segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

AVISO + Capítulo 8

Então gente, antes do capitulo tenho de vos avisar que possivelmente este será o único capitulo desta semana... mas não se preocupem que vou continuar a postar!! Esta semana vai ser assim porque vou ter testes terça, quarta e quinta... e tenho de estudar. Se tudo correr bem ate sexta posto de tarde, senão no sábado sem falta!! 

Bom era isso... agora o capítulo..... 



Demi
A súbita aparição de Madison na cozinha não poderia ter vindo em melhor hora. Eu precisava de uma dose de cala a boca. Eu tinha praticamente admitido a Joe que tinha visto ele no vídeo. Deus, eu provavelmente soei como uma pessoa bizarra. Mas não era por isso que eu estava aqui. Era essa doce menina.
O fato de que seu irmão me fazia mais quente que o inferno era um assunto a parte.
Segui-a até o quarto dela e ajudei-a a se despir, retirando suas calças e túnica, enquanto ela mantinha uma mão em seu andador, segurando-se direita. Eu poderia dizer que, quando ela se cansava, sua coordenação e controle muscular caíam.
Ela apontou para a gaveta onde guardava seus pijamas, informando-me que queria os de Cinderela. Eu não pude deixar de notar que a gaveta também tinha algumas camisetas, suavemente gastas, e de tamanho adulto. Eu presumi que fossem de Joe. Aqueles eram, provavelmente, vestidos para ela.
Eu encontrei a camisola rosa da cinderela com rendas amarelas e a coloquei sobre sua cabeça. Notei uma pequena cicatriz enrugada de uma recente cirurgia e uma ondulação acentuada onde sua coluna não conseguiu se formar adequadamente antes do nascimento. Pobrezinha. Eu delicadamente toquei em sua cicatriz, desejando que minhas mãos tivessem o poder de cura-la.
Levei-a até a cama e a cobri. — Descanse um pouco, docinho. — Eu escovei seus cachos loiros para trás de sua testa e me inclinei para dar-lhe um beijo em sua testa. Ela sorriu para mim, sonolenta, com os olhos já começando a fechar.
— Boa noite, Joey, — Ela sussurrou.
Eu me virei e vi sua grande forma preenchendo a porta aberta, sua expressão estava séria.
Joe permaneceu em silêncio, mas seus olhos estavam fixos em mim.
Observando tudo o que fazia, cada movimento meu com ela. A intensidade de seu olhar enviou um arrepio ao longo da minha espinha. Seu olhar era ao mesmo tempo curioso e possessivo.
Arrastei-me do quarto e ele se afastou da porta, permitindo-me fecha-la atrás de nós. Eu estava diante dele no corredor, que de repente parecia apertado e esteito.
— Você provavelmente tinha coisas melhores a fazer do que tomar conta dela durante toda a tarde. — Sua voz era suave, cuidadosa.
— Não, está tudo bem. — Eu não podia acreditar que já estava aqui há seis horas. A verdade era que era bom estar aqui, sentindo-me útil e necessária. Melhor do que ficar sozinha no meu apartamento vazio, estudando.
Ele deu um passo para mais perto e levantou a mão para o meu rosto, acariciando com o polegar a linha do meu queixo.
— Obrigado por... ter cuidado dela, — disse ele sussurrando e com o polegar calejado traçou um delicado caminho ao longo da minha pele.
Eu assenti, não confiando em minha voz para falar.
— Você tem que ir... ou tem tempo para ficar para uma bebida?
Eu assenti novamente.
— Você tem que ir? — Ele deixou cair sua mão.
— Não, eu posso ficar.
Um sorriso preguiçoso surgiu no canto dos lábios dele. — Vamos lá. Eu tenho cerveja, e acho que eu poderia até mesmo abrir uma garrafa de vinho.
— Cerveja está ótimo. — Alguma coisa gelada para me refrescar seria perfeito.
Dirigi-me à sala enquanto ele pegou duas garrafas da geladeira e se juntou a mim no sofá. A cerveja foi refrescante após um longo dia, e eu me inclinei para trás contra o sofá, apoiando meus pés em cima da mesa de café. Ele sorriu para mim, como se concordando que era cansativo cuidar dela. Eu devolvi o sorriso, sabendo que valia a pena cada segundo de trabalho.
Olhei ao redor da sala de estar pequena. Não tinha toque feminino aqui. Não tinha almofadas, decorações ou velas, ou qualquer das outras coisas que davam a uma casa a sensação de um lar. A sala continha uma grande janela eficientemente coberta com persianas de madeira, um sofá verde-caçador, uma poltrona e um conjunto de mesa de centro e mesa de apoio de sofá, uma delas com um abajur iluminado suavemente. Era escasso, mas era o suficiente. Você poderia dizer que essa casa era cheia de amor. Estava em completo desacordo com a forma como eu imaginei a vida de Joe.
Quando eu finalmente olhei para o próprio homem, percebi que ele estava me olhando preguiçosamente com os olhos cobertos pelas pálpebras. Tomei um gole da minha cerveja e quebrei a conexão.
— O que é? — Ele perguntou.
— Você disse que está com a Madison desde que tinha 18 anos. Eu só estou imaginando... o que aconteceu com seus pais?
Ele tomou um gole saudável de sua própria cerveja antes de responder. — Essa é uma palavra demasiado generosa para eles.
Fiquei quieta, envolvendo meus dedos em torno da garrafa gelada, esperando que ele continuasse.
— Fui criado pelos meus avós, e herdei esta casa quando eles faleceram. Eu tinha apenas 17 anos quando minha mãe deu a luz a um bebê e deixou a criança aqui. Madison não estava andando ainda e precisava de mais cuidados do que eles estavam preparados para dar a ela.
Eu não poderia deixar de comparar o quão diferentes eram nossas vidas. Meus pais e eu passávamos as férias na Itália e os natais em nossa estância de esqui, e eu nunca quis nada quando crescesse, exceto, talvez mais liberdade. Joe foi deixado com uma criança com necessidades especiais.
— Assim que olhei para essa menina, ela roubou meu coração. Eu me formei no ensino médio e começei a trabalhar cedo, determinado a dar a Madison a vida que meus pais não podiam. Mais tarde, eles foram presos por tráfico de drogas e ainda hoje estão na prisão.
‘Uau.’
Sentindo minha agitação interna, ele deu um aperto na minha mão. — Eu prometo a você que nós estamos bem.
— Eu sei, posso ver isso.
E eles realmente estavam. Joe ou Joey como Madison o chamava, estava fazendo o melhor que podia, proporcionando um lar seguro e amoroso, mesmo que ele tivesse que pagar as contas de formas não convencionais. Quem era eu para julgar?
— Por que você veio hoje?
Eu sabia que a questão não tinha sido esquecida. Hesitei por um segundo, antes de me recuperar.
— Para ver Madison. — O que era, na maioria, verdade.
Ele esperou, olhando-me com curiosidade.
— Você tem certeza de que é só por isso?
As imagens do vídeo sexy se repetiram na minha mente, a curva sensual de sua boca enquanto ele devorava a dela com beijos. Suas mãos grandes e ásperas suavemente acariciando sua pele. A maneira hábil como os seus dedos a abriram e esfregaram em círculos lentos o seu ponto certo.
— Eu... eu não sei. — respirei.
Ele esfregou a mão na parte de trás do seu pescoço, deixando escapar um suspiro.
— Foda-se. Não me tente, Dê.
Sua voz era um apelo forte no silêncio da sala. O meu apelido em seus lábios soou muito mais íntimo do que deveria. Amigos me chamavam assim o tempo todo, mas nunca antes tinha feito meu coração disparar.
Eu me virei para encará-lo no sofá, sabendo que isso era uma loucura. Ele era uma maldita estrela pornô. Um bad boy com um B maiúsculo. Não alguém por quem eu devia me interessar, mas isso não fazia o meu peito parar de pulsar forte.
Era um querer louco, um desejo feroz que eu não podia nomear. Algo que eu definitivamente não deveria explorar. Eu queria receber aquele toque. Queria ter aquelas mãos grandes, fortes e calejadas de trabalho de construção, mas ainda gentis, em todo o meu corpo.
Eu me perguntava se poderia ser uma paixão simples, como o tipo que você sente por uma estrela de cinema. Eu o vi no mais íntimo dos momentos, talvez por isso o meu cérebro tivesse criado algum tipo de fascínio bizarro que não era baseado em nada exceto o seu corpo sexy que excitava o meu corpo virgem.
Mas quando Joe se virou para mim e ergueu sua mão para segurar a parte de trás do meu pescoço, para me puxar mais perto e na direção de seus lábios, todo pensamento coerente me escapou.
Ele se inclinou lentamente, dando-me tempo para me afastar antes que sua boca segurasse a minha em um beijo ardente. Oh, Deus, era tão bom, de dar água na boca. Lento e sensual, adorando a minha boca, mordiscando meus lábios, saboreando-me e me fazendo ficar com meu sexo molhado e necessitado dele.
Minha língua saiu para lamber seu lábio inferior e ele respondeu, por sua vez, colidindo com a minha em um emaranhado de calor úmido. Seus dedos enfiaram-se mais firme no meu cabelo enquanto o polegar traçava círculos lentos sobre a pele sensível na parte de trás do meu pescoço.
Uma mistura de emoções inundou minha cabeça. Tudo desde desejo por este homem sexy, medo de que a Madison podia nos pegar, a vergonha de que os meus pais nunca o aprovariam como meu namorado. Eu sabia que estava avançando demasiado depressa ao pensar nisso, quando Joe parou de repente e puxou sua cabeça para trás.
Seus olhos me estudaram, tentando entender o que acabara de acontecer entre nós.
— Você vai ser a minha morte, docinho. — Ele limpou a umidade do meu lábio superior com o dedo indicador.
Olhei para baixo e avistei o vulto enorme lutando contra seus jeans. Eu pressionei meus lábios em uma linha apertada, tentando evitar um sorriso idiota ao pensar que eu o tinha afetado tanto quanto ele fez comigo.
Ele levantou meu queixo com um único dedo e me fez encontrar seus olhos.
— Ei, está tudo bem. Não fique tímida comigo agora.
Eu engoli e relaxei na sua mão. Seu polegar acariciou minha bochecha e eu automaticamente me aproximei para as suas carícias, meus olhos se fechando lentamente.
— Assim está melhor. — Ele sorriu e soltou sua mão. — Eu não sei o que está acontecendo na sua cabeça, mas se você realmente quer isso, eu vou ser o único a fazê-lo. Inferno, eu ficaria honrado. Mas você só deve fazer quando estiver pronta, e com alguém especial.
Eu assenti, mordendo meu lábio inferior para que Joe não pudesse vê-lo tremendo.
É tarde. Você provavelmente deveria ir para casa. — Ele levantou-se e ajustou sua ereção. —Pode voltar e ver Madison a qualquer momento.
Ele abriu a porta e me direcionou para fora da casa, e se eu não soubesse melhor teria pensado que ele estava tentando desesperadamente se livrar de mim.
Fui para casa, exausta, mas acima de tudo confusa. Mas quando eu afastei os pensamentos de Joe e lembrei do rostinho de Madison sorrindo para mim, ou sua determinação para acertar em cada exercício que eu mostrei a ela, isso apertou meu coração e eu me segurei nessas memórias, me perguntando se ia ver qualquer um deles novamente.



XOXO Neia *-*

Ta ai o capitulo :) então que é que acharam??? Comentem e um bom resto de semana e ate sexta/sábado kiss 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Capítulo 7

Joe
Eu estacionei meu carro e me perguntei onde o carro de Becca tinha ido. Ela tinha levado Madison em algum lugar? Eu não gostava da ideia de Becca dirigindo com Madison por aí naquela armadilha dela. Peguei minha caixa de ferramentas da caminhonete e guardei-a na garagem, antes de ir para dentro.
Fui recebido por sons de risos vindo do quarto de Madison. Então Madison estava aqui, mas o que dizer de Becca? Parei na pia da cozinha para lavar a sujeira das minhas mãos e então fui ao fundo do corredor para descobrir o que estava acontecendo.
A visão que me recebeu não era o que eu estava esperando. Madison estava deitada em uma bola de exercício grande e Demi estava ajoelhada ao lado dela, ajudando-a a rolar através da bola. Eu assisti com um fascínio atordoado por um segundo tentando entender o que ela estava fazendo aqui e para onde diabos Becca tinha ido.
— Joey! — Madison gritou, avistando-me à porta. Ela levantou-se da bola com as pernas trêmulas, cruzando os poucos passos sem seu andador e se jogando nos meus braços.
— Oi boneca. — Eu puxei o seu corpo para mim em um breve abraço. — O que vocês estão fazendo? — Eu queria perguntar a Demi que porra ela estava fazendo na minha casa, mas o sorriso no rosto de Madison me acalmou.
— Dê está me ensinando alguns novos exercícios para as pernas! — Ela voltou para a bola e rolou animadamente enquanto Demi sorria e a segurava de forma estável. As bochechas de Madison estavam vermelhas e eu tive que admitir que nunca tinha visto ela estar animada por fazer seus alongamentos. Eu só esperava que ela não estivesse exagerando no exercício.
— Isso é... bom. Hum, Demi, eu posso ter uma palavra com você na sala? — Eu me virei para a sala de estar, sem esperar pela sua resposta.
— Fique aqui enquanto eu falo com Joe, ok? — Eu a ouvi dizer a Madison. Ela me seguiu até a sala de estar, com preocupação estampada em seu rosto.
— O que você está fazendo aqui? Onde está Becca?
— Eu vim para ver Madison e Becca saiu.
— Ela saiu? A pessoa que eu estou pagando para tomar conta dela só saiu e a deixou com... você. O que você está fazendo aqui?
— Realmente não é um grande negócio.
— É um maldito grande negócio para mim. — Eu me virei e olhei para a janela, não querendo perder a paciência com ela. Porra, eu confiava em Becca.
Como poderia ela deixar Madison sozinha com uma estranha?
— Hey. — Demi colocou a mão em meu antebraço e chamou minha atenção. — Eu disse a ela que era uma amiga sua, e uma enfermeira. Eu acho que ela assumiu...
— Que você era a enfermeira de Madison?
— Algo parecido como isso. — Ela deu de ombros e tirou a mão do meu braço.
Eu soltei um suspiro e pressionei as palmas de minhas mãos sobre meus olhos. Foda-se, eu estava exausto e sujo do trabalho de construção durante todo o dia. Não esperara chegar em casa para isso.
— Sinto muito, eu queria ajudar, — Demi disse com uma voz suave. — Becca saiu apenas cinco minutos antes de você chegar aqui. E ela tentou chamar seu celular, mas estava desligado.
Abri os olhos e encontrei os dela. Castanho suave e amplos com preocupação.
Merda. Eu estava sendo um idiota.
— Olha, está tudo bem. Madison está segura e feliz. Eu não devia ter explodido com você. Encontrar uma boa ajuda para tomar conta dela é difícil, e eu não acho que vou usar Becca novamente, mas isso não é culpa sua.
— Não a demita por minha causa. Foi apenas um mal-entendido. — ela implorou.
— Eu vou pensar sobre isso. Pelo menos vamos ter uma pequena conversa sobre segurança e estranhos a porta. — Eu suspirei, não querendo discutir isso com Demi. — Obrigado por trabalhar com ela hoje.
Ela puxou uma respiração e seus ombros visivelmente caíram com alívio.
— De nada.
— Não posso pagar uma enfermeira particular.
— Não é por isso que eu vim. Você não me deve nada.
Eu inclinei minha cabeça, estudando-a. — Então por que você veio? — Eu honestamente não esperava vê-la novamente, e agora ela estava aqui, na minha casa, parecendo sexy num par de calça jeans de cintura baixa e uma blusa justa que se agarrava ao seu peito.
Demi não teve a oportunidade de responder a minha pergunta, porque naquele momento, Madison veio correndo do corredor, seu andador batendo contra o chão de madeira.
— Eu quero a Dê!
Demi encontrou meus olhos e ambos sorrimos. O entusiasmo de Madison era contagiante.
— Você se importa de ficar com ela por mais alguns minutos? Preciso dar um pulo no chuveiro. — Eu olhei para as minhas calças jeans e camiseta sujas.
— Claro, não tem nenhum problema.
Eu beijei o topo da cabeça de Madison.
— Seja boazinha, ok?
Ela assentiu com a cabeça e se lançou para mim, envolvendo-se em torno de minha perna em um abraço. Eu estremeci, e inclinei-me, movendo-a para fora do caminho de minhas bolas. Demi segurou uma risada, percebendo o que eu estava fazendo. Então, ela voltou para seu quarto com Demi. Eu desapareci no banheiro, completamente confuso com o rumo dos acontecimentos.
Demi estava na minha casa, derretendo meu maldito coração por quão doce era com Madison.
Eu podia ouvir sons alegres de conversa e risos, e coloquei a minha cabeça para fora da porta do banheiro para ouvir.
— O que o seu irmão gosta de comer no jantar? — Demi perguntou.
Madison tomou seu tempo respondendo, e eu prendi a respiração, imaginando o que ela iria dizer.
— Hum, geralmente ele gosta de tomar sorvete. E eu também.
— Você também, hein? — Demi riu. — Bem, vamos encontrar algo saudável para fazer e talvez possamos ter sorvete depois do jantar.
Eu tomei meu tempo no chuveiro, minha mente momentaneamente relaxada por Madison estar em boas mãos. Deixei o spray bruto de água bater em mim e fechei os olhos.
Depois do meu chuveiro, eu me joguei num jeans e uma camisa e fiz meu caminho para a cozinha que estava preenchida com cheiros incríveis. Alho. Tomate. Carne assada. Minha boca encheu de água. Tinha sido um longo tempo desde que alguém tinha cozinhado para mim.
Demi estava limpando o balcão da cozinha, e de repente eu me senti fora de lugar em minha própria casa. Eu não sabia se devia entrar e ajudá-la, ou ver o que Madison estava fazendo.
Demi me viu, e tomou a decisão. — O jantar está pronto. Você pega a Madison?
Eu assenti e encontrei Madison na sala de estar, jogando com a bola de antes.
— Vamos pequenina, vamos comer. — Eu a levantei em meu quadril, e levei- a até a cozinha.
A mesa tinha um grande prato de espaguete e almôndegas, um pequeno copo de leite para Madison e um copo de água gelada para mim.
Madison olhou com espanto para as esteirinhas individuais, guardanapos e pratos para dois. Seu estômago roncou alto e ela bateu com a mão sobre a boca e riu.
Os olhos de Demi pegaram os meus e nós dois rimos.
— Está com fome, pequena? — eu perguntei, colocando-a em sua cadeira.
— Yep. E adivinha o que?
— O quê? — Eu coloquei um guardanapo sobre seu colo.
— Eu ajudei Dê a rolar as almôndegas.
— Ah, é? Aposto que vão estar extra saborosas, então.
Ela se deleitou com o elogio. Eram momentos como este, testemunhando sua doce inocência e desejo de pertencer, de se ajustar, que abrandavam meu coração e que faziam cada hora de trabalho duro valer a pena.
Demi recolheu sua bolsa no balcão. — Eu me diverti com você hoje, Madison.
— Você não vai ficar? — Eu perguntei.
— Oh, não. — Ela olhou para baixo, ajustando a alça de sua bolsa. — Vocês desfrutem o jantar.
— Mas você não jantou ainda, não é?
Ela balançou a cabeça.
Levantei-me e a dirigi para a mesa. — Sente-se. — Eu coloquei uma cadeira ao lado da minha, então peguei uma esteirinha e talheres extras na cozinha, colocando- os na frente dela. — Aqui.— Peguei um monte de espaguete para Madison primeiro, e depois algum para Demi.
— Ah, isso é demais. — Demi apontou para o prato cheio.
— O meu tem muito, também — disse Madison, sorrindo para Demi.
— Silêncio. Vocês duas estão muito magras. Comam.
Sentei-me e cavei o meu próprio prato, observando o sorriso satisfeito nos lábios de Demi.
Desfrutámos do delicioso macarrão e almôndegas em relativo silêncio. Pela primeira vez eu não tive que convencar Madison a parar de brincar com a comida e comer. Ela engoliu o alimento avidamente e logo ficou com seu queixo e rosto cheios de molho de tomate. Não pude evitar ir olhando para Demi durante a refeição, e lembrei-me de que ela não havia respondido minha pergunta anterior. Gostaria de saber o que, exatamente, ela tinha vindo fazer aqui.
— Você vai precisar de um banho de mangueira depois não é, Mad. — Eu ri.
Ela chupou o macarrão pendurado entre os lábios e sorriu.
— De jeito nenhum! Eu quero que a Demi me dê meu banho hoje à noite.
Um sorriso apareceu na boca de Demi.
— Hoje não boneca. É muito tarde.
Madison fez beicinho, mas não insistiu. Demi trocou olhares comigo sobre a mesa, e eu poderia dizer que ela não se importaria de ajudar, mas de jeito nenhum eu ia fazer isso com ela. Ela já tinha feito demais.
Uma vez que estávamos satisfeitos com o jantar e Madison tinha terminado, ela fugiu para seu quarto para jogar, enquanto Demi e permanecemos à mesa.
Ela batia os dedos contra a superfície de madeira, me estudando.
— Então, eu acredito que você não estava filmando um novo filme hoje.
— Ah, não. Eu trabalho em construção quase todos os dias. Isso foi apenas
um… erro estúpido.
— Então você não vai fazer mais isso? — ela perguntou.
— Eu não planejo fazêlo, mas o dinheiro é muito bom. E a saúde de Madison custa... — Eu balancei a cabeça. — Esqueça, eu não sei por que estou dizendo a você tudo isso.
Ela enfiou o queixo para baixo, mexendo com as mãos no colo, não encontrando meus olhos.
— Terminou? — Eu apontei com a cabeça em direção a seu prato.
— Sim, muito obrigado. — Ela dobrou o guardanapo e o colocou sobre o prato vazio.
Eu levei nossos pratos para a cozinha, e depois de dar a cada um uma lavagem rápida, os coloquei na máquina de lavar. Demi já tinha limpado enquanto ela cozinhava, porque a máquina de lavar louça estava carregada só com as panelas e utensílios que tinha usado durante a preparação da ceia. Ela encostou-se ao balcão e me viu terminar o resto.
— Você disse que foi um erro, mas fez um filme... — A voz dela sumiu e seus olhos se arregalaram, quando ela percebeu que tinha sido pega.
Minha respiração ficou presa na minha garganta e meu pau se agitou no meu jeans.
— Você viu o vídeo? — A ideia dela ter me visto fazendo sexo com outra mulher era... fodidamente quente.

O rosto dela ficou vermelho e eu sabia que ela não só tinha visto, mas provavelmente também tinha se dado prazer enquanto assistia. Ah, inferno.

XOXO Neia "."

Desculpem a demora, mas tive 3 testes esta semana e nao da para fazer tudo ao mesmo tempo!! Enfim.. o que é que acham que se vai passar no proximo capitulo??

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Capítulo 6

Demi
Ao longo dos dias seguintes, eu não pude tirar Joe de minha mente, não importa o quanto eu tentasse. Não ajudou que eu tenha visitado o site pornô várias vezes depois de descobrir que ele tinha agora um vídeo postado. Eu o assisti várias vezes, estudando a forma que suas mãos exploraram o corpo da garota, o movimento de balanço de seus quadris empurrando dentro dela, e as expressões de prazer em suas feições esculpidas. Cada vez que eu via, me sentia tão suja depois que eu tinha que me esfregar até ficar rosa no chuveiro e trazer algum alívio para a minha necessidade latejante sexual, o tempo todo prometendo a mim mesma que não iria vê-lo novamente.
Lembrando sua natureza gentil com sua irmã me senti ainda pior sobre o uso dele para o meu prazer. No entanto, eu ainda não consegui manter a minha promessa a mim mesma de não assistir ao vídeo. Ele estava se tornando uma rotina noturna, e havia começado a assombrar meus sonhos. Ele ainda tinha apenas um clip de vídeo, e eu assisti-o tantas vezes que agora o tinha memorizado. Depois de perceber como Joe era silencioso, eu assisti no mudo a partir de então, não querendo estragar tudo ao ouvir os gritos irritantes da garota.
Nos dias que se seguiram, meus pensamentos voltaram para a doce irmã de Joe e a determinação feroz que queimava em seus olhos. Quebrou meu coração perceber que eles não podiam pagar a terapia física, e eu inadvertidamente, encontrei-me a visitar a ala de fisioterapia para fazer algumas perguntas ao terapeuta.
Descobri que a doença de Madison podia variar desde pouco grave e que não requeria muito cuidado contínuo, a grave, necessitando de terapia física ao longo da vida para ajudar com flexibilidade e desconforto.
Eu não sabia qual sua irmã tinha, mas tinha uma noção muito boa de que era da natureza mais grave, pois ela não podia andar sem ajuda. Eu tinha observado o terapeuta trabalhar com outra criança em uma dessas bolas de exercício gigantes e uma ideia se plantou firmemente em minha mente.
— Você está louca? — Selena empurrou o terceiro copo de café da noite para mim. Era assim que ficavamos acordadas e alerta no turno da noite.
Eu aceitei o copo e coloquei uma boa dose de açúcar, sabendo que era necessário para a bebida se tornar bebivel.
É o que diz a mulher que pensava que dormir com ele era uma boa ideia. Isso teria sido uma loucura. Eu estou falando apenas de ir vê-lo novamente. Eu não consigo parar de pensar naquela menina, Selly. E sobre como talvez eu poderia ajudar.
Ela balançou a cabeça. — Isto é como daquela vez que você foi dar mantimentos para os moradores de rua sob a ponte e quase foi sequestrada, ou a vez em que você ofereceu abrigo aos animais de rua e quase foi comida por um pitbull?
— Não. — eu resmunguei. — Isso não é nada parecido. Eu só quero ir lá, ver como estão, quero dizer, como ela está — e ver como posso ajudar. Ele disse que não podia pagar sua fisioterapia, Selly. Ela merece melhor.
— Notícia de última hora, você não é uma fisioterapeuta. Você é um estudante de enfermagem, Demi.
Eu tentei tomar um gole do café, precisando colocar cafeína no meu sistema antes da minha pausa de dez minutos acabar. Porra, ainda estava muito quente.
— Perto o suficiente. Eu vou ter que servir. Isto, se ele sequer aceitar a ajuda.
— E isso não tem nada a ver com ver Joe de novo? — Ela levantou uma sobrancelha para mim, desconfiada.
Eu me concentrei no meu café, colocando outra colher de açúcar apenas para uma boa medida.
— Porque toda essa porcaria sobre dormir com ele? Eu estava brincando, baby. Você é doce e bonita. Você merece alguém incredibilíssimo. Não um animal que vende seu corpo por dinheiro.
— Incredibilíssimo? — Eu questionei, olhando por cima do meu café.
— In-cre-di-bi-lís-si-mo. — ela confirmou com uma cara séria.
Eu ri para ela. — Tenho que voltar para o trabalho. Basta confiar em mim, ok? — Eu tomei um gole do café escaldante e joguei o copo no lixo no meu caminho para o corredor.
É a sua vagina! — Ela gritou, sua voz ecoando pelo corredor.
Eu me encolhi quando o médico que passou por mim animou-se com a palavra vagina sendo gritada em nossa direção.
Talvez esta era uma ideia estúpida. Depois de dormir tarde, eu tomei um banho e me vesti casualmente em um par de jeans e um top preto simples, e depois de fazer uma parada em uma loja de artigos esportivos, eu estava atualmente estacionando na frente da casa de Joe mais uma vez.
Eu tinha chegado na mesma hora de antes, pensando que ele estaria aqui para atender sua irmã quando saisse do ônibus novamente, mas sua caminhonete não estava na garagem.
Eu agarrei a bola de exercício e a bomba do banco de trás e fiz meu caminho para a casa.
Momentos depois, uma garota atraente atendeu a porta. Ela parecia ter a minha idade ou talvez dois anos mais jovem, e ela era bonita com longo cabelo loiro que estava pendurado pelas costas e grandes olhos cinzentos. Meu estômago caiu.
Esta era a namorada de Joe?
Merda. Será que estrelas pornô tinham namoradas? Isso exigiria muita confiança. Quer dizer, Deus, ele dormia com outras mulheres no trabalho.
— Posso ajudar?
Eu fiquei lá por um segundo, ainda chocada pelo aparecimento dessa garota e pela questão de sua relação com Joe, até que eu percebi que ainda não tinha respondido.
— Joe está em casa?
Ela balançou a cabeça. — Ele está trabalhando. Quem é você?
Engoli um caroço na minha garganta. — Eu sou Demi, uma amiga... dele. E eu trouxe isto. — levantei a bola de exercício. — para Madison. Eu sou enfermeira.
‘Quase.’
‘Amiga? Enfermeira? Nossa, as mentiras foram apenas saindo de minha boca.’
— Ah. Tudo bem. — Ela abriu mais a porta. — Madison vai estar em casa em poucos minutos. Você pode entrar e esperar. Eu sou Becca, a proposito.

Segui-a pela casa, perguntando o que no mundo eu estava fazendo e quem diabos era Becca.


XOXO Neia 

hahaha será que vai dar confusão para o lado do Joe?? Comentem para ver 


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Capítulo 5 ( HOT Jollie)

não fiquem preocupados... já vão perceber o hot jollie :D


Joe
Eu espreitei para dentro para encontrar Madison plantada em frente à TV, assistindo seus felizes desenhos. Voltei para a cozinha para fazer seu lanche.
Enquanto eu lambuzava manteiga de amendoim no pão, balancei a cabeça em descrença sobre a constatação de que Demi realmente tinha aparecido. E eu duvidava fortemente que era para dar-me o fora, como ela tinha dito. Eu podia ler a curiosidade no seu rosto tão claro como o dia.
Eu também podia dizer que ela era demasiado formal e apropriada para deixar-se agir sobre seus desejos espontâneos. Eu conhecia o seu tipo, brincos de diamante, um relógio caro, e expectativas demasiado altas. Garotas assim não gostavam de caras como eu. Não, elas queriam algum babaca chamado Scott, que era bem-educado e sentava-se atrás de uma mesa todos os dias, fazendo sabe-se que porra, mas recebendo um salário bem gordo a cada semana.
Ela tinha o rosto de um anjo. Eu não tinha sido capaz de resistir a acariciar sua pele para ver se ela era tão suave como parecia. E quando seus olhos se fecharam ao meu toque, meu pau estremeceu no meu jeans. Eu tinha 22 anos, não 15, mas meu pau parecia não saber disso.
— Mollie está aqui. Você vai fodidamente amá-la. — Rick me assegurou.
Uma menina, alta e magra entrou na sala. Ela foi construída para o pecado, vestida com uma cinta-liga preta, meias, sutiã de renda preta e altíssimos saltos. Cabelo vermelho longo em cascata sobre os ombros e costas.
— Sebastian? — ela perguntou quando se aproximou.
— Prazer em conhecê-la. — Eu ofereci-lhe a minha mão. Não podia acreditar que estava realmente indo pra frente com isso. Mas eu tinha que fazê-lo, por causa de meu próprio orgulho teimoso masculino e por causa do dinheiro.
Ela olhou com ironia para a minha mão estendida e pisou mais perto, eliminando qualquer distância entre nós e bateu no meu peito nu.
— Oh, você é lindo para caralho, querido. Isso vai ser divertido.
Eu ri quando uma onda de timidez correu através de mim. Eu nem sequer sabia o seu nome verdadeiro nome, assumindo que não era Mollie e estava prestes a fodê-la. Mas deduzi que não era muito diferente das poucas vezes que eu tinha levado para casa meninas do bar, mesmo sem saber seus sobrenomes. Talvez eu me sentia diferente porque eu estava sóbrio. Ah, e porque havia uma sala cheia de pessoas nos assistindo.
— Rick me disse que é sua primeira vez em filme. Não se preocupe em tentar demasiado. Apenas se divirta. E eu não vou gozar com todas essas pessoas me olhando, então não se preocupe com isso. Ainda vai ser bom para mim, então apenas faça a sua coisa. Ok?
Assenti. — Pode deixar. — Eu já gostava dela. Pelo que eu vi, ela ia ser fácil de trabalhar.
A Companhia de produção de Rick se orgulhava de explorar o lado íntimo do sexo, em vez de pornografia do tipo duro. Nesta cena, éramos amantes que tinham estado separados por um longo tempo. Eu estava chegando em casa de uma viagem de negócios para encontrá-la esperando por mim na sua lingerie. Eu já estava vestido de calças, uma camisa e gravata para completar a cena. Começamos na porta da frente, onde a equipe de filmagem capturou algumas cenas iniciais de nós nos beijando.
Uma vez que nós filmamos essa cena breve, fomos para o quarto, com luzes e equipe completa de som. As câmeras estavam posicionadas ao redor do quarto, tudo apontando diretamente para a cama.
Rick ocupou-se com a equipe garantindo que tudo era definido do jeito que ele queria e depois voltou a ficar na frente de mim e Mollie.
— Estamos prontos para começar a rodar, então vocês dois vão em frente e comecem quando estiverem prontos. Estamos aqui apenas para capturar a sua vida amorosa, uma vez que aconteça. Então, deixe ser natural. — disse ele a nós.
Ouvi o clique indicador da gravação da câmera e me virei para Mollie, mas hesitei e olhei para minha calça na ausência de qualquer protuberância. Não outra vez. O filho da puta era melhor cooperar neste momento.
Percebendo minha carranca, Mollie seguiu meu olhar. Sem uma palavra, ela se abaixou e começou a esfregar-me sobre o material das minhas calças.
— Shh. Não precisa ficar nervoso. — disse ela suavemente. — Apenas relaxe. Este é o meu trabalho. — Ela se inclinou para me beijar e eu senti-me relaxar. E melhor ainda, eu senti meu pau agitar para a vida. Beijei-a de volta, acrescentando alguma língua, até que estavamos beijando entusiasticamente e a linha entre o trabalho e o prazer estava definitivamente ultrapassada.
Mudei-a para a cama, desabotoei o sutiã e puxei sua calcinha enquanto nos beijávamos.
E alguns momentos mais tarde, eu estava afundando dentro dela, todas as preliminares que eu normalmente fazia se revelando desnecessárias. Mollie montou- me como a maldita profissional que ela era, jogando o cabelo para trás e segurando minhas coxas quando se levantou para cima e para baixo no meu pau.
Eu mantive meus olhos treinados sobre ela, precisando manter a minha atenção na cena e não olhar para a tripulação que estava colada ao nosso desempenho. A estranheza de toda a situação assegurou que eu não ia gozar demasiado cedo, algo que me tinha preocupado um pouco.
Minha mente vagou inconscientemente para Demi e para como ela parecia naquele vestido curto de verão. Sua doce inocência conjugada com a boca mal- humorada dela me deixou tanto com tesão como confuso. Mas eu sabia que se canalizasse meu desejo por Demi para este desempenho, iria gozar. Abri os olhos e me reorientei para a menina na minha frente.

Mollie gemeu e ofegou agudos gritos que pareciam incrivelmente falsos. Eu era tipicamente calado durante o sexo, preferindo ouvir o sons de prazer da garota com quem estava, mas os gemidos falsos dela eram irritantes. Seus gritos ficaram mais altos e eu sabia que ela estava fingindo o orgasmo. Quando seus gritos acalmaram para sons suaves, seu clímax falso completo, sem qualquer prazer de sentir sua intimidade pulsando em torno de mim, eu saí dela e rolei-a sobre seu estômago para que pudesse fode-la por trás e terminar esta cena em relativa paz.


XOXO Neia *-*

hahah vocês devem de tar a querer me matar :P mas bom comentem e eu irei pensar se postarei mais kiss