quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Capítulo 12 - Meio Hot

Hey gente!! Desde ja quero desejar um FELIZ NATAL... e desde ja, a minha prenda para voces é um capitulo novo e (tudo depende de voces) talvez uma maratona amanha, pois o historia ta mesmo a acabar ;)


Demi
Joe levantou-me no seu colo, me arrumando de forma que eu estava sentada sobre ele, meu vestido subido em minhas pernas. Ele arrastou a ponta dos dedos ao longo da minha coxa exposta, traçando um padrão preguiçoso.
— Você tem certeza que quer isso? — Ele sussurrou.
Meu coração estava batendo tão forte que eu pensei que estava a ponto de estourar no meu peito. Eu podia sentir sua ereção pressionando o ápice de minhas coxas. Eu queria isso, não queria? Não era por isso que eu estava aqui? Deus, estava confusa.
— Você hesitou. — ele respirou contra meu pescoço antes de recuar para encontrar meus olhos.
— Eu sei.
Ele ajeitou o meu vestido em torno de mim, garantindo que eu ainda estava coberta.
— Olha, nós não temos que fazer nada que não seja confortável. — Ele continuou a me provocar, traçando um dedo mais para cima da minha coxa, avançando deliciosamente mais perto da borda da minha calcinha.
Eu choraminguei.
— Eu quero você. — Ele disse. — Você não tem ideia do quão fodidamente. Mas você vai definir o ritmo, ok?
Assenti. — Tudo bem. — Eu imediatamente me senti melhor, aliviada e certa do que eu queria e não queria. — Nada de sexo... mas podemos fazer algumas coisas, um com o outro?
Ele riu, um riso profundo e gutural que percorreu seu peito.
— Qualquer coisa que você quiser, baby.
Droga. Eu provavelmente soava tão desajeitada. Não sabia a forma correta de abordar isso. Mas, felizmente, Joe tomou o controle e não me fez vocalizar o que eu queria.
Sua boca capturou a minha em um beijo profundo, e minha língua logo seguiu a sua, acariciando e se emaranhando.
Eu tentei não comparar cada movimento de Joe aos do seu vídeo, mas foi difícil. As imagens se reproduziam na minha cabeça, mas até agora, este momento era exclusivamente nosso. Seus dedos deslizaram ao longo de minhas pernas até sobre os meus joelhos, afastando-os apenas um pouco para que ele pudesse pressionar mais perto de mim.
— E se a Madison...? — Eu perguntei entre os beijos.
— Ela está dormindo.
— E se ela acordar?
— Vamos ouvi-la. — Ele continuou me beijando.
Eu supunha que ele estava certo. Ouviríamos seu andador se movendo pelo piso de madeira.
Ele desabotoou meu vestido lentamente, tomando seu tempo a beijar e mordiscar meus lábios, pescoço e clavícula com cada botão que abria. Na hora que ele estava levantando o vestido por cima da minha cabeça, eu levantei meus braços obedientemente, o que lhe permitiu retirá-lo. Eu empurrei meu vasto peito para fora para sua inspeção.
Seus olhos inundaram com desejo enquanto ele me encarava.
— Porra, docinho.
Eu olhei para o meu sutiã branco, desejando que tivesse escutado o conselho de Selena sobre a compra de lingerie nova, mas Joe não parecia menos excitado por meu sutiã e calcinha branca de algodão. Eu estava feliz por ter tomado o conselho dela e ter me depilado hoje.
Os polegares de Joe roçaram em meus mamilos. Deixei escapar um gemido gutural. Ele continuou seus golpes de tortura ao longo de meus seios, os dedos mergulhando no decote e deslizando sobre as pontas endurecidas. Eu me perguntei se ele ia remover meu sutiã, ou se talvez ele estava esperando que eu o fizesse.
— Você disse que queria saber como me agradar? — Ele inclinou meu queixo para cima para encontrar seus olhos. — Considere esta lição número um. Não tenha medo de pedir o que quiser. Ouvir você falar é incrivelmente excitante.
Eu prendi a respiração e segurei-a. De jeito nenhum eu seria boa em conversa suja. Seria como me pedir para falar uma língua diferente. Eu não poderia mesmo vocalizar o que eu queria em simples português.
Suas mãos caíram de meu queixo e seguraram meus dois seios, aproximando- os na palma da mão.
— Eu estive sonhando com seus seios por semanas. Vê-los pulando em cima de mim enquanto você montava no meu pau.
Deixei escapar um gemido com suas palavras, uma jorrada de calor umedecendo meu sexo.
Joe sorriu como se fosse uma vitória.
— Tente você agora.
Meus nervos estavam de volta enquanto eu tentava pensar. Eu me contorci no seu colo e senti seu pau pressionando firme contra mim. Antes que eu percebesse, estava deixando escapar.
— Eu amo a sensação de seu pau duro. — Deus, eu parecia estúpida. Mas a cabeça de Joe caiu contra o sofá e ele fechou os olhos, como se saboreando minhas palavras. Eu imediatamente me senti orgulhosa.
Ele me guiou para a sua boca pela parte de trás do meu pescoço, enfiando os dedos no meu cabelo.
— Você quer brincar com ele?
Eu assenti, incapaz de formar palavras.
Ele sorriu contra meus lábios. — Boa menina. Mas ainda não. Primeiro eu preciso fazer você gozar.
‘Precisa? Me fazer gozar? Oh...’
Ele alcançou o gancho do meu sutiã e o abriu com um simples toque, em seguida, aliviou as tiras para baixo dos meus ombros e descartou-o no chão ao lado de nós.
Sua boca se juntou as mãos nas carícias amorosas, lambendo e sugando meus picos endurecidos. Eu agarrei seus cabelos e empurrei meu peito em direção a sua boca ávida, querendo mais.
— Oh Deus, isso é bom. — eu gemi.
Antes que eu tivesse tempo para analisar o que estava acontecendo, ele virou- me de forma que eu estava deitada de costas no sofá e ele estava ajoelhado no chão ao meu lado puxando minha calcinha pelas minhas pernas.
— Eu quero ouvir você gritar meu nome... — Ele sussurrou contra a minha coxa.
Isso não ia acontecer. Eu estava hiper consciente de não querer acordar Madison.
Pelo menos um de nós estava pensando claramente.
Ele mergulhou os dedos entre as minhas coxas, levemente percorrendo o comprimento das minhas pregas.
— Você está tão molhada, baby. — Sua voz estava rouca, mal no controle.
Mordi o lábio e abri mais as minhas coxas, o que lhe permitia explorar. Eu já estava longe de me sentir constrangida.
Ele colocou um longo dedo dentro de mim, e deslizou para dentro e para fora com uma pressão suave.
— Você gosta disso, docinho? — Ele deu um beijo suave logo abaixo do meu umbigo.
Eu choraminguei em resposta.
Seus olhos ficaram presos nos meus e então ele acrescentou um segundo dedo.
— Tão apertada, tão linda. — Ele murmurou.
— Mais, por favor. — Eu implorei.
Ele gemeu e deslizou os dedos com mais força, afundando em mim até que eu estava ofegante e me contorcendo sob sua mão talentosa. Em seguida, ele abaixou- se, varrendo a língua sobre o meu sexo e meu mundo se despedaçou. O calor úmido de sua boca explodiu em torno de mim, a sensação fazendo meus quadris pularem fora do sofá.
— Joe! — Ofeguei. Droga. Tanto para não gritar. Eu não me importava.
Levantei meus quadris para encontrar sua boca e cavalguei a onda pulsante enquanto um orgasmo intenso irrompia através do meu núcleo. Abri os olhos e encontrei os olhos de Joe ainda parados em mim.
— Você é linda. — Ele sussurrou.
Eu engoli e ergui-me em uma posição sentada, de repente me sentindo insegura sobre a minha nudez. Joe ainda estava completamente vestido.
Sua mão no meu braço me parou.
— Onde você pensa que está indo?
Olhei para sua virilha e fiquei alarmada ao ver a protuberância grande clamando para ser liberada. Lambi os lábios secos.
— Posso colocar minha calcinha?
Seus lábios se curvaram no mais ínfimo dos sorrisos, mas ele levantou-as cuidadosamente do chão.
— Se isso vai fazer você mais confortável. Mas o seu seio fica fora. — Ele leu a parte de trás da calcinha. — Domingo, huh?
Peguei-as de suas mãos e deslizei-as sobre minhas pernas trêmulas.
— Você vai me mostrar... o que fazer...? — Olhei para a sua virilha.
Ele riu e se sentou ao meu lado no sofá, entrelaçando os dedos atrás da cabeça.
— Divirta-se, querida.
Desafivelei o cinto com os dedos desajeitados e então soltei o zíper. Um sorriso surgiu em minha boca pela pequena vitória e Joe inclinou-se para me beijar.
Ele ergueu os quadris enquanto eu puxava para baixo sua calça jeans e cueca boxer. Seu pênis, grosso e rígido, saltou livre para me cumprimentar e eu suguei uma respiração profunda.
— Você ainda está depilado. — Murmurei. Eu me perguntei se ele ia ser protagonista em um outro vídeo em breve. O pensamento tanto me animou como incomodou.
Um sorriso cruzou seus lábios. — Diga-me uma coisa... você viu meu vídeo, certo?
Olhei para baixo.
— Responda-me.— Ele inclinou meu queixo para cima, correndo os dedos ao longo do comprimento da minha garganta.
Assenti.
— Quantas vezes? — Sua voz era baixa e áspera.
Eu dei de ombros. Mesmo que pudesse encontrar a minha voz, eu não sabia a resposta para essa pergunta. Tinham sido demais para contar.
— Você se tocou?
Assenti novamente.
— Porra, isso é quente. — Sua voz áspera enviou uma jorrada de umidade para minha calcinha. — Mostre-me. — ele ordenou.
Invocando a minha coragem, eu tirei minha calcinha e deslizei minha mão entre minhas pernas, segurando sua coxa com a outra mão pois ainda estava equilibrada sobre os joelhos. Joe manteve os olhos presos nos meus antes de lentamente abaixá-los para onde minha mão estava esfregando em círculos suaves sobre meu clitóris. Ele prendeu a respiração e segurou-a.
— Maldição baby, essa é a coisa mais bonita que eu já vi.
Eu sorri torto para ele e soltei minha mão, me sentindo insegura. Algumas coisas eram apenas para serem feitas em particular.
É melhor quando você faz isso. — admiti.
Ele se inclinou e me beijou, deslizando a mão entre minhas pernas.
— Posso? — Seu dedo médio entrou facilmente dentro de mim.
— Sim... — Eu gemi à plenitude súbita.
Ele esfregou seu dedo ao longo da minha parede interna e eu quase desmoronei no chão. Segurei suas pernas para permanecer na posição vertical.
— Meus dedos são maiores. — ele sussurrou. — Eu posso alcançar o seu ponto G. — Ele beliscou meus lábios em um beijo rápido, massageando o local novamente e novamente. Minhas unhas cravaram em suas pernas. — Espere até que eu esteja dentro de você. — ele sussurrou.
Eu choraminguei.
— Esta noite não, docinho.
Eu gemi em protesto. — Joe.
— Shh. — Seu dedo continuou suas ministrações torturantes. — Eu não vou te foder hoje à noite.
Estremeci com o uso do termo. — Você quer dizer fazer amor?
Seu dedo parou dentro de mim. — Não. Eu quero dizer foder. Se você quiser fazer amor, procura o seu menino no clube de campo, se você quer ser bem fodida, você vem para mim. — Sua voz era áspera. — Mas não até que você esteja pronta. Não até que você me peça.
Eu assenti, sabendo que ele estava certo. Eu não estava pronta, mas isso não significava que eu queria que ele parasse, especialmente quando eu estava tão perto novamente.
Joe lentamente começou a trabalhar seu dedo longo contra o meu ponto sensível, mais uma vez. Segurei suas coxas e apertei meus olhos fechados enquanto uma intensa pressão se instalava dentro de mim, e que floresceu em um orgasmo de fazer tremer a terra. Ele soltou um gemido torturado me olhando com desejo queimando em seus olhos. Meus olhos se fecharam em êxtase completo quando eu me deixei levar pelas sensações.
De repente eu não podia esperar mais para tocá-lo. Inclinei-me e arrastei um caminho de beijos suaves e úmidos ao longo de seu pau. Seu cheiro era almiscarado e decididamente masculino, e eu queria mais. Eu ansiava por ele de uma forma que era primordial e totalmente nova para mim.
Eu provoquei a cabeça de seu pau na minha boca, e chupei a pele lisa. Sua respiração saiu em um sibilar de entre os dentes. Minhas mãos juntaram-se à diversão, acariciando de cima para baixo enquanto eu devorava o comprimento dele.
— Droga, baby. — Ele gemeu, sua cabeça caindo de volta contra o sofá.
Eu nunca soube que isso poderia ser tão prazeroso, mas me encontrei perdida no ritmo de chupar e lamber e minhas mãos se arrastando ao longo do seu pau.
— Exatamente assim, meu anjo. Acaricie-o. — Ele observou minhas mãos trabalhando de cima a baixo de seu comprimento e gemeu um rugido profundo e baixo em sua garganta. Meu coração disparou. Ouvir os sons que saíam dele era tão sexy. — Eu vou gozar. — ele ofegou.
Segundos depois, jatos quentes de sêmen explodiram no fundo de minha garganta e Joe lançou um gemido final.
Um sorriso satisfeito cruzou seus lábios e ele olhou para mim com admiração.
— Maldição baby, você não tinha que engolir. — Ele acariciou meu queixo com o polegar, estudando-me com cuidado.
Não era como se eu tivesse um plano bem pensado. Eu tinha apenas feito o que precisava fazer. Eu não ia sair correndo para o banheiro, minha bunda balançando enquanto eu corria para longe. Não, obrigado. Além disso, não tinha sido tão ruim assim.
Ele sorriu um sorriso sonolento. — Caso você esteja se perguntando... isso foi fodidamente incrível.
Eu já não empalidecia ao seu uso excessivo da palavra f***, isso só o tornava mais apelativo para mim. Joe era todo másculo. Não haveria como mudá-lo, como tentar controlá-lo. Talvez fosse a minha educação rígida, mas havia algo dentro de mim que o invejava.
Calor inundou meu rosto pelo seu elogio, e eu levantei meu queixo para encontrar seus olhos. Ele continuou traçando círculos preguiçosos ao longo de minha bochecha, trabalhando a mão por trás do meu cabelo para massagear meu pescoço, sem se preocupar em colocar seu pau amolecido dentro de suas calças. Como ele não se importava com o nosso estado quase nu, eu relaxei nas suas carícias, descansando minha cabeça em sua coxa.
— Isso sabe bem, docinho? — Ele sussurrou.
— Hum... hum. — Eu murmurei, minha cabeça baixando para lhe dar melhor acesso. Seus dedos percorriam quase todo o meu pescoço e ele usava uma forte mas suave pressão. Chuparia-o todos os dias se isso significasse receber uma massagem como esta depois. Eu relaxei com o seu toque e sua atenção amorosa.
Vários minutos depois, e à beira de cair no sono, eu me levantei e me compus.
Joe ajeitou sua roupa, deu um beijo rápido em minha boca e, em seguida, desceu o corredor, o que eu assumi que era para verificar Madison. Acima de tudo, ele era um bom irmão mais velho, e isso era tudo o que realmente importava.
Sem saber o que fazer comigo mesma, recolhi as garrafas vazias de cerveja e as levei para a cozinha para joga-las fora. Eu não sabia onde estava a lixeira, ou se ele tinha uma. Joe entrou na cozinha atrás de mim.
— Basta deixar aí. Eu vou limpar pela manhã. — Ele deu um beijo na parte de trás do meu pescoço e me virei para abraçá-lo, me confortando pelo seu caloroso abraço. — Deixe-me levá-la lá fora. Eu quero ter certeza de que você chega segura no seu carro.
Não comentei que meu carro estava apenas a trinta metros de distância, eu simplesmente assenti e permiti que ele colocasse a mão na minhas costas e me conduzisse até a porta. Talvez tivesse algo a ver com a gente compartilhando asas de frango, futebol e sexo oral. O que quer que tenha trazido o seu lado protetor, eu não iria reclamar. Era muito bom.

XOXO Neia

Entao gostaram do meu presente??? Espero  que sim ;D ja sabem, para amanha ter maratona (a minha 1ª) basta comentar...kiss

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Capítulo 11

Joe
Cheguei em casa do trabalho um pouco antes das seis. A irmã mais nova de Ian, Sophia, que tinha 19 anos e tinha aulas na faculdade comunitária vizinha, muitas vezes tomava conta de Madison e ela estava aqui em casa desde as três para receber Madison quando chegasse no ônibus da escola.
Entrei em casa e encontrei Madison jantando na mesa, e Sophia sentada com ela, lixando as unhas.
— Joey! — Lily deixou cair o garfo e estava em meus braços em segundos.
— Você já fez seus exercícios? — Eu beijei o topo de sua cabeça.
— Ainda não. Eu e Sophia estávamos brincando.
Olhei para Sophia. Ela deu de ombros e murmurou um pedido de desculpas, levantando-se para me cumprimentar com um abraço.
— Mmm, alguém cheira bem. — Ela enterrou seu nariz no meu pescoço.
— Não faça isso. Eu tenho um… encontro. — Depois do trabalho, eu tinha começado um treino rápido com Ian e tomado banho no ginásio antes de voltar para casa.
— Um encontro? Você? — Sophia estreitou os olhos em descrença. — Você não namora. Deus sabe que eu venho tentando fazer você me pedir por anos.
— Sophia... — Eu gentilmente a conduzi para longe de meus ombros, acrescentando alguma distância entre nós. — Você sabe que Ian arrancaria minhas bolas se eu colocasse um dedo em você. — O que era inteiramente verdade, mas era mais que isso. Sophia tinha crescido e se tornado uma bela jovem, o problema era que, quando eu olhava para ela, ainda via a menina desengonçada de dez anos de idade, cuja bonecas Barbie tornaram-se regularmente prisioneiras de guerra de Ian e minhas.
— Podemos lidar com ele e você sabe disso. Ian não é o meu dono nem meu chefe. — Sophia sorriu, piscando os cílios, descansando a mão no meu antebraço.
Ah, eu definitivamente sabia que ela ficaria mais do que feliz em ultrapassar esse obstáculo.
Ela tinha tentado por meses me fazer nota-la, limpava a minha casa nos seus minúsculos shorts, e oferecendo-se para cuidar de Madison para mim a qualquer momento do dia ou da noite. E mesmo que eu soubesse os motivos dela, deixei-a fazer isso. Se isso me fazia um ididota, então que assim fosse. Eu não estava prestes a recusar a sua ajuda. Ambos sabiamos que eu precisava, mas tinha certeza que ela mantinha a esperança de eu mudar minha opinião sobre ela. Sobre nós.
— Termine o seu jantar, Madison. Tenho companhia vindo aqui esta noite.
É Demi que vai voltar? — O rosto de Madison desabrochou em um sorriso quando eu assenti.
— Quem é Demi?
Quem é Demi? Essa era uma pergunta muito boa. A garota com quem eu não tinha uma chance do inferno na vida real. Uma menina que tinha o rosto de um anjo e o corpo de competir com qualquer estrela pornô. Alguém doce para minha irmã e, provavelmente, capaz de destruir o meu coração.
— Apenas uma amiga. — eu disse.
Sophia revirou os olhos. — Uh huh, amiga a minha bunda. — Ela bateu com a palma da mão sobre sua boca. — Eu quis dizer bumbum. — Ela olhou para Madison, que estava agora rindo. — Vou limpar um pouco a casa para você. Vá se preparar para a sua companhia, garanhão. — Ela me deu um tapa na bunda.
— Obrigado, Soph. — Eu me arrastei para a lavandaria, colocando minhas roupas de ginástica úmidas na máquina de lavar. — Você arrumou o seu quarto, Mad? — Eu chamei do fundo do corredor. Eu tentava tanto quanto possível tratá-la como uma criança normal. Eu queria que ela crescesse independente e auto suficiente, não pensando que ela era diferente do que qualquer outra pessoa, ou incapaz de cuidar de si mesma. Afinal de contas, um dia eu poderia não estar mais por perto para ajudá-la. E era algo que eu não queria nem pensar.
Eu a ouvi ir para o quarto apressadamente e ri para mim mesmo enquanto colocava roupas na máquina de lavar.
Quando entrei na sala, Sophia tinha prendido o cabelo num rabo de cavalo e tinha retirado seu moletom folgado, ficando apenas com uma camiseta colada ao corpo e jeans. Ela estava correndo ao redor da casa, limpando a sala, pegando itens perdidos e fazendo a casa ficar apresentável.
Eu tinha a sensação de que ela estava apenas ficando por perto para avaliar a garota com quem eu supostamente tinha um encontro. Nem tinha certeza se isto era um encontro. Eu não sabia o que me levou a dizer isso. Talvez porque eu sabia que Demi não era o tipo de garota que você fodia casualmente.
Uma batida na porta da frente enviou um arrepio pela minha nuca, levantando os cabelos dessa zona e deixando todos os meus sentidos em antecipação.
Sophia correu para a porta, mas eu a impedi de abrir.
— Deixe que eu faço isso.
Ela deu um passo para trás e colocou as mãos nos quadris.
É claro.
Balancei a cabeça e respirei fundo, em seguida, abri a porta. Demi parecia impressionante. Ela usava um vestido de manga curta azul-marinho que abraçava suas curvas, e parava um pouco acima dos joelhos. Suas pernas tonificadas eram de um tom bronzeado e ela estava calçando sandálias sensuais de cor prata. Ela parecia sexy e inocente ao mesmo tempo.
— Entre. — Eu dei um passo para trás para permitir que ela entrasse. Sophia limpou a garganta atrás de mim, e eu afastei meu olhar de Demi.
— Esta é Sophia, uma amiga minha e de Madison. — Fiz um gesto para ela. Não me escapou que ela e Demi estavam trocando um olhar estranho, se avaliando. — Sophia já estava de saída. Obrigado por hoje, Soph.
Um sorriso se arrastou nos seus lábios, um olhar presunçoso em seu rosto. — Amanhã à mesma hora?
— Não, eu tenho tudo sob controle. Além disso, eu não gosto que você mate aula para cuidar de Madison para mim.
Ela agarrou sua bolsa e moletom do sofá e fixou sua bolsa através de seu corpo.
— Joe Jonas, você sabe que eu faria qualquer coisa por você.
Ela sorriu para mim maliciosamente. Não me passou desapercebido que ela estava tentando dar a entender a Demi que havia mais do que amizade entre nós.
Não havia. Nunca houve e nunca haveria, apesar de como ela tentava me seduzir. Uma vez que Sophia se foi, Demi se agitou nervosamente na entrada, brincando com a alça de sua bolsa. Tirei-a de seu ombro.
— Ei, ela é irmã do meu melhor amigo. Isso é tudo. Ok?
Ela assentiu com a cabeça de forma obediente, a voz quase um sussurro.
— Okay. — Ela tirou suas sandálias de salto, ficando vários centímetros mais baixa e me seguiu para dentro.
Madison chegou fazendo barulho no corredor e Demi caiu de joelhos para a envolver em um abraço gigante. Madison conversou sobre o seu dia e Demi assentiu e riu, parando para fazer perguntas. Foi surpreendente ver o quanto Madison já gostava Demi. Era doce e, ao mesmo tempo preocupante. Se Demi não ficasse por aqui, eu sabia que teria uma menina de coração partido em minhas mãos.
Perguntei a Demi se estava bem para ela que preparássemos Madison para dormir, e ela assentiu e foi ajudar a Madison com seus alongamentos. Demi sentou-se no chão com Madison, mostrando-lhe um par de novas formas de esticar suas costas e pernas.
O acúmulo de observar Demi era como uma tortura lenta, os olhares demorados, os toques casuais de nossa pele, e, finalmente, colocamos Madison na cama.
Demi me seguiu pelo corredor em direção à sala de estar. Eu a vi dar um passo hesitante na direção de onde eu estava sentado no sofá. Todo o oxigênio foi sugado da sala, o ar estava tenso, agora que a nossa pequena estava dormindo profundamente.
Tê-la aqui comigo, com Madison, estava fodendo com a minha cabeça. Eu não podia sequer começar a entender seus motivos.
Demi se mexeu na porta, como se fazendo uma pausa para minha inspeção.
Seu vestido terminava pouco acima dos joelhos, e meu olhar viajou de cima a baixo por suas pernas nuas.
— Você está bonita. — Minha voz estava rouca.
— Eu tive um encontro.
Ela tinha tido um encontro hoje e o idiota tinha deixado que ela fosse embora?
Suas pernas nuas eram tonificadas e bronzeadas, as unhas dos pés pintadas de rosa pálido. Ela estava impressionante.
— Venha aqui. — eu instrui.
Ela obedeceu, cruzando a sala para ficar na minha frente, os olhos arregalados ao encontrar os meus. Eu deslizei um único dedo sobre o dorso de sua perna nua e senti-a estremecer sob o meu toque.
— Então me conte sobre este encontro que você teve. — Eu continuei preguiçosamente acariciando a pele macia atrás de seu joelho.
Ela engoliu em seco e respirou fundo. — Ele me levou para o seu clube de campo para jogar tênis e depois almoçamos.
— E agora você está aqui, nesse bairro pobre comigo? — Eu senti ela fechar seus joelhos para manter-se firme. — Eu não sou de rosas, velas e clubes de campo. Encontros comigo não incluem tênis. — Eu não sabia porque a estava provocando, só queria a honestidade dela, por isso dei-lhe o mesmo tratamento.
— Não? — ela provocou, encontrando sua foz, porém fraca.
— Não, docinho. Eu sou mais de cerveja e asas picantes, e sexo na cabine da minha caminhonete. — Ela ofegou e seus joelhos tremeram. Eu passei as duas mãos em torno das costas de suas pernas para segurá-la. — Mas para você eu provavelmente poderia fazer uma exceção. — Seu olhar segurou o meu e o ar ficou mais denso em torno de nós.
— Mas e se eu gostar da ideia da cerveja e asas picantes? — Ela desafiou.
Eu notei que ela convenientemente deixou de fora a parte sobre sexo, e eu sabia que não deveria, mas caramba, eu queria ver a reação dela.
— Eu quis dizer que a exceção seria que em vez de minha caminhonete, eu iria espalhar você na minha cama onde te poderia foder corretamente.
Ela soltou um gemido suave e suas pernas cederam completamente. Eu a puxei para o meu colo, em vez de deixá-la colapsar em uma pilha no chão.
— Te segurei. — Eu respirei contra seu cabelo. Seu coração estava batendo tão rápido que eu podia ver o pulso vibrando contra seu pescoço. Estava me deixando duro. Eu elevei seu queixo, puxando-a até que seus lábios encontrassem os meus e beijei-a suavemente. — Diga-me o que você quer, Demi.
— Eu não posso.
Franzi o cenho. — Não pode ou não quer? — Ela engoliu em seco e olhou para baixo. Nós íamos ter que trabalhar nisso. Mas as coisas mais urgentes primeiro.
— Vamos comer alguma coisa. — Eu mudei ela do meu colo para sentar no sofá ao meu lado. — Você quer ficar em casa, ou eu poderia tentar encontrar uma babá para
vir...
— Vamos ficar.
— Eu costumo encomendar alguma comida depois que coloco Madison na cama. O que você gostaria?
— O que você costuma pedir está bom.
— Bem, há sempre cerveja e asas de frango... — Eu sorri e levantei uma sobrancelha. Ela definitivamente não era uma garota do tipo ‘cerveja e asas de frango’.
Mas sem perder o ritmo, ela sorriu e acenou com a cabeça.
— Parece bom para mim.
— Está bem para você se for um pouco picante?
Ela assentiu com a cabeça, ignorando a insinuação.
— Contanto que não seja muito picante.
— Eu acho que você pode lidar com isso.
Encontrei seu olhar e o segurei. Seus grandes olhos castanhos arregalaram e encontraram os meus. O jeito doce dela ao não recuar e sua curiosidade sincera sobre essa coisa acontecendo entre nós, mexeu com algo dentro de mim.
Peguei meu telefone e disquei. — Hey, Billy. Sim, faça duas doses do costume. — Levantei e atravessei a sala. — Você ficará bem em esperar aqui, enquanto eu vou pegar a comida? Só vai levar alguns minutos.
— Claro.
Quando voltei com um pacote de seis de cerveja e as caixas de comida, Demi já tinha pego alguns guardanapos e pratos da cozinha. Nós nos estabelecemos no sofá novamente para comer.
Abri os recipientes de asas e aipo, colocando-os na mesa de café.
— Coma tanto quanto você quiser.
— Obrigado. — Ela olhou para a comida com suspeita antes de delicadamente colocar um guardanapo em seu colo. — Eu realmente nunca comi asa de frango antes. — ela admitiu.
— Nunca?
Ela balançou a cabeça.
Droga. Esta menina era realmente de um campeonato totalmente diferente. Ela provavelmente nunca comia qualquer coisa que não necessitasse utensílios. Eu queria dizer que ela não precisava se preocupar em ficar suja na minha frente, mas ela me surpreendeu por atacar de imediato, levantando uma asa de frango do recipiente e olhando-a curiosamente como se imaginando por onde começar.
Eu observei enquanto ela cuidadosamente mordiscou a carne, ficando molho em seu lábio inferior e nos dedos dela.
— Mmm... É bom. — Ela pareceu surpresa. Observa-la lamber o molho de seus dedos estava fazendo coisas loucas para minha virilha.
— Bom. — Joguei os guardanapos em sua direção. — Agora coma.
Ela continuou roubando olhares para mim pelo canto do olho, mas nós comemos em um silêncio relativo. Tirei uma cerveja do pacote de seis e ofereci a ela.
— Você gostaria de uma?
Ela assentiu com a cabeça. Eu tirei a tampa e entreguei-lhe a garrafa aberta. Ela imediatamente trouxe aos lábios, provavelmente para lavar o picante dos alimentos. As asas estavam mais picantes do que o habitual, mas ela não reclamou.
— Você se importaria se eu ligar o jogo? — Perguntei, estendendo a mão para o controle remoto.
Ela estava concentrada em outra asa e deu um meio aceno.
Liguei no jogo, mais para ruído de fundo do que qualquer outra coisa.
Demi se inclinou para frente em seu assento.
— Quanto está o jogo?
— Você gosta de futebol? — Eu não poderia esconder a surpresa na minha voz.
Ela assentiu. — Eu amo os Bears. Assistir futebol era a única coisa normal que eu fazia com o meu pai. — Ela sorriu.
Oh. Uma menina que gosta de asas e cerveja, e agora ela me diz que é uma fã dos Bears também. ‘Senhor, tenha piedade.’ Minha determinação para ficar longe dela tinha acabado de ficar mais interessante.
Nós terminamos de comer e eu limpei a comida, mas Demi me instruiu a deixar a cerveja. Estávamos ambos na segunda, e o fato de que ela não tinha muita tolerância para o álcool era evidente pela forma como estava encostada no sofá, se aconchegando ao meu lado.
Ela era mais divertida do que o jogo, livremente gritando com a TV sempre que o árbitro tomava uma decisão ruim. Eu observei como ela inclinou a garrafa para os lábios e tomou um longo gole, seu pescoço gracioso se movimentando quando ela engoliu. Ela colocou seus pés em cima da cabeceira do sofá e eu os puxei para meu colo. O contato chamou sua atenção e ela mudou de posição de modo que estava de frente para mim.
— Joe? — Ela sussurrou na sala mal iluminada.
— Agora que nós já comemos, é hora de termos nossa conversa, docinho. — Comecei a esfregar gentilmente seus pés. — Diga-me o que você quer.
Ela se inclinou e pôs sua garrafa de cerveja na mesa de café antes de voltar a me enfrentar. Ela mordeu o lábio como se insegura de si mesma, e olhou para todos os lugares, menos para mim.
— Isso. Você. Eu quero que você... me ensine. — Ela engoliu, sua língua deslizando para fora para lamber seu lábio inferior.
Ela sabia o que estava me pedindo? Ela poderia entender?
— Ensinar o quê?
— Como... te dar prazer...
Eu levemente segurei seu queixo com a ponta dos dedos e o levantei para que pudesse encontrar seus olhos.
— Como me fazer gozar?
— S... sim. — ela choramingou.

Ela se inclinou e deu um beijo doce na minha boca e meu pau saltou para a vida em meu jeans. Ela queria entender como agradar um homem, mas sua inocência sexy já garantia que não ia ter que tentar muito. Eu precisava me controlar antes que arrancasse sua calcinha e mostrasse exatamente o que fazer.

XOXO Neia *-*

É tão bom entrar de ferias :P mas o que é realmente importante, E então que acharam??? sera que é desta?? bem so para terem uma pequena ideia do que vai ser o proximo...so digo que é MEIO HOT, nao um completo, mas promete....kiss