o pulso dela.
— E você não vai nem sequer olhar para outra mulher enquanto estivermos juntos?
Encontrei seu olhar. — Não vou precisar. Eu tenho a garota mais bonita do mundo comigo. — Nós estávamos fazendo nossos próprios votos um ao outro, e não importa o quão estranho que possa ter parecido eles eram perfeitos para nós. — Você vai ficar bem comigo sentando nas tardes de domingo, assistindo o jogo e tomando cerveja?
Ela riu, profunda e gutural.
— Só se você me deixar comer asas de frango.
Eu ri. — Fechado.
Ela se arrastou para o meu colo, montando-me, e descansou a cabeça no meu peito. Era estranho como eu tinha me acostumado a pensar nesse como o seu lugar.
Ela traçou um dedo levemente sobre o meu peito, contra os pelos lá.
— Você irá até a loja comprar tampões, sorvete de chocolate e revistas de
fofocas quando eu precisar?
— Maldição baby, se eu posso jogar o ‘Salão de beleza da Barbie’ com Mad, você não acha que eu posso lidar com isso?
Ela riu, seu peito roçando no meu enquanto ela ria. Meu corpo agitou-se para a vida, lembrando que ainda estávamos, na maior parte, nus.
Eu me virei e gentilmente a baixei sobre a cama, acomodando-me sobre ela.
Lambi seus mamilos, puxando um em minha boca e prendi seus olhos nos meus.
Tomei o meu tempo, adorando-a completamente com a boca e os dedos até que ela estava molhada e implorando por mais. Deus, eu amava essa menina.
Arrumei-a de costas, com as pernas bem abertas para mim, e me ajoelhei entre os seus joelhos. Avancei para a frente até que eu estava desaparecendo dentro dela.
Observar meu pênis deslizar entre suas dobras rosa era insanamente quente.
O único problema com essa posição, apoiado sobre os joelhos do jeito que eu estava, era que não podia beijá-la. Eu tinha a visão perfeita de seu corpo quente, no entanto, assim eu usei essa posição para minha vantagem. Tê-la deitada sob mim desse jeito me permitia pegar seus seios em concha com minhas mãos e mergulhar
entre suas pernas para massagear seu clitóris.
— Eu quero que você goze para mim, baby.
Ela gemeu baixinho, os olhos fechando em concentração.
— Joee, eu quero mais rápido.
— Você tem certeza, querida?
— Sim, — ela gemeu, encontrando meu olhar novamente.
Segurei os seus joelhos e aumentei minha pressão, até que eu estava totalmente enterrado com cada impulso, minhas bolas batendo em sua bunda.
Oh merda, eu não ia durar muito nesse ritmo. Seu calor, seu corpo, sua buceta apertada.... Ah, merda.
— Baby, vou gozar.
— Ainda não. — ela sussurrou.
Eu mordi de volta uma maldição, e bombeei mais duro, circulando o clitóris
mais rápido. Gotas de suor escorriam pelo meu corpo pelo esforço de segurar o meu orgasmo.
— Baby?
— Ainda não, — gritou ela.
Agarrei a base do meu pau, apertando o meu orgasmo iminente, e continuei empurrando. Minhas bolas apertaram quando a dor física da espera me ultrapassou.
Seus gritos ficaram mais altos e seu quadril moveu contra o meu. Ela estava perto. Com uma mão ainda brincando com seu clitóris, eu usei minha outra para massagear um seio, apertando e esfregando seu mamilo inchado. Seus quadris pularam da cama e sua voz rouca gemendo meu nome me enviou sobre a borda. Eu bombeei mais duas vezes e cheguei ao clímax, inclinando-me sobre ela para sussurrar palavras de amor e carinho enquanto eu gozava.
Nós fizemos amor mais duas vezes e então pedimos no restaurante sushi, nos recusando a sair da cama, mesmo enquanto comíamos sushi, de todas as possibilidades. Demi havia prometido que eu gostaria, e surpreendentemente, na verdade não foi de todo ruim. Assim que terminamos, nós descansamos no centro da cama, sem vontade de deixar os braços um do outro.
— Como eu poderia ser suficiente para você, baby? Você merece o mundo. Meus próprios pais não me quiseram. — eu perguntei, traçando um único dedo sobre seu quadril nu. Eu tinha negado seu pedido para se vestir depois da última vez que tínhamos feito amor.
Ela inclinou-se sobre o cotovelo para olhar para mim.
— Seus pais perderam um homem surpreendente. Quanto a você não ser bom o suficiente... — Ela balançou a cabeça. — Pense sobre o amor incondicional que você tem por Madison. Ela pode ter seus desafios, e você provavelmente nunca imaginou ter tanto carinho e amor por uma criança de seis anos de idade, mas para você, ela é perfeita.
Eu sabia que ela estava certa. Eu morreria por Mad. E me sentia da mesma forma sobre Demi.
— Você pode não ter sido quem eu imaginei, mas é exatamente o que eu preciso, alguém com quem eu possa me soltar e ser eu mesma. Não alguns babacas tensos vestindo terno que estão apenas comigo na esperança de impressionar meu pai para garantir a sua próxima promoção.
— Verdade. Isso não é comigo.
— E eu amo isso em você. Eu amo saber que você enfrentaria até meus pais ou qualquer outra pessoa, para garantir que eu fosse feliz.
— Inferno, sim, eu faria.
Aconcheguei Dê debaixo do braço e segurei-a até a sua respiração se tornar profunda e regular. Eu nunca tinha passado a noite fora de casa, sem Mad, mas sabendo que Sophia estava dormindo na minha casa, e que Mad estava segura e o mais importante, que eu tinha Demi de volta caí fácil no sono, me sentindo mais feliz e completo do que nunca.
— O que exatamente você pensa que está fazendo? — Eu perguntei a Demi quando ela rastejou através da cabine da minha camionete até meu colo.
— Shh. Eu tive uma ideia. — Ela murmurou contra meu pescoço. Ter suas pernas montadas em meus quadris com sua curta saia preta, enviou uma onda de desejo pelo meu sistema.
— Isso não é justo, querida. Eu não tenho espaço para tocar em você.
Agarrei os repousos para braços em ambos os lados dela, prendendo-a contra mim, mas ainda a deixando livre para fazer o que queria.
Ela ergueu o queixo e me olhou nos olhos, confiança e desejo ardendo naquelas profundezas azuis.
— Silêncio! Me disseram uma vez que você gostava de sexo na cabine da sua camionete.
Uma risada baixa saiu de meus lábios. Isto era sobre isso?
— Gostava. Pré-Demi. — Ou PD, como tínhamos chamado minha vida antes dela. Eu não ia transar com ela na minha camionete. Claro que estava escuro e o estacionamento estava quase deserto, dada a hora, mas Demi merecia mais. Ela merecia tudo.
Ela sorriu para mim, aninhando-se ainda mais confortavelmente no meu colo.
— Sim, mas você saiu para dançar com meus amigos hoje à noite, embora odeie clubes altos, e eu quero te recompensar. — Ela balançou os quadris contra a frente da minha calça jeans, o atrito de nossos corpos exigindo atenção.
Tomei-lhe o queixo em minha mão e beijei sua boca. Eu odiava clubes de dança, mas assistir Demi dançar em uma minissaia e salto e senti-la se movendo contra mim toda a noite, bem, vamos apenas dizer que eu não era um mártir.
Também ajudou porque parece que conseguimos preencher a lacuna entre os nossos amigos, convidando vários de seus amigos e dos meus. Meio como a nossa primeira aparência como um verdadeiro casal. E para nossa surpresa, todos se deram bem. Mesmo Sterling e eu tínhamos enterrado a guerra entre nós. Ao que parece alguns tinham se dado bem melhor do que outros, por exempo, eu estava certo de que Ian e Selena estavam atualmente em rota para o apartamento dele.
Não pude deixar de sorrir, porque isso era exatamente o que tinha sido feito nos últimos meses, ela me apresentava para as coisas no seu mundo e eu a apresentava ao meu.
Demi continuou a observar-me, sua expressão curiosa, sua boca se curvando em um sorriso travesso.
— Não aqui. Não na minha camionete, baby. Me deixe te levar para casa onde eu possa te foder corretamente. — eu a beijei, mordiscando sua boca.
Ela sorriu e balançou a cabeça.
— Não sou frágil, Joe. Você não tem que me tratar como uma princesa. Eu te quero.
— Docinho... — Minha voz saiu em um meio gemido, meio sussurro.
Ela trabalhou com as mãos entre nós, desafivelando meu cinto e puxando para baixo os meus jeans. Deus, eu estava completamente à sua mercê. Ela me possuía. E o brilho nos seus olhos e sorriso nos seus lábios me disse que ela sabia disso.
— Eu acho que preciso lembrá-lo... — Ela puxou minha cueca para baixo o suficiente para libertar o meu pau. — Que isto pertence a mim. — Ela inclinou-se mais perto, se esfregando contra mim para que eu pudesse sentir o quão húmida sua calcinha estava.
Oh, foda-se. — Ele é todo seu, docinho. — Eu puxei a calcinha para o lado, correndo o polegar ao longo de seus lábios inchados. Sabendo que ela estava pronta, eu empurrei meus quadris para cima, encontrando seu calor númido com golpes suaves. Ela gemeu e contorceu-se, ajustando-se na perfeição quando eu deslizei para dentro. Cerrei a mandíbula para não gritar quando seu canal incrivelmente apertado e quente afundou em mim.
— Todo meu. — Ela sussurrou.
— Sim, seu. — Eu a beijei apaixonadamente, enquanto ela aumentava seu ritmo.
Demi gritou e pressionou a mão contra a janela, manchando o vidro com o vapor e deixando a marca de sua mão. Se não era óbvio o que acontecia nesta camionete antes, agora certamente era.
Seus gemidos ficaram mais insistentes e eu sabia que ela estava perto. Já nunca tinha que lhe perguntar. Eu sempre sabia quando ela estava prestes a gozar e cronometrava minha libertação harmoniosamente com a dela. Ela levantou-se e abaixou-se em mim enquanto gemia repetidamente meu nome como se fosse seu mantra. Era fodidamente gostoso. Ela jogou a cabeça para trás, gemendo baixo na sua garganta e liberou um orgasmo pulsante que eu podia sentir me apertando.
Segurei seus quadris, bombeamento duro e rápido, e rapidamente a segui com o meu êxtase.
Depois, eu a embalei contra o meu peito, segurando-a enquanto os nossos batimentos cardíacos desaceleravam e nossas respirações se misturavam.
— Eu amo você, docinho.

— Te amo, Joe. — Ela murmurou, seus lábios pressionados contra o meu pescoço.



XOXO Neia *-*

este é o ultimo capitulo, so falto o epilogo... kiss

domingo, 12 de janeiro de 2014

Capítulo 22 – HOTZINHO

Demi
Joe? O que você está fazendo aqui? — Eu dei um passo para trás, fora do seu alcance. — Liguei para a Selena depois que você saiu e achei que era ela para... vir.
Eu estava prestes a dizer para me animar, mas isso teria revelado que eu me importava. Não queria dar a ele esse tipo de poder sobre mim.
— Posso entrar?
Meu cérebro aparentemente tinha tomado uma licença de férias, porque eu dei um passo para trás, permitindo-lhe entrar. Seu aroma almiscarado tomou conta de mim, e eu não queria nada mais do que enterrar meu rosto no seu pescoço e o inalar. ‘Não, Demi. Não.’ Droga, talvez os três shots de vodka que eu bebi em rápida sucessão depois que ele me deixou não tenham sido uma boa ideia. Minhas mãos já estavam tremendo e eu estava lutando para permanecer na posição vertical.
Voltei para a cozinha e engoli mais um shot para uma boa medida, antes de Joe entrar na cozinha atrás de mim. Ele pegou a garrafa de vodca e colocou-a de volta dentro da geladeira.
— Chega! — Disse ele bruscamente, seu hálito quente roçando sobre a parte de trás do meu pescoço.
Eu me inclinei contra a ilha de cozinha, a sua presença ameaçadora me segurando cativa.
— Por que você voltou? — Eu estava esperando soar suspeita, dura, mas minha voz revelou meu estado desesperado e embriagado. Droga.
— Você está bêbada? — Ele estendeu a mão e brincou com uma mecha do meu cabelo. — Eu só fiquei fora por uma hora. — Sua mão roçou minha bochecha, demorando-se por apenas um momento.
Eu levantei meu queixo e sorri para ele.
— Sem comentários.
Ele logo perceberia a bagunça que eu estava, apesar de tudo. Vê-lo com Sara e pensar que ele tinha seguido em frente... Deus, isso me esmagou. Mesmo descobrir que ele não era o pai do bebê não tinha facilitado minha mente. Não era como se ele estivesse me pedindo para voltar... pois não? E o que eu diria, se ele pedisse?
Eu precisava ser forte. E no meu estado tonto, com a delícia masculina de Joe de pé na minha cozinha, ia ser necessário um maldito milagre para isso.
Coloquei minhas mãos em meus quadris.
— Por que você está aqui, Joe?
Seu olhar colidiu com o meu. — Por você.
Minha garganta apertou e eu agarrei o balcão procurando apoio. Joe não disse mais nada e não fez nenhum movimento em direção a mim. Ele só continuou me olhando, seus olhos escurecendo com desejo. A antecipação fez meu coração bater de forma irregular no meu peito.
Certamente ele sabia que isso não era justo. Seria além de injusto me seduzir agora, quando eu estava vulnerável e carente por seu toque. Eu queria muito mais, mas mesmo antes de processar esse pensamento, eu sabia que iria de livre e espontânea vontade dar-lhe tudo o que ele queria. Mesmo sabendo que o meu coração certamente murcharia e se desintegraria de uma vez por todas quando ele me deixasse desta vez.
Ele deu um passo para mais perto, como se testando o território, e quando eu não fiz nenhum movimento para impedi-lo, e de fato meu corpo se inclinou em direção ao seu, ele fechou o resto da distância entre nós e me puxou contra ele. Caí contra seu peso. Eu tinha sentido falta disso. Os planos duros de seu peito, suas coxas firmes pressionando contra as minhas de uma forma tão familiar.
Eu tinha sentido falta dele e neste ponto, eu estava desesperada o suficiente para tomar tudo o que poderia receber. Meu coração saltou em ação, batendo contra minhas costelas e meu cérebro guerreou com meu corpo. Será que eu podia lidar com as consequências de mais uma noite com Joe? Ele se inclinou e deu um beijo suave na minha mandíbula, logo abaixo do meu lóbulo da orelha.
Meu coração disse que não, enquanto meu corpo gritava sim. Talvez se eu propositadamente, conscientemente, escolhesse isso, se eu o estivesse usando desta vez... a perda não machucaria tanto. Endureci meus nervos para tomar o que eu precisava dele... pela última vez. Eu precisava ser a única no controle.
Capturei sua boca em um beijo esmagador, separando os seus lábios com a língua e ansiosamente girando minha língua com a sua.
Suas mãos subiram para embalar meu queixo, inclinando a minha cabeça para aprofundar o beijo. Enquanto suas mãos enrolavam no meu cabelo e acariciavam minha bochecha, eu não me permiti sentir a ternura do momento, e em vez disso me encarreguei de desabotoar sua calça e trabalhar com minha mão no lado de dentro. Seu pênis endureceu sob minhas ministrações não muito suaves e uma vez que ele estava completamente duro, eu quebrei o beijo e cai de joelhos na frente dele.
Joe riu, trazendo a mão para baixo, para o meu rabo de cavalo, alisando o cabelo para longe do meu rosto.
— Droga, querida, você está com pressa?
Mas sua risada morreu nos seus lábios quando minha boca caiu na sua cabeça inchada, sugando-o para dentro.
— Ah, foda-se.
Orgulho inchou dentro de mim e eu coloquei cada grama de energia que eu tinha no meu desempenho. Minha mente repetia as imagens de seus vídeos, e eu imitava os movimentos que eu tinha visto dela lambendo suas bolas e chupando uma delas em minha boca. Joe se encolheu e recuou.
— Você não gosta?
Eu perguntei, olhando para ele com olhos arregalados.
Seus olhos brilharam para baixo encontrando os meus.
— Está... tudo bem. — Ele parecia lutar para achar as palavras certas.
Acariciou meu cabelo e o meu rosto, ao tentar ler minha expressão. — Eu apenas gosto mais de você chupando meu pau, só isso.
— Ah. Mas no seu último vídeo... — Eu parei, fechando minha boca com força.
Compreensão cruzou seu rosto, e parecia que ambos estávamos lembrando a maneira como ele puxou seu pau da boca da menina e a dirigiu para suas bolas. Ele acariciou seu polegar ao longo da minha mandíbula.
— Isso foi apenas para a câmera, baby. Eu estava atuando. Meu pênis é seu, e havia algo que não parecia certo sobre ela fazendo isso. Minhas ultimas memórias eram de você me chupando profundamente em sua garganta, e eu não queria que ninguém mais colocasse a boca em mim naquele momento. Eu sei que provavelmente soa estúpido para você, considerando... mas é a verdade.
Tomei uma respiração profunda. Não importava o que ele dissesse e este ponto, eu me lembrei. Ele não podia acertar as coisas. Eu precisava ser forte.
— Okay. Entendi. — Eu voltei para a minha tarefa, agarrando-o com as duas mãos enquanto o acariciava e chupava ao mesmo tempo, forçando todos os pensamentos para longe da minha mente.
— Porra, docinho. — Seus joelhos tremeram, e suas mãos correram ao longo de meu cabelo, levantando-o do meu rosto e organizando-o em um rabo de cavalo para trás na minha cabeça.
Com uma mão ainda plantada no meu cabelo, ele agarrou seu pau na outra mão e o puxou da minha boca.
— Eu não quero gozar ainda. — Ele disse com os dentes cerrados. — Deixe- me cuidar de você, me deixe te dar prazer.
Ele agarrou meu braço, puxando-me para eu ficar de pé, e plantou uma série de beijos doces na minha boca.
— Não. Eu preciso ter você dentro de mim. Agora. — Ele leu a insistência em meus olhos.
— Tudo bem. — Ele puxou a barra do meu vestido e eu levantei meus braços, ficando subitamente em pé diante dele apenas de sutiã e calcinha.
Alcancei as minhas costas para desabotoar meu sutiã e rapidamente tirei minha calcinha. Eu não sabia por que, mas precisava estar no controle. Não me incomodando em tirar a camisa de Joe, puxei-o para mim, minhas costas pressionadas contra o balcão. Seus olhos tinham um traço de hesitação, mas eu prendi seus lábios nos meus.
— Me tome.
Ele me levantou no balcão e esfregou os dedos sobre o meu sexo inchado.
— Você está molhada o suficiente, querida? Não quero te machucar.
Ele precisava parar de ser um cara legal. Nós dois sabíamos que ele não era. E era exatamente por esse motivo que o meu coração estava em pedaços.
Descobrindo que eu já estava completamente molhada, malditos hormônios, ele colocou um preservativo que tinha em sua carteira. Eu envolvi minhas pernas em volta de sua cintura e cravei meus saltos em sua bunda, o puxando para a frente.
Segundos depois, senti seu pau cutucando na minha entrada. Sim, isso era o que eu precisava, apenas esquecer sobre tudo o resto e me perder nas sensações. Uma onda de desejo percorreu minha barriga.
Ele avançou para a frente, deslizando dentro de mim lentamente.
Dolorosamente lento.
Eu arqueei minhas costas, deitada contra o balcão frio e rígido, e apertei os olhos fechados.
— Mais duro. Foda-me mais duro.
Os movimentos de Joe se intensificaram, embora pouco, e as pontas dos seus dedos roçaram meus seios.
— Demi? Olhe para mim.
Abri um olho. — Basta fazer mais duro Joe. Você não vai me quebrar.
Suas mãos se moveram para os meus quadris para me puxar para a frente contra sua pélvis. Eu observei seus movimentos por um momento antes de me deixar a deriva fechando os olhos novamente. Balancei meus quadris contra os dele, apesar da combinação de prazer e dor que estava evitando que as minhas entranhas encontrassem a plenitude. Soltei gemidos pesados, empurrando meus quadris para frente para encontrar suas estocadas, apertando sua bunda com as minhas unhas.
— Pare, Dê, pare! Isto não é sexo de vingança. — Ele se afastou de mim, seu pau, quente e úmido, descansando contra a minha barriga. — O que você está fazendo? — Ele pegou meus ombros, agitando-os até que eu encontrei o seu olhar.
Sentei-me no balcão, com lágrimas se reunindo nos meus olhos. O que diabos eu estava fazendo? Isso não era eu. Eu não era uma deusa no quarto, ou na cozinha, neste caso, eu era inexperiente e desajeitada. Só estava fazendo isso porque meus sentimentos por ele me aterrorizavam. Eu o amava. Eu o amava loucamente.
Chupei no meu lábio inferior, recusando-me a chorar.
— Eu não sou uma estrela pornô. Sei que não sou como as outras mulheres com quem você esteve...
Ele soltou um suspiro de frustração, e cerrou os punhos em seus lados.
— Você pensou que era isso? Que eu queria sexo violento com você... por causa do meu passado... — Ele puxou para cima a cueca e calça jeans. — Foda-se.
A maldição atravessou seu peito em um rosnado baixo. Suas mãos tremiam e o olhar em seus olhos era diferente de tudo que eu já tinha visto.
Puxei uma respiração instável.
Joe pegou-me do balcão, facilmente me levantando em seus braços, e me embalou contra seu peito enquanto ele saía da cozinha. Abriu a porta do meu quarto com um chute e me jogou no centro da cama, onde eu aterrisei com um baque suave.
Ele se arrastou para mim, inclinando-se perto do meu ouvido, sua voz baixa e com raiva.
— Se você quer que eu te foda duro, eu faço. Mas não porque você acha que é o que eu quero. Eu quero você. Só você, Demi. Suas curvas suaves, sua falta de experiência, a sua boceta apertada que apenas foi minha. Aquela noite com você, apesar do que eu possa ter dito, fizemos amor, e foi o melhor sexo da minha vida. — Ele sentou-se sobre os calcanhares, me dando uma chance para processar suas palavras. — E mais do que isso, não foi só sexo que compartilhamos naquela noite.
— Ele esfregou as mãos pelo cabelo. — Cristo, docinho. Eu estou apaixonado por você.



XOXO Neia :p





sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Capítulo 21

Joe
Os poucos soluços que ainda estavam no seu peito me fizeram sentir como um completo idiota. Demi havia se despedaçado pela simples visão de mim. Mas pensar que eu tinha engravidado uma estrela pornô para além disso? Porra, eu estava fodendo tudo. Precisava explicar tudo a ela, para acertar as coisas de uma vez por todas.
Peguei a mão dela na minha. — O namorado de Sara é o pai. Eu só encontrei com ela porque ela queria a minha opinião sobre como sair do negócio do cinema adulto. Apesar do fato dela estar grávida, Rick ainda a fica assediando para trabalhar para ele.
— Espere! — Ela puxou a mão de repente, seu rosto se contorcendo. — O bebê não é seu?
— Não. Não é meu.
Graças a Deus, porra. Eu sabia que não estava pronto para trazer uma criança para esse mundo. Já tinha minhas mãos cheias o suficiente com Mad. Mas a ideia de assistir a barriga de Demi crescer com o meu bebê... bem, isso seria uma história diferente. Afastei esse pensamento.
— Oh. — Seus ombros relaxaram em alívio. — E... você deixou o negócio de filme pornô?
— Sim. Eu nunca quis ser uma estrela pornô, Dê. Eu só tinha contas médicas de Madison de milhares de dólares que eu não tinha como pagar. Precisava fazer algum dinheiro rápido.
Eu queria dizer a ela que esse era o meu plano desde o começo e que se ela tivesse me deixado explicar naquela manhã... mas mordi minha língua. Eu também não tinha tentado impedi-la na manhã que ela partiu. E tinha me arrependido disso todos os dias.
Ela fechou os olhos e soltou um suspiro.
— Oh. — disse ela novamente.
Embora eu sabia que não devia, que isso não era da minha maldita conta, não consegui me conter. Eu queria saber se ela estava namorando mesmo outro cara.
— Dê... — Eu me aproximei mais dela no sofá, abaixando a minha voz. — Aquele cara... Peter... ele tocou em você?
Seus olhos se abriram e encontraram os meus.
— Você sabe o que está me perguntando? — Um silêncio tenso pairou no ar em torno de nós. — Estamos namorando, eu e ele. Não eu e você. Você não tem o direito de dizer quem me toca ou não.
Tudo bem então. Acho que isso esclarecia as coisas. Eu tinha fodido tudo com ela. Mas o pensamento de alguém tocando nela, me fez querer bater em algo. Com força.
—Para deixar claro, eu sinto muito sobre tudo. Bem, nem tudo. Eu não me arrependo daquela noite com você. — Admiti.
Seu corpo ficou rígido. — Você é um idiota, sabia? — Ela se levantou e andou na frente do sofá, parecendo reunir forças de sua raiva, uma raiva que era dirigida a mim. — Se você precisava de dinheiro para Mad, tudo o que tinha que fazer era pedir.
— Fora de questão.
Eu balancei a cabeça. Não recebia esmolas. Puro e simples. Foi uma promessa que fiz a mim mesmo quando assumi a custódia de Madison, em vez de deixar que ela fosse para um orfanato. Eu assumiria total responsabilidade por ela. Fim da história.
Demi virou para mim, com as mãos pousadas em seus quadris.
— O fato de que você poderia me trair dessa maneira, por dormir com outra mulher, em vez de colocar o seu ego machista de lado e pedir o dinheiro... — Ela limpou as lágrimas que tinham escapado nos cantos de seus olhos. — Eu não posso perdoar isso... não posso superar. Sinto muito.
— Eu também sinto. — Levantei-me e a beijei na testa, antes de desaparecer pela porta da frente.
Foda-se! A maldição rasgou o meu peito enquanto eu me retirei para fora de seu condominio. Bati minha mão contra o volante, xingando enquanto eu acelerava para casa.
Depois de dirigir sem rumo até que consegui controlar a minha frequência cardíaca, fiquei surpreso ao ver que uma hora tinha passado. Estar com ela hoje, observar ela se despedaçar, tinha me feito perceber que de jeito nenhum poderia ir embora e esquecer dela. Eu queria abraçá-la, enxugar suas lágrimas, beijar seus soluços. Mas ela não era mais minha. E essa percepção foi como um soco no meu estômago. Foda-se. Eu não ia desistir dela assim tão facilmente.
Apenas o pensamento de voltar para casa sem ela, de voltar à minha vida vazia e acordar com uma cama vazia, todas as manhãs... Não. Eu não ia desistir. Não desta vez. Eu queria vê-la com Madison no quadril de novo, fazê-la rir do jeito que ela fazia antes. Talvez eu não fosse digno de seu amor, mas eu seria egoísta o suficiente para tentar.
Dei um rápido telefonema, perguntando a Sophia se ela não se importaria de ficar com Mad um pouco mais. Inferno, o que eu estava prestes a fazer podia levar cinco minutos ou toda a noite se eu conseguisse o que queria. Eu disse a Mad que a amava e para ela obedecer a Sophia.
— Amo você, Joey! — Sua pequena voz tocou no meu ouvido.
— Também te amo, menina. — A fé de Madison em mim me acalmou mais um pouco, e eu dei meia volta, ansioso para voltar a Dê.
Bati na porta por onde tinha fugido há um pouco mais de uma hora atrás, mas desta vez, os meus nervos estavam em alta. Ela deixou claro que não estava mais interessada, mas as lágrimas me diziam que havia mais do que isso. Ela ainda estava sofrendo, então talvez eu ainda tivesse uma chance.
— Vá embora, Sel! — A voz abafada de Demi falou de dentro. — Vodka não vai me ajudar desta vez.
Bati novamente. — É Joe.
A porta se abriu. — Joe?
Ela balançou em seus pés e eu estendi a mão para firmá-la, segurando seus braços. Eu não conseguia parar de tocá-la, mesmo que ela praticamente se encolhesse cada vez que eu fazia.
— Whoa. Te segurei.
Eu precisava me acalmar, encontrar as palavras certas para fazê-la entender. Mas eu nunca fui bom em discursos românticos e eu duvidava que ia mudar agora.
Eu só tinha que encontrar uma maneira, sem palavras, de mostrar a ela.
O doce aroma de sua pele e seus olhos azuis nebulosos enviaram uma rajada de desejo direto na minha espinha.

Pooorra.



XOXO Neia *-*