segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Capítulo 2 (1/3)


Demi

Quando eu acordei e procurei meu celular para verificar as horas, fiquei chocada ao descobrir que já era quatro da tarde. Me estiquei e arremessei de volta o meu edredom, suspirando porque apesar da hora tardia, o meu corpo não estava pronto para deixar o meu celestial travesseiro macio.

Trabalhar no turno da meia-noite estava fazendo estragos com o meu sistema.

Cada noite que eu trabalhava, eu acordava tarde e no final da tarde. Pelo menos eu tive esta noite de folga que era meu vigésimo primeiro aniversário, e eu estava saindo com amigos mais tarde. Eu só não podia imaginar o que Selena tinha planejado. Essa menina, que eu considerava a minha melhor amiga na escola de enfermagem, tinha um problema com um P grande.

Eu sentei na minha penteadeira e escovei meu cabelo. As bolsas sob os olhos precisavam de atenção também, então eu passei algum creme para os olhos antes de fixar meu cabelo atrás em um rabo de cavalo.

Meus pais não entendiam por que eu trabalhava tão duro. Dinheiro certamente não era o motivador. Minha família tinha mais do que jamais gastaria em uma vida, mas eu queria algo mais para mim. Algo em que eu era boa e que me mantivesse ocupada. O único objetivo deles para mim, era atender a um rico e bem educado homem e tornar-me uma espécie de boa esposa, um desejo que não compartilhava.

Uma vida que soava incrivelmente chata para mim. Não, obrigado. E se a combinação que minha mãe tomava todas as tardes de pílulas da felicidade e vinho, era qualquer indicação, isso era uma vida vazia.

Uma vez na cozinha, eu deslizei um copo com um pouco de café na máquina, o aparelho mais usado na minha cozinha desde que eu raramente me incomodava em cozinhar.

Eu não pude deixar de pensar na noite anterior, ou mais especificamente, em Joe. Bem, eu estava realmente pensando em uma certa parte de sua anatomia mais do que em qualquer outra coisa, e ri para mim mesma. Eu já vi um monte de coisas estranhas no trabalho, no turno da meia-noite na sala de emergência, mas essa era uma das mais memoráveis.

Ele era inegavelmente atraente, e isso foi antes mesmo de eu ver o pitão que ele estava carregando em suas calças. Ele era ridiculamente alto da cabeça aos pés, com um rosto áspero e uma linha forte na mandíbula. Seu nariz tinha uma ligeira crista que indicava que provavelmente havia sido quebrado em algum ponto, e aqueles olhos de chocolate eram cercados por cílios grossos e escuros.

Ele teve um estranho efeito sobre mim. Eu nunca tinha ficado atraída por um paciente. Nunca. Era o meu trabalho, e eu raramente notava verdadeiros detalhes sobre a pessoa. Essa declaração soou dura, mas eu via as pessoas que entravam e saíam do hospital como elementos clínicos. Eu só notava os detalhes que eu achava necessário para fazer o meu trabalho como ver onde há a melhor veia para colocar o soro ou coletar o sangue, ou calcular medicamentos com base no peso padrão que as pessoas tem. Mas com ele, eu não poderia incidir sobre o que eu precisava. Em vez disso, eu percebi como seus olhos escuros seguiram cada movimento meu, a espessura da veia correndo o comprimento de seu eixo, e a tensão em seu corpo e seu óbvio desconforto. Notei também a tatuagem espreitando para fora da gola da camiseta como se rastejando até o pescoço. Eu queria ver o resto, mesmo que o mero pensamento fizesse a minha barriga saltar nos nervos. E eu sei que ele percebeu como me afetava porque sempre tinha aquele sorriso irritante e divertido puxando seus lábios.

Quando a campainha tocou, corri para o interfone para ouvir o zumbido da Selena e Sterling.

Abri a porta do meu apartamento e encontrei Selena subindo as escadas com um saco de papel marrom cheio de garrafas de bebidas alcoólicas em uma mão e um recipiente de plástico na outra. Sterling estava carregando um buquê de rosas cor de rosa.

Sterling era como um irmão para mim, mas eu não tinha certeza de que estávamos sempre na mesma página.

Eu tinha feito a Selly prometer que não ia dar grande festa. Sairíamos só nós três e desfrutaríamos de alguns coquetéis, mas agora ela apareceu e mudou a coisa toda.

— Nossa menina está crescendo, Ster! — Selena gritou e me puxou para um abraço. Eu bati nas suas costas e me afastei para ter um pouco de espaço. Eu não era boa em abraçar apertado. Sterling riu e andou em torno de nós, entrando no meu apartamento. Ele sabia melhor do que tentar me abraçar, desde que fiquei completamente rígida em seus braços na única vez que ele tentou.

— Obrigado pela rosas. — Eu disse quando ele fez o seu caminho para a minha cozinha para buscar um vaso. Ele passava bastante tempo no meu apartamento para saber onde estava tudo. Caramba, eu acho que ele conhecia meu apartamento melhor do que eu. Uma vez liguei para ele para perguntar como limpar meu cabelo fora do ralo entupido do chuveiro e ele me informou que eu tinha um frasco de produto de limpeza de desemtupir sob a pia da cozinha.

Ele era bom para mim, e assim era também Selena. Ela muitas vezes me obrigava a sair fora do meu escudo, que, por mais doloroso que fosse, às vezes, era bom para mim também.

Selly assumiu a ilha de cozinha, extraindo várias garrafas de álcool e misturadores de sua bolsa. Ster pegou os copos e os encheu de gelo, enquanto eu via o que tinha.

— O que há aqui? — Eu apontei para a tampa da panela de plástico rasa, esperando que ali tivesse um bolo.

— Jell-O shots . — Selena respondeu, sorrindo. — Experimente um.

Tirei a tampa e observei. A panela estava cheia de pequenos copos de plástico com shots de gelatina que pareciam um arco-íris de misturas gelatinosas. Eles certamente pareciam convidativos. Selecionei um verde e inclinei em minha boca, mas a massa gelatinosa permaneceu firmemente plantada dentro do copo.

Selena riu e olhou para Sterling. — Ensine-a como faz, Ster. Eu esqueci que tinha uma virgem Jell-O-shot em nossas mãos.

Ela mediu dois shots de licor claro e os jogou sobre um copo cheio de gelo, misturando a bebida como se fosse sua segunda natureza.

Ster sorriu e contornou a ilha para ficar ao meu lado.

— Estique a língua.

Apertei os olhos para ele.

Ele riu. — Basta fazê-lo.

Obedeci e trouxe a taça para a minha boca, me mostrando como rodar a minha língua ao redor da borda para soltar a gelatina até que escorregasse para fora do copo e em minha boca.

— Mmm. Maçã verde? — eu perguntei.

Ster limpou uma mancha de Jell-O de meu lábio inferior e lambeu-o de seu dedo.

Selena assentiu. — Yep. E aqui está a sua bebida de aniversário.

Era rosa e borbulhante. Eu tomei um gole e achei surpreendentemente refrescante. Você dificilmente poderia provar os shots de vodka que eu a tinha visto despejar dentro. Era de Toranja e delicioso.

— Obrigado.

Uma vez que todos os drinques estavam prontos, cortesia de Selly, Ster pegou a bandeja de shots Jell-O e fizemos o nosso caminho para a sala de estar para sentar no centro do meu tapete de cor creme felpudo.

— Precisamos de música. — Selly abriu meu laptop e meu coração quase parou. Eu pulei do meu assento, em um esforço para impedi-la de ver o que ela estava prestes a ver, mas era muito tarde.

— Puta merda!

Minhas bochechas inflamaram quando eu me lembrei que usei o computador para digitar o endereço do site pornô que estava no cartão de negócios quando eu cheguei em casa e procurei até que encontrei imagens de Joe.

 

Continua…

 

XOXO Neia *--*

Hahaha este aniversário vai prometer.... Comentem!!

Tambem queria que voces me ajudassem a divulgar o blog, quem poder eu agradecia. Xau

 

sábado, 2 de novembro de 2013

Capítulo 1 (3/3)




A porta da frente se abriu e todos se viraram. — E lá está ela! Menina bonita... — Rick foi cumprimentar a estrela de olhos arregalados que entrou na sala.

Eu não pude deixar de notar como ela parecia assustada. E jovem. Puta merda, essa garota tinha mesmo 18 anos? Eu assisti quando Rick a ajudou a sair de seu casaco e dirigiu-a pelos ombros até a cadeira de maquiagem.

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Quando Demi voltou, eu estava sentado na mesa de exame, o roupão vagamente fechado a minha volta. Rick não tinha se oferecido para sair enquanto eu me despia. Ele e uma sala cheia de pessoas já tinham me visto nu, então eu percebi que não importava muito neste momento. Esta noite de merda só precisava ter um fim.

Demi lavou as mãos e cuidadosamente dispos uma bolsa de gelo sobre a minha virilha. Pulei e soltei um grunhido de surpresa com a frieza, e os olhos de Demi encontram-se com os meus.

— Está tudo bem? — ela perguntou, em voz baixa.

— Tudo bem. — eu murmurei e contive a sequência de palavrões que eu queria deixar sair e ajustei o bloco de gelo para que ele não ficasse pousado diretamente em minhas bolas.

Rick encostou-se à mesa de exame e riu para si mesmo enquanto ele observava a nossa interação divertida. Ficou claro que eu estava intrigado com ela e a forma com que seus olhos vagaram pelo quarto, desesperados para olhar para qualquer lugar, menos diretamente para mim, ou melhor, meu apêndice inchado, ela parecia claramente desconfortável.

— Você pode ver por que o contratei, né, querida? — Rick sorriu orgulhosamente e deu-lhe uma cotovelada suavemente na lateral.

As suas faces ficaram coradas de rosa e ela colocou o queixo ao peito.

— Vamos começar com isso. — resmungou. Eu não me importava com o exame ou ser exposto, eu só queria acabar com a vergonha, o mais rapidamente possível.

Eu não sei por que eu tinha escutado a Rick e tomado essas pílulas malditas. Eu estava atraído pela modelo que ele havia contratado, então esse não era o problema. Ela era muito bonita, delicada, mas ela parecia apavorada. Eu tentei ter uma conversa educada antes da sessão começar, mas ainda assim, essa pequena conversa foi demais para ela. Desculpou-se indo para a cozinha, onde ela sentou em cima de um banco de bar, seus olhos fechados, peito apertado subindo e descendo enquanto ela respirava fundo. Depois que ela finalmente falou o que se passava com ela, eu estava tão passado que eu não poderia mesmo manter a minha ereção, apesar disso nunca ter sido um problema para mim antes.

Eu não estava prestes a foder uma garota que estava com pavor de mim.

Desculpe, não tinha como ter tesão. Rick tinha assumido que era um problema de desempenho, e estupidamente eu tinha aceito as pílulas dele, em vez de explicar por que eu não queria passar por isso. Eventualmente eu tive que ser homem e explicar a situação a ele, mas não antes que o dano fosse feito.

— Então, você é uma estrela pornô? — Demi perguntou, seus olhos passando rapidamente pelos meus, brevemente, antes de irem para longe novamente.

Ela estava tão nervosa como um rato perseguido por um gato.

— Isso te incomoda?

Eu a enganei. Ela não precisa saber que esta era a minha primeira vez nesse tipo de filme e que eu ainda não tinha conseguido encenar. Além disso, ela já me julgou. Não havia sentido em tentar defender minha honra.

Seus olhos encontraram os meus novamente.

— Não.

Sua voz soava segura, mas eu não pude deixar de notar o rubor subindo o pescoço para colorir seu bochechas. Eu não ficaria tão surpreso se descobrisse que ela era virgem, com a forma nada autoconsciente e insegura de si mesma que ela era.

Mais uma razão para ficar o inferno longe dela.

Observando seu trabalho, suas pequenas mãos se moviam para cuidar de mim mexendo comigo por dentro. Tinha sido um longo tempo desde que alguém tinha tomado conta de mim.

O médico entrou na sala, um homem com mais ou menos quarenta anos, que me deixou à vontade.

Depois de contar o básico, que eu tinha tomado duas pequenas pílulas azuis mesmo que apenas uma fosse recomendada e, sim, eu tinha ficado totalmente ereto durante quatro horas e meia, agora o médico, felizmente, resolveu me examinar, abrindo meu roupão. O membro inchado se projetava diante de mim, orgulhosamente saudando o médico e Demi.

— Lá está ele! — Rick sorriu com orgulho.

Esse cara era doente. Por que diabos ele estava tão interessado no meu pau?

Claro que eu era acima da média, eu sabia disso. Depois que Rick cogitou sobre estrelar um de seus filmes, eu olhei para a linha de estatísticas e medi a mim mesmo, apenas por curiosidade. Era muito maior do que a média de acordo com o que eu tinha lido online. Mas, ainda assim, o seu interesse era assustador. Eu me lembrei de que ele lidava com o corpo humano durante todo o dia e que ele estava pensando sobre o dinheiro que eu poderia fazer, quando ele olhava para ele, mas isso não quer dizer que eu gostava de outro homem olhando para o meu pau com tanto entusiasmo.

Meus olhos se viraram para assistir a expressão de Demi.

Porra de ideia ruim.

Sua boca caiu aberta, e seu peito arfava com respirações rasas. Eu praticamente senti seu olhar me acariciando.

— Ele é da família? — O médico perguntou, cautelosamente inspecionando-me.

— Não.

O médico inclinou a cabeça para a porta, apontando para Rick.

— Você se importaria de sair do quarto, senhor?

— Claro que não, doutor. — Rick assentiu. — Saio daqui tão logo o senhor me disser que não haverá danos permanentes ao meu fabricante de dinheiro. — O médico olhou para ele, não se divertindo.

— Ele vai viver. Agora, saia por favor.

Aparentemente satisfeito com a resposta do médico, Rick me deu uma piscada, bateu no meu ombro e saiu do quarto.

— Então, como exatamente você trata isso? — Eu estava quase com medo de perguntar.

Os olhos de Demi se deslocaram para o chão, quando ela sabia que eu não iria gostar da resposta. Não é bom.

— Eu vou dar-lhe uma dose de combinação de um esteroide e um relaxante muscular para ver se as coisas irão retornar ao normal. Você vai tomar estas oralmente e vamos esperar cerca de 30 minutos. Se isso não funcionar, eu posso ter que inserir uma agulha fina no eixo e extrair sangue manualmente.

O médico fez algumas anotações no meu arquivo e saiu da sala.

Eu engoli um caroço na minha garganta. As merdas das pílulas tinham que funcionar. Eu não seria capaz de lidar com ele trazendo uma agulha em qualquer lugar perto do meu pau sem furar o pobre rapaz no rosto.

Demi voltou alguns minutos depois com um copo de plástico pequeno contendo dois comprimidos e um copo de água para mim. Eu traguei as pílulas e água em um único gole. Mais uma vez, ela arrumou a bolsa de gelo no meu colo, sua mão roçando meu pau, o que me fez saltar. Eu a vi morder o lábio para evitar o sorriso.

— Obrigado. — Eu murmurei, passando o copo de volta para ela.

— De nada. Aguente aí e eu estarei de volta para verificar o seu progresso em pouco tempo.

Eu nunca tinha estado tão feliz por me sentir aliviado em toda a minha vida, mas 20 minutos depois, minha ereção diminuiu e eu pulei da mesa de exame e comecei a me vestir. Quando eu estava puxando minhas calças jeans, Demi voltou para me verificar.

O olhar de surpresa no seu rosto me parou brevemente.

— Eu acho que já estou bom para ir. — Eu expliquei.

Seus olhos viajaram por toda a extensão do meu corpo, parando uma vez que atingiu o bojo não mais elevado nos meus jeans.

— Oh.

— Obrigado por tudo. — Eu tirei o meu casaco da cadeira, e comecei a passar por ela. Suas mãos dispararam para fora e apertaram contra o meu peito.

— Você não pode simplesmente sair. Dr. Chanceler queria hum... falar com você, sobre o seu, hum... estilo de vida. E ver se nós poderíamos oferecer testes de DST.

Eu ri. — Obrigado de qualquer forma, mas eu estou bem. — Eu mal tinha tempo para namorar, muito menos sexo, mas quando eu fazia eu sempre usei camisinha. Não ia mencionar que Rick insistiu para que eu fizesse o teste como um acordo para trabalhar para ele. Tudo o que eu queria fazer agora era chegar em casa, verificar Madison, e esquecer que toda esta noite alguma vez aconteceu.

— Tudo bem. Se você acha que está seguro. — Disse ela, e saiu do caminho enquanto eu fugia por ela, pronto para colocar toda essa experiência para atrás.

XOXO Neia :*

Sera que eles se vao voltar a encontrar?? Ta ai o fim do 1º cap.... Se tiver comentarios talves poste o 1/3 do 2º cap... Tudo depende de voces.... Tchau

AVISO

Gente so para avisar que mudei o nome de Sempre Tu para Jemi Forever. Acho que faz mais sentido....
Capitulo novo já a seguir *--*
bj Neia

Capítulo 1 (2/3)

Estou amando ver voces a comentar :D entao continuem!!

Agora o capitulo....


— Não se preocupe, eu não vou usar isso em você.

Isso não foi o que tinha capturado a minha atenção, mas fiquei aliviado por não ser apanhado cobiçando seus seios. Eu me senti como um verdadeiro idiota, sentado aqui ostentando um pau duro e olhando os peitos da enfermeira. Era como se meu pau pensasse que estávamos aqui para pegar uma mulher disposta a aliviar seu desconforto. Infelizmente, não, pequeno homem. Eu senti sua dor. Limpei a garganta e olhei para baixo.

Demi trabalhou de forma rápida e metodicamente, bombeando a braçadeira no meu braço e apertando os dedos no meu pulso para obter a pulsação enquanto ela estudava os minutos em seu relógio de pulso. Aproveitei a oportunidade para estudá-la mais de perto, observando a forma como o rosto estava em concentração absoluta enquanto ela trabalhava. Ela estava tentando ao máximo não ser distraída por mim. Não era o efeito de costume, que eu tinha sobre o sexo feminino.

— Então você pode me dizer mais sobre quando este problema começou? — Ela olhou para meu formulário, que eu tinha deliberadamente deixado vago, anotando só que era mais importante como nome, seguro médico, e, oh, sim, uma ereção dolorosa. Eu estava esperando para falar com um médico que tivesse visto esse tipo de coisa antes, e não uma enfermeira jovem e atraente, maldição.

Eu hesitei e Rick riu.

— Nós estávamos começando a nossa filmagem e minha estrela aqui tem medo do palco. Eu dei-lhe um par de pequenas pílulas azuis que eu mantenho a mão apenas para casos de necessidade.

Sua boca torceu em uma careta feia novamente quando ela olhou de Rick e depois para mim. Olhei para baixo, apontando para a ereção tensa contra o meu jeans.

— Oh, meu... — Sua mão voou para a sua boca e ela involuntariamente deu um passo para trás.

Sua resposta foi tão honesta, tão malditamente inocente, que eu quase ri. Quase. Mas a maioria do meu suprimento de sangue estava concentrado ao sul neste momento, o que atrasou as respostas normais.

— Então, espere ... em que negócio que vocês trabalham?

— Entretenimento para adulto. — Rick e eu respondemos ao mesmo tempo.

— Você quer dizer ... pornografia? — Demi perguntou.

Eu estremeci.

Rick estendeu na sua mão um cartão de visita à Demi.

— Sra. X Entertainment — disse ele, orgulhoso.

Eu não expliquei que era material romântico, mais suave, e que a empresa ganhou prêmios por ser“amiga das mulheres”, características que atraíram-me a

trabalhar com eles em primeiro lugar. Porque, francamente, nada disso importava. Era pornografia, e isso era tudo o que ela estava visualizando. Ela provavelmente achava que eu era algum tipo de jogador ou um viciado em sexo. Eu vi nos olhos dela, e não havia forma de convencê-la do contrário. Não era como se eu fosse ver esta menina novamente. Ela nunca saberia sobre a menina sob minha custódia, a hipoteca, mantimentos, ou utilitários que eu era responsável.

Depois de tomar um momento para se recompor a enfermeira pulou em ação, pegando um roupão branco e empurrando-o para mim.

— Aqui. Dispa-se e coloque isso de forma que ele abra na frente e eu volto já. — Ela saiu da sala sem dizer uma palavra.

Alguns dias atrás, quando eu tinha assinado o tal contrato de entretenimento para adulto eu achei que tinha sido fácil. Eu apareci e posei para algumas fotos de modelagem para o site. Vestindo apenas cueca eu descansava numa cama com uma bela garota chamada Desiree. Eles nos colocaram em poses, em várias posições que ficavam cada vez mais íntimas. Primeiro lambendo seu pescoço, seus mamilos, e depois o clitóris. Não era sexual, como você acha que seria. Tivemos que ficar parados e mantendo cada pose por alguns segundos enquanto a câmera clicava a distância, por isso não era como se eu estivesse realmente ficando com ela. Eu só tipo, segurei minha língua contra ela. Foi... diferente. E quando eles me pediram para tirar os boxers, eu ainda não estava duro. Sem dizer uma palavra, Desiree abaixou e esfregou os dedos longos e bem cuidados sobre meu penis até que eu estava ereto. Depois eu passei uma hora posando com ela. Posar foi a parte mais fácil. A filmagem é que viria a ser difícil.

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Três horas antes

Rick veio para me dar um uma conversa estimulante.

— Você está pronto para isso?

Eu respirei fundo e olhei para o set de filmagem que tinha um conjunto de sofá de couro branco chique que o estúdio tinha alugado e arrumado no sótão. Tudo parecia frio e artificial, mas o que eu esperava? Era só sexo. Eu poderia fazer isso. Era a única coisa que eu tinha certeza de que eu era bom. E a parte mais importante, pagavam-me o suficiente para que eu pudesse manter os cuidados médicos de Madison.

Lembrei de seu rosto doce espreitando sobre a borda de sua colcha quando eu a coloquei na cama. Eu disse a ela que Becca estava indo para tomar conta dela e que ela não me veria até de manhã. Ela apertou os lábios e assentiu. Ela não gostava do escuro, e às vezes rastejava até a minha cama durante a noite, mas hoje ela me pareceu especialmente corajosa.

— Joe? — Rick perguntou, puxando a minha atenção de volta para ele.

— Sim, eu vou ficar bem.

— Esse é meu garoto. Nossa atriz deve estar aqui em breve. Ela é uma garota nova. Você vai amá-la. Jovem, doce... — Ele fez um som de sucção com os lábios e seus olhos tinham um olhar distante. Estremeci. Tirando o fato de que ele era um diretor de filmes para adultos, o comportamento Rick apenas parecia ser desprezível.

Eu estava quase começando a me arrepender da minha decisão de trabalhar para ele, mas as visões de cifrões continuavam flutuando diante dos meus olhos. Rick tinha me visto no ringue de boxe várias vezes ao longo do ano anterior, e há alguns meses começou se aproximando de mim após os jogos, prometendo dinheiro se eu estivesse interessado em trabalhar para ele. Na época, eu ri. Mas as lutas trouxeram cada vez menos dinheiro e como as coisas pioraram com Madison eu decidi aceitar a oferta.

O maquiador se aproximou, felizmente, distraindo Rick de quaisquer pensamentos pervertidos que estavam sendo executados na sua cabeça. Eu removi meu robe a pedido dele e ele começou a aerografia de algum tipo de spray de bronzeamento sobre meus ombros e peito. Eu não gostei do cheiro, mas eu afastei isso de minha mente e foquei no que eu tinha que fazer.

— Então, a coisa mais importante para você se lembrar é o controle. Então, se você precisar ir mais devagar, ou trocar de posições, basta ir em frente e fazer. Você não pode gozar até que eu dê o sinal. Precisamos de abundância de cenas e posições antes que isso possa acontecer — lembrou Rick.

— Entendi. Não deve ser um problema.

Ele riu.

— Confiante. Eu gosto disso.

Confiança geralmente não era um problema para mim, mas eu não podia negar que havia uma ponta de ansiedade no desempenho com a ideia de fazer sexo com uma menina que eu não conhecia, na câmera, na frente de uma sala cheia de pessoas de técnicos de iluminação, diretor, equipe de filmagem, e alguns outros, cujos papéis eu não sabia. Eu tentei não pensar nisso para me concentrar e lembrei-me sobre o dinheiro que Rick tinha me prometido.

— Onde ela está? Eu não deveria falar com ela primeiro? Descobrir o que ela gosta, como ela gosta?

Rick riu, e bateu no meu ombro.

— Garoto bobo. Esta é uma sessão de pornografia, não um primeiro encontro. Ela vai fingir, então não se preocupe com ela ter um orgasmo. Apenas se concentre em você.

Eu só podia imaginar o que uma conversa como essa poderia soar para um estranho.... então você gosta de penetração ou estimulação de clitóris para ter um orgasmo? Deus, eu era um idiota ou o que? Eu estava cismado com essa merda….

Continua…

XOXO Neia "--"

Se comentarem acabo de postar o Capitulo 1 e começo o 2 entao bota gente