domingo, 10 de novembro de 2013

Capítulo 3 (1/2)


Joe

Sentei-me no bar acalentando uma cerveja, perdido em meus pensamentos.

— Você quer um canudo na garrafa, cara? Pare de ser uma vadia e beba, — Ian disse, terminando a sua própria cerveja em alguns goles.

Eu atirei-lhe um olhar de advertência. — Não brinque comigo esta noite, não estou de bom humor.

Eu estava precisando ficar bêbado esta noite, precisando de algumas horas de paz e longe da preocupação que constantemente me seguia, mas de alguma forma eu estava falhando nisso. A última cirurgia de Madison me veio a cabeça.

— Desculpe, cara. — Ian inclinou a cerveja, tilintando a garrafa contra a minha. — Deixe-me saber se eu posso ajudar.

Assenti. Eu nunca lhe pediria ajuda, e nós dois sabíamos disso, mas, ainda assim, só dele oferecer já significou muito. Ian e eu éramos amigos desde o oitavo ano, quando me mudei para viver com os meus avós. Ele sabia tudo sobre a minha irmã Madison, e a condição que deixou sua pobre espinha e pernas torcidas e arqueadas.

Depois que meus pais acabaram na prisão por trafico de drogas quando ela tinha três anos e com meus avos morrendo um ano depois disso, eu fiquei com a custodia dela. Ela estava agora com seis anos e era uma coisinha alegre e feliz que não sabia o significado da palavra ‘incapaz’ .Era uma das muitas coisas que eu amava sobre a menina. Mas manter seus cuidados não era barato, o que me deixava constantemente preocupado com dinheiro.

Ian, um entusiasta de artes marciais convicto, me apresentou a luta um par de anos atrás. Foi um ajuste perfeito. A oportunidade de ganhar dinheiro rápido e tirar minha agressividade reprimida de uma vez. Mas não foi o suficiente. E então a minha mais recente aventura idiota veio junto.

Rick tinha se aproximado tanto de Ian quanto de mim, mas eu era o único precisando o suficiente de dinheiro para considerá-lo. Ou apenas o burro o suficiente, faça a sua escolha. Ian sabia que eu estava trabalhando para Rick, mas não queria saber de nenhum dos detalhes, então é claro que eu não tinha mencionado a minha visita de fim de noite ao serviço de emergência.

Depois de receber a conta para a mais recente cirurgia de Madison, eu percebi que não era apenas um trabalho bem remunerado que eu precisava, era um que vinha com o seguro de saúde, também.

Mas se eu conseguisse suportar filmar alguns vídeos, eu teria mais do que o suficiente para pagar a conta. Então, eu poderia me concentrar em limpar meu ato e obter um emprego de verdade, pelo bem de Madison.

Percebendo que eu estava perdido em meus pensamentos de novo, Ian limpou a garganta.

— Relaxe um pouco, mano. Você tem bastante disso durante a semana. Deus sabe há quanto tempo não saímos e como você tem uma babá para Madison hoje à noite, nós precisamos fazer bom uso desse tempo.

— Sim? E como vamos fazer isso? – Ir no ginásio para uma sessão de treino tardia, seguida de um banho quente e minha cama parecia perfeitamente um bom uso do meu tempo. Eu nem sequer achava que conseguia ficar bebado agora.

— Para começar, é preciso ficar com algumas gatas.

Eu balancei a cabeça, não querendo explicar-lhe que amanhã eu estaria recebendo muito disso no set. E com essa conta pairando sobre a minha cabeça, eu com certeza necessitava filmar dessa vez.

Ian inclinou a cabeça em direção a uma cabine na sala. — E eu acho que você está com sorte, mano. Essas meninas de lá estão olhando para você.

Virei do bar, levando minha cerveja até meus lábios quando procurei a cabine.

Com um sobressalto de surpresa, vi a enfermeira da outra noite, sentada em uma cabine com um casal de amigos.

“Mas que diabos?”

A outra mulher na mesa acenou para mim.

— Você os conhece? — Perguntou ele.

— Sim. Mais ou menos. — Eu joguei algumas notas no balcão e disse a Ian que iria vê-lo mais tarde. Eu fui até onde se sentavam.

— Oi, sexy! – A amiga de Demi disse, arrastando os dedos pelo meu antebraço. — Vi seu site. Que fotos quentes.

Meus olhos voaram para Demi. Ela disse a seus amigos sobre o que eu fazia?

E o que... me procurou no google?

— Demi?

Ela corou e mordeu o lábio inferior. — Oi Joe.

Ela não ia sequer negar? Eu acho que tinha que me acostumar com o fato de que as fotos do meu pau estavam em toda a Internet, e que os vídeos logo apareceriam. Eu tinha uma filmagem amanhã que tinha que fazer. Eu tinha dito a Rick o que achava sobre a contratação de meninas que pareciam tão jovens, e ele prometeu que ia me emparelhar com Mollie, uma profissional experiente que eu certamente iria amar, se eu tentasse novamente.

— Sente-se, Joe. Ou é Sebastian? – A amiga de Demi perguntou. – Eu sou Selena e este é Sterling. — Ela acenou para o cara sentado com elas. Ele me deu um sorriso fraco, parecendo tão desconfortável quanto eu estava.

Continuei de pé. — Chame-me Joe.

O olhar de Demi viajou por toda a extensão do meu peito e estômago, parando logo abaixo da minha fivela do cinto. Eu não poderia negar o sorriso que saiu da minha boca, e ela sabia que tinha acabado de ser pega. Ela soltou uma bufada de ar, cruzou os braços sobre a mesa e deitou a cabeça para descansar.

— Ela está bêbada? — Eu sentei ao lado dela.

Selena assentiu, com orgulho. — Yep. É o seu vigésimo primeiro aniversário.

— Feliz aniversário.

Demi espiou com um olho aberto e olhou para mim.

— Obrigada. — ela resmungou antes de deixar cair os olhos fechados novamente.

— Timing perfeito. — Selena disse, inclinando-se sobre os cotovelos. — Nós estávamos discutindo o presente de Dê de aniversário.

Demi despertou de seu estado sonolento e bateu com a mão sobre a boca de Selena.

— Não, Selly!

Selena removeu devidamente a mão de Demi e apertou-a, antes de colocá-la na mesa.

— Silêncio! Você deveria me agradecer agora. Você vê, Demi aqui é uma virgem, e que melhor presente de aniversário seria perder a virgindade com alguém hábil em dar prazer feminino? Quero dizer, você faz isso profissionalmente. — Ela empurrou para cima uma sobrancelha. — Certo?

Dei um gole da minha cerveja. Ela está brincando comigo? — Bem, sim, eu poderia saber uma coisa ou duas sobre isso... — Tomei outro gole da minha garrafa terminando-a. Quero dizer, com certeza, ninguém jamais reclamou antes, mas isso não significava que eu era a estrela pornô figurão que se via no site. Exceto que todos achavam que eu era. Inferno.
Continua…
 

 

XOXO Neia *--*

 

sábado, 9 de novembro de 2013

Capítulo 2 (3/3)

Antes do capitulo....

Gente quero pedir para voces me ajudarem a divulgar o blog quanto poderem, agradeço a quem comenta em todos os capitulos a "força" que me dao para eu postar :))

O capítulo...

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No momento em que chegamos, os shots de Jell-O tinham me alcançado.

Sterling passou o braço em volta da minha cintura e me ajudou a entrar. Uma vez que estávamos parados no bar, ele me colocou com segurança em uma banqueta, recusando o pedido de Selly para mais shots, e ordenou-me uma cerveja e uma água.

Com as nossas bebidas na mão, encontramos uma mesa de canto e deslizamos para os bancos.

Eu caí para trás contra o banco, descansando minha cabeça no ombro de Ster.

— O que tinha nessas coisinhas Jell-O? Eu me sinto engraçada.

Selena riu. — Vodka. Eu achava que sabia que shots de Jell-O tinham bebida.

Ster segurou meu queixo, virando meu rosto para ele.

— Quantos você tomou, Dê?

Tentei contar e perdi a noção. — Hum, 10? Doze?

— Merda. — ele disse. Pegou a garrafa de cerveja da minha mão, substituindo-a pela água.

— Droga, Selly. Você disse que iria cuidar dela hoje à noite.

Selena acenou para ele. — Ela está bêbada, não morta, Sterling. Acalme-se. É o seu vigésimo primeiro aniversário, e P.S. você não é o pai dela. — Ela tomou um gole saudável de sua própria bebida.

— Não briguem, vocês. Eu estou bem. — Estendi a mão para dar um tapinha em cada um deles, mas me atrapalhei. — Vê?

Os dois riram da minha falta de coordenação.

— Às vezes eu esqueço de como você é protegida, Demi. Eu juro que você age como se tivesse sido criada pelos Cleavers, com as suas calcinhas de algodão e tudo mais. — Ela riu.

Eu me endireitei no meu lugar. — Só porque eu sou virgem de Jell-O não quer dizer nada. Inferno, eu sou virgem em todos os sentidos. — Bati uma mão sobre minha boca. Porcaria! Eu não queria dizer isso em voz alta.

Selena agarrou meus ombros. — Você está falando sério agora?

Eu assenti, relutantemente. Selly e Sterling ficaram ambos cheios de surpresa com a minha revelação.

— O quê? Não é como se estivesse orgulhosa disso. Eu não quero ser mais assim.

Selena pegou minha mão. — Baby, não há nada para se envergonhar. Mas se você quiser se livrar disso, não é tão difícil fazer. Seus pais tiveram a conversa dos pássaros e abelhas com você, certo?

Peguei minha cerveja da mão de Ster e tomei um gole fortificante.

— Eu não sou como você. Eu não poderia ter um caso de uma noite.

— Bem, não venha chorar para mim quando você se encontrar velha e vivendo sozinha com um monte de gatos.

Tomei outro gole da minha garrafa, não a ponto de dizer a ela que eu estava pensando em pegar um gato recentemente.

— Deixe-a em paz, Selly, — disse Sterling, removendo a cerveja da minha mão mais uma vez. Ele se inclinou para mim. — Se você quer que eu te ajude, deixe-me saber.

Selena deu um tapa na mão de Sterling para tirá-la da minha coxa.

— Não, Ster. Eu vou ajuda-la a escolhe-lo. Uma espécie de presente de aniversário. — Ela sorriu.

Revirei os olhos, bufando para suas sugestões. Eu não ia escolher um cara aleatório para transar no meu vigésimo primeiro aniversário. E eu com certeza não ia dormir com Sterling. Gah! Você pode imaginar? Ele é como um irmão para mim.

— Oh meu Deus! Demi, olha! — Selena apontou para o bar. — É a cara do site.


XOXO Neia *--*

Comentem bastante!!!

 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Capítulo 2 (2/3)

finalmente consegui postar um novo capitulo ebaaa :)





— O que é isso? — Ster perguntou, olhando ao redor para Selly, seu rosto amassado em desgosto. — Gah! — Ele saltou para trás do computador como se tivesse acabado de ser golpeado.

— Você vê pornografia, Demi? — A surpresa na voz de Selena era inconfundível. — Eu não estou julgando, não de todo, estou orgulhosa na verdade, só um pouco surpresa. Você sempre pareceu meio inocente.

Engoli em seco e peguei o laptop de seu colo, puxando-o para o meu.

— Não é o que você pensa. — Eu abri a minha biblioteca de música e comecei a minha lista de rock, em seguida, coloquei o computador de lado.

Selena riu, jogando a cabeça para trás.

—Desculpe, querida, mas isso vai exigir uma explicação. Quero dizer, você nunca tomou um shot de Jell-O, foi criada pelos Lovato e sua maldita gaveta de calcinha é organizada por cor e dia da semana. Conte-nos tudo, baby.

Sterling olhou por cima de sua bebida.

— Você tem uma calcinha pra cada dia da semana? Oh, eu tenho que ver isso. — Ele se levantou e caminhou pelo corredor para o meu quarto. Selena e eu pulamos para o seguir.

— Ster!— Eu gritei. — Saia daí!

Ele riu e abriu a gaveta da minha cômoda esculpida à mão, pálido rosa. — Puta merda, você não estava brincando, Selly. — Ele levantou um par de calcinhas de algodão branca a partir do topo da pilha e as levantou para inspecionar. — Domingo. — Ele leu o verso, rindo.

Agarrei-as de suas mãos e joguei-as de volta na gaveta e a fechei com o meu quadril.

— Chega! Fora! — Eu enxotei-os de meu quarto. —Sim, eu comprei as calcinhas de algodão embaladas. Elas são confortáveis. Me processem!

Selena manteve sua posição, bloqueando a porta do meu quarto.

— Só se você nos contar a história de você olhando pornografia. Aposto que você nem sequer possui um brinquedo sexual, não é?

— Eu vou te dizer.

Eu andei meu caminho de volta pelo corredor, saindo do meu quarto. Mas eu não não ia responder à pergunta dos brinquedos sexuais. Mesmo que Ster fosse como um irmão para nós, ele ainda era do sexo masculino, e eu não estava disposta a admitir que eu tinha um vibrador enfiado no fundo da minha gaveta de calcinhas.

Deus, eu ficaria mortificada se eles o estivessem encontrado.

Uma vez que estávamos sentados no tapete da sala novamente eu engoli mais alguns shots de Jell-O para aliviar meus nervos e puxei uma almofada para o meu colo. Selena sentou perto de mim, parecendo presunçosa, recostando-se no sofá.

— Tudo bem. Então, ontem à noite na Emergência... — Eu peguei outro shot e suguei o pedaço gelatinoso, precisando fortalecer-me na memória da ereção de Joe.

— Quão grande você diria que era? — Selly perguntou uma vez que eu ainda estava na minha história, inclinando-se com curiosidade e ansiosa.

— Ah inferno, eu vou pegar outra bebida, — Ster anunciou, de pé para ir a cozinha.

Depois de considerar e rejeitar um castiçal perto e encontrar nada mais adequado na minha sala de estar para mostrar todo o comprimento da masculinidade de Joe, Selly e eu fizemos o nosso caminho para a cozinha, rindo de minha ideia de pegar um pepino do frigorífico.

Peguei-o na gaveta dos vegetais e modelei o vegetal grande na frente da minha virilha.

— Isso aqui se parece com o tamanho dele.

Selena pegou meus ombros, me virando de lado a lado para que eu pudesse modelá-lo em vários ângulos.

— Droga. Esse menino é grande.

Sterling se retirou para o banheiro, enquanto Selena e eu fizemos o nosso caminho de volta para a sala de estar. Ela ergueu o pepino com orgulho sobre sua cabeça, agitando-o no tempo da música, e liderou o caminho de volta para o meu computador.

Selly sentou no sofá com o laptop equilibrado nos joelhos e eu sentei ao seu lado para... supervisionar.

— Clique aqui.

Eu disse a ela, apontando para onde dizia ‘modelos’. O título parecia um pouco estranho para mim, mas eu supunha que soava melhor do que dizer estrelas pornô. As fotos eram em sua maioria garotas de topless posando sedutoramente.

Selena rolou as fotos das meninas. Ontem à noite eu tinha inspecionado cada imagem, perguntando se Joe tinha dormido com elas, e qual ele preferia mais.

Todas as meninas eram magras e bronzeadas com grandes seios falsos. Eu não queria, mas a minha mente tinha inevitavelmente feito comparações com o meu próprio corpo.

Eu era de estatura média, peso médio. Meus seios eram decididamente reais, caíam vários centímetros quando tirava meu sutiã, e eu tinha muitas sardas para ser considerada sexy. Bonita, talvez, mas certamente eu não era o tipo de mulher que ele normalmente dormia. Mas todos os pensamentos de insegurança desapareceram quando eu tinha visto a foto de Joe.

É ele. — Eu apontei para a foto.

Lá dizia que seu nome era Sebastian, mas definitivamente era Joe. Ele estava parado perto de um banco de peso, shorts de ginástica soltos nos quadris estreitos para mostrar seu porte e ele estava sorrindo como se guardasse um segredo.

— Droga! Ele é gostoso!

Eu ri. — Eu sei.

Selena clicou na foto dele. Embora eu tenha passado algum tempo na noite passada clicando sobre cada uma, eu não podia evitar me inclinar para a frente para me juntar em sua inspeção. Ele tinha uma página cheia de fotos. Em muitas, ele estava usando apenas um par de cuecas boxer preta, e depois havia algumas onde tinham sido removidos, mostrando orgulhosamente sua exposição. A tatuagem que eu vi era sobre um projeto tribal que cobria seu ombro esquerdo e arrastava para o seu peito, terminando em seu pescoço.

Corei com a visão de seu pênis totalmente ereto e calor subiu no meu peito até que eu estava rosada e quente. Eu não pude evitar lembrar como foi estar perto de Joe no quarto de hospital semi-privado, onde eu estava perto o suficiente para sentir o calor de sua pele e o cheiro do perfume almiscarado de sua excitação.

Selena rolou até a biografia abaixo das fotos. Eu tinha lido ontem à noite, mas não resisti e li novamente sobre o ombro. Dizia que ele era o mais recente modelo, e trabalhava exclusivamente para o site. O biografia declarava que ele era extremamente profissional para trabalhar e sempre focado e certificando-se de que as meninas se sentiam confortáveis. Fora do trabalho, ele gostava de ouvir rock.

Soava como um clichê inventado, mas isso não me impediu de agarrar cada pedaço de informação que conseguia. Sterling apareceu da cozinha, desta vez com uma garrafa de cerveja, e afundou-se na cadeira do outro lado da sala.

— Ster, você quer ver como um homem de verdade se parece? — Selena brincou.

Eu dei uma cotovelada do lado dela. Sterling era apenas alguns centímetros mais alto que eu, e tinha uma construção leve, mas ele era bonito e eu não gostava dela destroçando-o. Especialmente desde que ele recebia regularmente críticas por ser um dos poucos estudantes de enfermagem do sexo masculino.

— Eu consigo ver isso a cada dia, querida. Não é necessário. — Ele foi cortês e virou o resto de sua cerveja.

Selena fechou o laptop.

— Vamos sair. Se eu olhar para mais um desses, eu vou abater o primeiro cara que eu ver no clube.

 

Continua…

XOXO Neia *--*

Comentem mt!! Logo acabo de postar o 2º capitulo entao bora la

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DESCULPAS

Gente e assim, quero pedir desculpas por nao ter postado nada durante estes dias... como eu tinha dito na minha postagem de apresentaçao eu nao tenho dias para postar é so quando poder. Esta semana tem sido um pouco agitada pois tive um teste na terça e ainda tenho um quinta (amanha)... penso ter dito a alguem que teria capitulo na segunda ou assim, mas minha net tambem tem andado lenta por isso nao consegui!!
Enfim... hoje (e podem ter certeza) tem DOIS capitulos :D por isso toca a preparar para comentar




XOXO Neia "--"

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Capítulo 2 (1/3)


Demi

Quando eu acordei e procurei meu celular para verificar as horas, fiquei chocada ao descobrir que já era quatro da tarde. Me estiquei e arremessei de volta o meu edredom, suspirando porque apesar da hora tardia, o meu corpo não estava pronto para deixar o meu celestial travesseiro macio.

Trabalhar no turno da meia-noite estava fazendo estragos com o meu sistema.

Cada noite que eu trabalhava, eu acordava tarde e no final da tarde. Pelo menos eu tive esta noite de folga que era meu vigésimo primeiro aniversário, e eu estava saindo com amigos mais tarde. Eu só não podia imaginar o que Selena tinha planejado. Essa menina, que eu considerava a minha melhor amiga na escola de enfermagem, tinha um problema com um P grande.

Eu sentei na minha penteadeira e escovei meu cabelo. As bolsas sob os olhos precisavam de atenção também, então eu passei algum creme para os olhos antes de fixar meu cabelo atrás em um rabo de cavalo.

Meus pais não entendiam por que eu trabalhava tão duro. Dinheiro certamente não era o motivador. Minha família tinha mais do que jamais gastaria em uma vida, mas eu queria algo mais para mim. Algo em que eu era boa e que me mantivesse ocupada. O único objetivo deles para mim, era atender a um rico e bem educado homem e tornar-me uma espécie de boa esposa, um desejo que não compartilhava.

Uma vida que soava incrivelmente chata para mim. Não, obrigado. E se a combinação que minha mãe tomava todas as tardes de pílulas da felicidade e vinho, era qualquer indicação, isso era uma vida vazia.

Uma vez na cozinha, eu deslizei um copo com um pouco de café na máquina, o aparelho mais usado na minha cozinha desde que eu raramente me incomodava em cozinhar.

Eu não pude deixar de pensar na noite anterior, ou mais especificamente, em Joe. Bem, eu estava realmente pensando em uma certa parte de sua anatomia mais do que em qualquer outra coisa, e ri para mim mesma. Eu já vi um monte de coisas estranhas no trabalho, no turno da meia-noite na sala de emergência, mas essa era uma das mais memoráveis.

Ele era inegavelmente atraente, e isso foi antes mesmo de eu ver o pitão que ele estava carregando em suas calças. Ele era ridiculamente alto da cabeça aos pés, com um rosto áspero e uma linha forte na mandíbula. Seu nariz tinha uma ligeira crista que indicava que provavelmente havia sido quebrado em algum ponto, e aqueles olhos de chocolate eram cercados por cílios grossos e escuros.

Ele teve um estranho efeito sobre mim. Eu nunca tinha ficado atraída por um paciente. Nunca. Era o meu trabalho, e eu raramente notava verdadeiros detalhes sobre a pessoa. Essa declaração soou dura, mas eu via as pessoas que entravam e saíam do hospital como elementos clínicos. Eu só notava os detalhes que eu achava necessário para fazer o meu trabalho como ver onde há a melhor veia para colocar o soro ou coletar o sangue, ou calcular medicamentos com base no peso padrão que as pessoas tem. Mas com ele, eu não poderia incidir sobre o que eu precisava. Em vez disso, eu percebi como seus olhos escuros seguiram cada movimento meu, a espessura da veia correndo o comprimento de seu eixo, e a tensão em seu corpo e seu óbvio desconforto. Notei também a tatuagem espreitando para fora da gola da camiseta como se rastejando até o pescoço. Eu queria ver o resto, mesmo que o mero pensamento fizesse a minha barriga saltar nos nervos. E eu sei que ele percebeu como me afetava porque sempre tinha aquele sorriso irritante e divertido puxando seus lábios.

Quando a campainha tocou, corri para o interfone para ouvir o zumbido da Selena e Sterling.

Abri a porta do meu apartamento e encontrei Selena subindo as escadas com um saco de papel marrom cheio de garrafas de bebidas alcoólicas em uma mão e um recipiente de plástico na outra. Sterling estava carregando um buquê de rosas cor de rosa.

Sterling era como um irmão para mim, mas eu não tinha certeza de que estávamos sempre na mesma página.

Eu tinha feito a Selly prometer que não ia dar grande festa. Sairíamos só nós três e desfrutaríamos de alguns coquetéis, mas agora ela apareceu e mudou a coisa toda.

— Nossa menina está crescendo, Ster! — Selena gritou e me puxou para um abraço. Eu bati nas suas costas e me afastei para ter um pouco de espaço. Eu não era boa em abraçar apertado. Sterling riu e andou em torno de nós, entrando no meu apartamento. Ele sabia melhor do que tentar me abraçar, desde que fiquei completamente rígida em seus braços na única vez que ele tentou.

— Obrigado pela rosas. — Eu disse quando ele fez o seu caminho para a minha cozinha para buscar um vaso. Ele passava bastante tempo no meu apartamento para saber onde estava tudo. Caramba, eu acho que ele conhecia meu apartamento melhor do que eu. Uma vez liguei para ele para perguntar como limpar meu cabelo fora do ralo entupido do chuveiro e ele me informou que eu tinha um frasco de produto de limpeza de desemtupir sob a pia da cozinha.

Ele era bom para mim, e assim era também Selena. Ela muitas vezes me obrigava a sair fora do meu escudo, que, por mais doloroso que fosse, às vezes, era bom para mim também.

Selly assumiu a ilha de cozinha, extraindo várias garrafas de álcool e misturadores de sua bolsa. Ster pegou os copos e os encheu de gelo, enquanto eu via o que tinha.

— O que há aqui? — Eu apontei para a tampa da panela de plástico rasa, esperando que ali tivesse um bolo.

— Jell-O shots . — Selena respondeu, sorrindo. — Experimente um.

Tirei a tampa e observei. A panela estava cheia de pequenos copos de plástico com shots de gelatina que pareciam um arco-íris de misturas gelatinosas. Eles certamente pareciam convidativos. Selecionei um verde e inclinei em minha boca, mas a massa gelatinosa permaneceu firmemente plantada dentro do copo.

Selena riu e olhou para Sterling. — Ensine-a como faz, Ster. Eu esqueci que tinha uma virgem Jell-O-shot em nossas mãos.

Ela mediu dois shots de licor claro e os jogou sobre um copo cheio de gelo, misturando a bebida como se fosse sua segunda natureza.

Ster sorriu e contornou a ilha para ficar ao meu lado.

— Estique a língua.

Apertei os olhos para ele.

Ele riu. — Basta fazê-lo.

Obedeci e trouxe a taça para a minha boca, me mostrando como rodar a minha língua ao redor da borda para soltar a gelatina até que escorregasse para fora do copo e em minha boca.

— Mmm. Maçã verde? — eu perguntei.

Ster limpou uma mancha de Jell-O de meu lábio inferior e lambeu-o de seu dedo.

Selena assentiu. — Yep. E aqui está a sua bebida de aniversário.

Era rosa e borbulhante. Eu tomei um gole e achei surpreendentemente refrescante. Você dificilmente poderia provar os shots de vodka que eu a tinha visto despejar dentro. Era de Toranja e delicioso.

— Obrigado.

Uma vez que todos os drinques estavam prontos, cortesia de Selly, Ster pegou a bandeja de shots Jell-O e fizemos o nosso caminho para a sala de estar para sentar no centro do meu tapete de cor creme felpudo.

— Precisamos de música. — Selly abriu meu laptop e meu coração quase parou. Eu pulei do meu assento, em um esforço para impedi-la de ver o que ela estava prestes a ver, mas era muito tarde.

— Puta merda!

Minhas bochechas inflamaram quando eu me lembrei que usei o computador para digitar o endereço do site pornô que estava no cartão de negócios quando eu cheguei em casa e procurei até que encontrei imagens de Joe.

 

Continua…

 

XOXO Neia *--*

Hahaha este aniversário vai prometer.... Comentem!!

Tambem queria que voces me ajudassem a divulgar o blog, quem poder eu agradecia. Xau