quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Capítulo 13 - INICIO MARATONA

Joe
Ter o corpo disposto de Demi tão perto quase me enviou sobre a borda. Observar sua pequena mão envolver meu eixo tinha enviado uma latejante corrida de sangue para meu pau. Eu era louco o suficiente para acreditar que algo resultaria disso, além de uma amizade centrada em torno de Madison e dos benefícios paralelos de adorar seu corpo doce uma vez que o sol se punha? Certamente ela percebia que eu não me encaixava na sua vida, definitivamente. Mas queria aproveitar o que eu tinha, por tanto tempo quanto eu conseguisse ter. Naquela noite eu adormeci com a memória da voz suave de Demi lendo o livro favorito de Madison, e como ela animou as vozes de cada personagem de um jeito diferente para fazer Madison rir. Com um sorriso sonolento plantado em meus lábios, eu caí no sono.
No sábado, Demi ligou e perguntou se poderia pegar Madison para um dia de meninas. Depois que me recuperei do meu silêncio atordoado, eu concordei. Esta menina continuava a me destruir. Era como se ela soubesse o caminho para o meu coração endurecido, através de Madison. Talvez eu nunca tenha considerado um relacionamento sério antes porque ninguém nunca tinha mostrado interesse em desenvolver um relacionamento com Madison também. Uma vez que elas descobriam sobre a minha irmã, normalmente corriam.
Uma hora mais tarde, Mad gritou o nome de Demi enquanto observava o pequeno SUV BMW parar ao lado do meio fio. Nós encontramos Demi na calçada.
— Então, o que vocês meninas farão hoje?
— Bem, eu estava pensando em deixar a senhorita Madison escolher. Nós poderíamos ter um dia de beleza no spa, ou podemos ir a uma loja onde podemos escolher uma estatueta de cerâmica para pintar.
— Yeah! — O rosto de Madison se iluminou.
— Qual, boneca? Você tem que escolher. — A generosidade de demi já era demais sem abusar.
O rosto arredondado de Mad parou em concentração por um instante antes que ela olhasse para Demi.
— Podemos fazer as duas coisas?
Demi sorriu aquele sorriso torto que eu adorava e assentiu.
— Claro meu docinho.
Eu ajudei a afivelar o cinto de Madison no banco de trás e coloquei seu andador na mala, em seguida, me reuni com Demi na porta do motorista.
— Você tem certeza que está bem com isso?
— Absolutamente. Vá aproveitar seu sábado. Basta manter as chamadas preocupadas em um mínimo. — Ela bateu no meu peito.
— Ok.
Eu as assisti ir embora. A menina que era dona do meu coração e a bonita Demi que o estava levando para um rumo totalmente novo.
Aproveitei a oportunidade rara para uma sessão de treinos extra com Ian, mas voltar para uma casa vazia parecia estranho. Após cerca de uma hora de andar de um lado para o outro e sem nada para fazer, eu decidi ligar para Demi para saber delas. Talvez ela estava ficando louca. Era definitivamente a hora de ver como ela estava. Eu disquei seu celular e ela respondeu ao primeiro toque.
— Oi Joe. — Ela parecia sem fôlego. — Nós terminamos o local da cerâmica e já almoçamos. O que houve?
Eu ouvi um riso no fundo. — Onde vocês estão?
— No spa apenas no final da rua. Tudo bem se Madison cortar o cabelo? Será apenas as pontas.
— Ah, com certeza, sem problema. — Minha vizinha costumava corta-lo, mas que se dane. — Onde vocês estão? Eu poderia me encontrar com vocês e ver Madison.
— Claro. Ela adoraria, eu tenho certeza. — Ela me deu as instruções e eu parti em minha camionete, precisando sair da minha casa demasiado silenciosa.
Quando entrei no spa, fui saudado pelos sons de música da ‘nova era’, misturada com cantos de pássaros e o murmúrio de água, e cheiro de lavanda que era tão forte que me deu um tapa no rosto.
Virei uma esquina e encontrei Demi e Madison sentadas em umas cadeiras grandes, com os pés apoiados na sua frente.
— Joey! — Madison gritou uma vez que ela me viu.
Elas balançaram as unhas cor de rosa para mim. Eu não tinha certeza do que era suposto eu elogiar.
— Olhe para isso. Duas garotas muito bonitas.
Elas sorriram para o meu elogio, por isso parecia que eu tinha dito a coisa certa e nos dirigimos para a frente.
— Aqui. — Demi me entregou seu cartão de crédito. — Você pode pagar? Eu quero ir a padaria ao lado. Vai ser apenas um minuto.
— Claro.
Eu tomei o cartão, mas planejava pagar com o meu próprio, uma vez que Demi saísse. Ela já tinha feito muito por nós. Mas quando a garota no balcão me disse que o valor era de trezentos dólares, eu relutantemente entreguei o cartão de Demi. Trezentos dólares para pôr veniz na unha e dois cortes de cabelo? Seu cabelo nem sequer parecia diferente para mim. Uma coisa estava clara, Demi levava um estilo de vida que eu nunca seria capaz de oferecer. E eu certo como a merda não precisava que Mad se acostumasse a este tipo de tratamento.
Demi voltou alguns minutos depois carregando uma pequena caixa rosa de bolo, parecendo presunçosa. Ela assinou o recibo do cartão de crédito, pegou o cartão do balcão e saiu juntamente com Madison para o carro.
— Vejo você de volta em casa. — Ela falou.
Eu as fiquei olhando inutilmente até se afastarem, em seguida, fui para a minha camionete. Parei no caminho para pegar o jantar para nós três, precisando fazer algo para que as coisas ficassem novamente sob controle.
Uma vez que cheguei em casa eu podia ouvir Madison cantando e brincando em seu quarto e encontrei Demi sentada no sofá esperando por mim. Coloquei os sacos de comida na mesa e me virei para ela.
— Você não tinha que fazer tudo o que fez hoje. — Minha voz saiu mais severa do que eu pretendia.
Ela se levantou e colocou as mãos nos quadris.
— Eu sei, Joe.  Eu queria. Eu nunca tive uma irmã mais nova. Você já pensou que talvez eu goste de passar tempo com ela?
Merda. Eu parecia um idiota. Esfreguei a parte de trás do meu pescoço.
— Desculpe, apenas é que isto é tudo muito novo para mim.
Não havia como negar que a maneira como Demi tratava Madison complicava mais as coisas entre nós. Torcia meu interior, e trazia meus instintos protetores.
Sua expressão se suavizou. — É novo para mim também. — Ela inclinou seu quadril contra o balcão, chegando inconscientemente mais perto de mim.
Eu ergui minha mão para tocar seu rosto, incapaz de resistir a tocar sua pele macia. Alisei meu polegar calejado ao longo de sua mandíbula.
— Hey. — Seus olhos encontraram os meus. — Sinto muito. Eu fico sensível quando o assunto é ela.
— Sim, eu notei. Essa é a última vez que eu tento fazer algo de bom.
Seu tom estava sério, mas ela olhou para mim com aquele sorriso torto malicioso dela. Eu queria beijar o sorriso de seu rosto lindo.
— Ah, não seja assim, docinho. Vamos. Fique para o jantar.
Ela olhou para o relógio. — Isso provavelmente poderia ser arranjado.
— Você tem algum lugar para ir? Não me diga que é outro encontro quente com a jóia do clube de campo.
Ela riu. — Não, na verdade Peter não ligou mais. É só a minha mãe que fica me perseguindo para eu ir jantar. Deixe-me ligar para ela e ver se consigo adiar para amanhã à noite.
— Claro. Venha para dentro quando você tiver acabado.
Madison veio pelo corredor para mostrar suas unhas rosa combinando com as dos pés e a fada rosa de cerâmica que ela tinha pintado. Era uma explosão de rosa invadindo a minha casa, inferno, a minha vida.
— Vou colocá-la no meu quarto. — ela falou, já descendo o corredor.
Demi voltou e veio direto para mim, com um sorriso no rosto. Eu a puxei para um abraço.
— E aí? Você vai poder ficar?
Ela se aninhou em meu pescoço e inalou. — Sim, mas eu tive que fazer um acordo com a minha mãe.
Beijei seus lábios, em seguida, me afastei para olhar para ela.
— O quê?
— Eu disse a ela que estava com meu amigo Joe e ela insistiu que você se juntasse a nós para o jantar. Você está livre amanhã?
— Jantar? Com seus pais?
Afastei-a um pouco, avaliando-a. Ela não podia estar falando sério. Pensei que estávamos apenas nos divertindo, mas isso... encontrar os pais era algo mais, não era?
Seu lábio inferior destacou-se.
— Tudo bem?
— Ah, com certeza. Eu provavelmente posso pedir a Sophia para ficar aqui.
Seu sorriso vacilou momentaneamente a menção do nome de Sophia.
— Ok.
Demi ajudou Madison a lavar as mãos enquanto eu arrumava a mesa. Eu tinha parado no restaurante da vizinhança, e por não saber o que Demi gostava, eu peguei um hambúrguer e uma salada de frango grelhado para ela, junto com meu hambúrguer normal e um sanduíche para Madison de queijo grelhado.
Quando estávamos todos sentados em torno da mesa, Demi escolheu a salada de frango grelhado no jantar e Madison anunciou que queria salada, também. Demi graciosamente compartilhou a salada, dividindo-a em dois pratos enquanto eu guardava a comida extra na geladeira para o jantar da outra noite.
Conversamos um pouco enquanto comíamos, Demi e Madison relembrando seu dia de meninas. Assim que terminou com o jantar, Demi pulou da cadeira.
— Ah, eu quase esqueci. Trouxe a sobremesa. — Ela pegou a caixa rosa da padaria do balcão.
Balancei minha cabeça lentamente. — Você está nos estragando. O que você comprou?
— Cupcakes  , o que mais? — Ela sorriu.
Eu ri e Mad bateu palmas, completamente inconsciente do apelido de Demi.
Eu me inclinei para trás, pousndo um braço nas costas da cadeira de Demi e observei enquanto Demi removia um cupcake rosa fosco da caixa e o colocava na frente de Mad, tirando a película de papel. Os olhos de Madison arregalaram e ela não perdeu tempo mordendo o deleite enorme. Por seu entusiasmo, você pensaria que eu nunca alimento essa pobre criança. Demi riu e limpou a cobertura rosa da ponta do nariz de Mad.
Nós assistimos Mad terminar seu cupcake em relativo silêncio.
— Você não tem que fazer tudo isso sabe.
— Eu queria. — ela falou de volta.
Eu sabia que não adiantava discutir com ela, mas algo sobre isso não me parecia bem. Ela estava aqui cuidando de Madison e ficando comigo porque ela tinha pena de nós? Nós não precisávamos de sua maldita caridade.
Parecendo sentir o meu humor, Demi mergulhou seu dedo indicador na cobertura de um cupcake e trouxe-o para minha boca, seus olhos brilhando com desafio. Eu estendi a mão e agarrei-lhe o pulso, meus olhos presos nos dela enquanto eu girava a minha língua suavemente em todo o comprimento de seu dedo.
Demi soltou um gemido áspero. Mad riu ao nos ver, chamando a nossa atenção para o fato de que nós tínhamos compania. Eu limpei minha garganta, tentando recuperar alguma compostura e parar a dor latejante nas minhas bolas.
— Você quer mostrar a Demi como toma seu banho, enquanto eu limpo a cozinha?
Madison pulou e com uma mão segurando seu andador, ela agarrou a mão de Demi com a outra.
— Vamos, Dê. Eu vou te mostrar onde eu guardo as minhas bolhas.
Observar as duas juntas me fez questionar se Mad precisava mais de uma companhia feminina estável em sua vida. O pensamento me preocupou.
Eu limpei a cozinha ouvindo aos sons agradáveis de riso feminino e esguichos de água que vinham do fundo do corredor. Uma vez que tinha terminado, olhei para o banheiro, encontrando Madison coberta de bolhas, brincando com seus brinquedos de banho e Demi ajoelhada ao lado da banheira, balançando sua bela bunda para mim.
Eu tomei um momento para inspecionar sua parte traseira bem torneada, a forma como os jeans abraçavam suas curvas e como a blusa tinha subido, expondo a curva da parte inferior das costas. Ela era sexy como o inferno e nem mesmo sabia disso.
E ver seu lado afetivo com Mad, porra, isso trazia todos os lados de macho alfa em mim. Eu a queria.
Elas me viram olhando, e Demi se endireitou, puxando a camisa para baixo para cobrir a carne nua de costas.
— Dê, você pode tomar um banho e usar minhas bolhas quando eu acabar, se você quiser. — Disse Mad.
Os olhos de Demi se arregalaram, vermelho subindo em suas bochechas. Ela deu à menina um sorriso trêmulo.
— Oh não, obrigado querida. Está tudo bem.
— Termine o banho. É hora de dormir. — Eu rosnei.
Elas notaram a aspereza da minha voz e os olhos de Demi permaneceram nos meus.
— Vamos lá, vamos te secar. — Ela instruiu, sua voz ficando instável assim como a minha.
Demi colocou Madison na cama e me encontrou na sala de estar. Sem uma palavra ou um único momento de hesitação, Demi atravessou a sala, e abaixou-se no meu colo. Eu coloquei a mão na bunda dela, puxando-a mais para perto, e a beijei. Seus beijos suaves e carinhosos estavam mexendo com a minha cabeça. Isso já não parecia apenas para diversão. Parecia mais. Muito mais.

XOXO Neia *-*



quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Capítulo 12 - Meio Hot

Hey gente!! Desde ja quero desejar um FELIZ NATAL... e desde ja, a minha prenda para voces é um capitulo novo e (tudo depende de voces) talvez uma maratona amanha, pois o historia ta mesmo a acabar ;)


Demi
Joe levantou-me no seu colo, me arrumando de forma que eu estava sentada sobre ele, meu vestido subido em minhas pernas. Ele arrastou a ponta dos dedos ao longo da minha coxa exposta, traçando um padrão preguiçoso.
— Você tem certeza que quer isso? — Ele sussurrou.
Meu coração estava batendo tão forte que eu pensei que estava a ponto de estourar no meu peito. Eu podia sentir sua ereção pressionando o ápice de minhas coxas. Eu queria isso, não queria? Não era por isso que eu estava aqui? Deus, estava confusa.
— Você hesitou. — ele respirou contra meu pescoço antes de recuar para encontrar meus olhos.
— Eu sei.
Ele ajeitou o meu vestido em torno de mim, garantindo que eu ainda estava coberta.
— Olha, nós não temos que fazer nada que não seja confortável. — Ele continuou a me provocar, traçando um dedo mais para cima da minha coxa, avançando deliciosamente mais perto da borda da minha calcinha.
Eu choraminguei.
— Eu quero você. — Ele disse. — Você não tem ideia do quão fodidamente. Mas você vai definir o ritmo, ok?
Assenti. — Tudo bem. — Eu imediatamente me senti melhor, aliviada e certa do que eu queria e não queria. — Nada de sexo... mas podemos fazer algumas coisas, um com o outro?
Ele riu, um riso profundo e gutural que percorreu seu peito.
— Qualquer coisa que você quiser, baby.
Droga. Eu provavelmente soava tão desajeitada. Não sabia a forma correta de abordar isso. Mas, felizmente, Joe tomou o controle e não me fez vocalizar o que eu queria.
Sua boca capturou a minha em um beijo profundo, e minha língua logo seguiu a sua, acariciando e se emaranhando.
Eu tentei não comparar cada movimento de Joe aos do seu vídeo, mas foi difícil. As imagens se reproduziam na minha cabeça, mas até agora, este momento era exclusivamente nosso. Seus dedos deslizaram ao longo de minhas pernas até sobre os meus joelhos, afastando-os apenas um pouco para que ele pudesse pressionar mais perto de mim.
— E se a Madison...? — Eu perguntei entre os beijos.
— Ela está dormindo.
— E se ela acordar?
— Vamos ouvi-la. — Ele continuou me beijando.
Eu supunha que ele estava certo. Ouviríamos seu andador se movendo pelo piso de madeira.
Ele desabotoou meu vestido lentamente, tomando seu tempo a beijar e mordiscar meus lábios, pescoço e clavícula com cada botão que abria. Na hora que ele estava levantando o vestido por cima da minha cabeça, eu levantei meus braços obedientemente, o que lhe permitiu retirá-lo. Eu empurrei meu vasto peito para fora para sua inspeção.
Seus olhos inundaram com desejo enquanto ele me encarava.
— Porra, docinho.
Eu olhei para o meu sutiã branco, desejando que tivesse escutado o conselho de Selena sobre a compra de lingerie nova, mas Joe não parecia menos excitado por meu sutiã e calcinha branca de algodão. Eu estava feliz por ter tomado o conselho dela e ter me depilado hoje.
Os polegares de Joe roçaram em meus mamilos. Deixei escapar um gemido gutural. Ele continuou seus golpes de tortura ao longo de meus seios, os dedos mergulhando no decote e deslizando sobre as pontas endurecidas. Eu me perguntei se ele ia remover meu sutiã, ou se talvez ele estava esperando que eu o fizesse.
— Você disse que queria saber como me agradar? — Ele inclinou meu queixo para cima para encontrar seus olhos. — Considere esta lição número um. Não tenha medo de pedir o que quiser. Ouvir você falar é incrivelmente excitante.
Eu prendi a respiração e segurei-a. De jeito nenhum eu seria boa em conversa suja. Seria como me pedir para falar uma língua diferente. Eu não poderia mesmo vocalizar o que eu queria em simples português.
Suas mãos caíram de meu queixo e seguraram meus dois seios, aproximando- os na palma da mão.
— Eu estive sonhando com seus seios por semanas. Vê-los pulando em cima de mim enquanto você montava no meu pau.
Deixei escapar um gemido com suas palavras, uma jorrada de calor umedecendo meu sexo.
Joe sorriu como se fosse uma vitória.
— Tente você agora.
Meus nervos estavam de volta enquanto eu tentava pensar. Eu me contorci no seu colo e senti seu pau pressionando firme contra mim. Antes que eu percebesse, estava deixando escapar.
— Eu amo a sensação de seu pau duro. — Deus, eu parecia estúpida. Mas a cabeça de Joe caiu contra o sofá e ele fechou os olhos, como se saboreando minhas palavras. Eu imediatamente me senti orgulhosa.
Ele me guiou para a sua boca pela parte de trás do meu pescoço, enfiando os dedos no meu cabelo.
— Você quer brincar com ele?
Eu assenti, incapaz de formar palavras.
Ele sorriu contra meus lábios. — Boa menina. Mas ainda não. Primeiro eu preciso fazer você gozar.
‘Precisa? Me fazer gozar? Oh...’
Ele alcançou o gancho do meu sutiã e o abriu com um simples toque, em seguida, aliviou as tiras para baixo dos meus ombros e descartou-o no chão ao lado de nós.
Sua boca se juntou as mãos nas carícias amorosas, lambendo e sugando meus picos endurecidos. Eu agarrei seus cabelos e empurrei meu peito em direção a sua boca ávida, querendo mais.
— Oh Deus, isso é bom. — eu gemi.
Antes que eu tivesse tempo para analisar o que estava acontecendo, ele virou- me de forma que eu estava deitada de costas no sofá e ele estava ajoelhado no chão ao meu lado puxando minha calcinha pelas minhas pernas.
— Eu quero ouvir você gritar meu nome... — Ele sussurrou contra a minha coxa.
Isso não ia acontecer. Eu estava hiper consciente de não querer acordar Madison.
Pelo menos um de nós estava pensando claramente.
Ele mergulhou os dedos entre as minhas coxas, levemente percorrendo o comprimento das minhas pregas.
— Você está tão molhada, baby. — Sua voz estava rouca, mal no controle.
Mordi o lábio e abri mais as minhas coxas, o que lhe permitia explorar. Eu já estava longe de me sentir constrangida.
Ele colocou um longo dedo dentro de mim, e deslizou para dentro e para fora com uma pressão suave.
— Você gosta disso, docinho? — Ele deu um beijo suave logo abaixo do meu umbigo.
Eu choraminguei em resposta.
Seus olhos ficaram presos nos meus e então ele acrescentou um segundo dedo.
— Tão apertada, tão linda. — Ele murmurou.
— Mais, por favor. — Eu implorei.
Ele gemeu e deslizou os dedos com mais força, afundando em mim até que eu estava ofegante e me contorcendo sob sua mão talentosa. Em seguida, ele abaixou- se, varrendo a língua sobre o meu sexo e meu mundo se despedaçou. O calor úmido de sua boca explodiu em torno de mim, a sensação fazendo meus quadris pularem fora do sofá.
— Joe! — Ofeguei. Droga. Tanto para não gritar. Eu não me importava.
Levantei meus quadris para encontrar sua boca e cavalguei a onda pulsante enquanto um orgasmo intenso irrompia através do meu núcleo. Abri os olhos e encontrei os olhos de Joe ainda parados em mim.
— Você é linda. — Ele sussurrou.
Eu engoli e ergui-me em uma posição sentada, de repente me sentindo insegura sobre a minha nudez. Joe ainda estava completamente vestido.
Sua mão no meu braço me parou.
— Onde você pensa que está indo?
Olhei para sua virilha e fiquei alarmada ao ver a protuberância grande clamando para ser liberada. Lambi os lábios secos.
— Posso colocar minha calcinha?
Seus lábios se curvaram no mais ínfimo dos sorrisos, mas ele levantou-as cuidadosamente do chão.
— Se isso vai fazer você mais confortável. Mas o seu seio fica fora. — Ele leu a parte de trás da calcinha. — Domingo, huh?
Peguei-as de suas mãos e deslizei-as sobre minhas pernas trêmulas.
— Você vai me mostrar... o que fazer...? — Olhei para a sua virilha.
Ele riu e se sentou ao meu lado no sofá, entrelaçando os dedos atrás da cabeça.
— Divirta-se, querida.
Desafivelei o cinto com os dedos desajeitados e então soltei o zíper. Um sorriso surgiu em minha boca pela pequena vitória e Joe inclinou-se para me beijar.
Ele ergueu os quadris enquanto eu puxava para baixo sua calça jeans e cueca boxer. Seu pênis, grosso e rígido, saltou livre para me cumprimentar e eu suguei uma respiração profunda.
— Você ainda está depilado. — Murmurei. Eu me perguntei se ele ia ser protagonista em um outro vídeo em breve. O pensamento tanto me animou como incomodou.
Um sorriso cruzou seus lábios. — Diga-me uma coisa... você viu meu vídeo, certo?
Olhei para baixo.
— Responda-me.— Ele inclinou meu queixo para cima, correndo os dedos ao longo do comprimento da minha garganta.
Assenti.
— Quantas vezes? — Sua voz era baixa e áspera.
Eu dei de ombros. Mesmo que pudesse encontrar a minha voz, eu não sabia a resposta para essa pergunta. Tinham sido demais para contar.
— Você se tocou?
Assenti novamente.
— Porra, isso é quente. — Sua voz áspera enviou uma jorrada de umidade para minha calcinha. — Mostre-me. — ele ordenou.
Invocando a minha coragem, eu tirei minha calcinha e deslizei minha mão entre minhas pernas, segurando sua coxa com a outra mão pois ainda estava equilibrada sobre os joelhos. Joe manteve os olhos presos nos meus antes de lentamente abaixá-los para onde minha mão estava esfregando em círculos suaves sobre meu clitóris. Ele prendeu a respiração e segurou-a.
— Maldição baby, essa é a coisa mais bonita que eu já vi.
Eu sorri torto para ele e soltei minha mão, me sentindo insegura. Algumas coisas eram apenas para serem feitas em particular.
É melhor quando você faz isso. — admiti.
Ele se inclinou e me beijou, deslizando a mão entre minhas pernas.
— Posso? — Seu dedo médio entrou facilmente dentro de mim.
— Sim... — Eu gemi à plenitude súbita.
Ele esfregou seu dedo ao longo da minha parede interna e eu quase desmoronei no chão. Segurei suas pernas para permanecer na posição vertical.
— Meus dedos são maiores. — ele sussurrou. — Eu posso alcançar o seu ponto G. — Ele beliscou meus lábios em um beijo rápido, massageando o local novamente e novamente. Minhas unhas cravaram em suas pernas. — Espere até que eu esteja dentro de você. — ele sussurrou.
Eu choraminguei.
— Esta noite não, docinho.
Eu gemi em protesto. — Joe.
— Shh. — Seu dedo continuou suas ministrações torturantes. — Eu não vou te foder hoje à noite.
Estremeci com o uso do termo. — Você quer dizer fazer amor?
Seu dedo parou dentro de mim. — Não. Eu quero dizer foder. Se você quiser fazer amor, procura o seu menino no clube de campo, se você quer ser bem fodida, você vem para mim. — Sua voz era áspera. — Mas não até que você esteja pronta. Não até que você me peça.
Eu assenti, sabendo que ele estava certo. Eu não estava pronta, mas isso não significava que eu queria que ele parasse, especialmente quando eu estava tão perto novamente.
Joe lentamente começou a trabalhar seu dedo longo contra o meu ponto sensível, mais uma vez. Segurei suas coxas e apertei meus olhos fechados enquanto uma intensa pressão se instalava dentro de mim, e que floresceu em um orgasmo de fazer tremer a terra. Ele soltou um gemido torturado me olhando com desejo queimando em seus olhos. Meus olhos se fecharam em êxtase completo quando eu me deixei levar pelas sensações.
De repente eu não podia esperar mais para tocá-lo. Inclinei-me e arrastei um caminho de beijos suaves e úmidos ao longo de seu pau. Seu cheiro era almiscarado e decididamente masculino, e eu queria mais. Eu ansiava por ele de uma forma que era primordial e totalmente nova para mim.
Eu provoquei a cabeça de seu pau na minha boca, e chupei a pele lisa. Sua respiração saiu em um sibilar de entre os dentes. Minhas mãos juntaram-se à diversão, acariciando de cima para baixo enquanto eu devorava o comprimento dele.
— Droga, baby. — Ele gemeu, sua cabeça caindo de volta contra o sofá.
Eu nunca soube que isso poderia ser tão prazeroso, mas me encontrei perdida no ritmo de chupar e lamber e minhas mãos se arrastando ao longo do seu pau.
— Exatamente assim, meu anjo. Acaricie-o. — Ele observou minhas mãos trabalhando de cima a baixo de seu comprimento e gemeu um rugido profundo e baixo em sua garganta. Meu coração disparou. Ouvir os sons que saíam dele era tão sexy. — Eu vou gozar. — ele ofegou.
Segundos depois, jatos quentes de sêmen explodiram no fundo de minha garganta e Joe lançou um gemido final.
Um sorriso satisfeito cruzou seus lábios e ele olhou para mim com admiração.
— Maldição baby, você não tinha que engolir. — Ele acariciou meu queixo com o polegar, estudando-me com cuidado.
Não era como se eu tivesse um plano bem pensado. Eu tinha apenas feito o que precisava fazer. Eu não ia sair correndo para o banheiro, minha bunda balançando enquanto eu corria para longe. Não, obrigado. Além disso, não tinha sido tão ruim assim.
Ele sorriu um sorriso sonolento. — Caso você esteja se perguntando... isso foi fodidamente incrível.
Eu já não empalidecia ao seu uso excessivo da palavra f***, isso só o tornava mais apelativo para mim. Joe era todo másculo. Não haveria como mudá-lo, como tentar controlá-lo. Talvez fosse a minha educação rígida, mas havia algo dentro de mim que o invejava.
Calor inundou meu rosto pelo seu elogio, e eu levantei meu queixo para encontrar seus olhos. Ele continuou traçando círculos preguiçosos ao longo de minha bochecha, trabalhando a mão por trás do meu cabelo para massagear meu pescoço, sem se preocupar em colocar seu pau amolecido dentro de suas calças. Como ele não se importava com o nosso estado quase nu, eu relaxei nas suas carícias, descansando minha cabeça em sua coxa.
— Isso sabe bem, docinho? — Ele sussurrou.
— Hum... hum. — Eu murmurei, minha cabeça baixando para lhe dar melhor acesso. Seus dedos percorriam quase todo o meu pescoço e ele usava uma forte mas suave pressão. Chuparia-o todos os dias se isso significasse receber uma massagem como esta depois. Eu relaxei com o seu toque e sua atenção amorosa.
Vários minutos depois, e à beira de cair no sono, eu me levantei e me compus.
Joe ajeitou sua roupa, deu um beijo rápido em minha boca e, em seguida, desceu o corredor, o que eu assumi que era para verificar Madison. Acima de tudo, ele era um bom irmão mais velho, e isso era tudo o que realmente importava.
Sem saber o que fazer comigo mesma, recolhi as garrafas vazias de cerveja e as levei para a cozinha para joga-las fora. Eu não sabia onde estava a lixeira, ou se ele tinha uma. Joe entrou na cozinha atrás de mim.
— Basta deixar aí. Eu vou limpar pela manhã. — Ele deu um beijo na parte de trás do meu pescoço e me virei para abraçá-lo, me confortando pelo seu caloroso abraço. — Deixe-me levá-la lá fora. Eu quero ter certeza de que você chega segura no seu carro.
Não comentei que meu carro estava apenas a trinta metros de distância, eu simplesmente assenti e permiti que ele colocasse a mão na minhas costas e me conduzisse até a porta. Talvez tivesse algo a ver com a gente compartilhando asas de frango, futebol e sexo oral. O que quer que tenha trazido o seu lado protetor, eu não iria reclamar. Era muito bom.

XOXO Neia

Entao gostaram do meu presente??? Espero  que sim ;D ja sabem, para amanha ter maratona (a minha 1ª) basta comentar...kiss